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Ponte Hercílio Luz em Santa Catarina

 (photo: )
11.07.2016, 19:59

CONHEÇA A HISTÓRIA DE UM DOS SÍMBOLOS DE FLORIANÓPOLIS

Inaugurada há 90 anos, ponte Hercílio Luz teve papel fundamental para o desenvolvimento da capital catarinense

Por Gustavo Henrique Braga
Um dos principais cartões postais de Florianópolis recebe a chama olímpica em uma operação especial do tour da tocha nesta segunda-feira (11): a Ponte Hercílio Luz. Com 90 anos de história a ponte é tombada como patrimônio histórico, artístico e arquitetônico do Brasil. O reconhecimento leva em conta a importância da ponte que, na época em que foi construída, representou marco decisivo para o desenvolvimento de Florianópolis ao ligar a cidade com o continente. Atualmente, a construção encontra-se em fase de restauração que promete devolve-la ao uso para transito no final de 2018.
A obra foi considerada, na época, um dos grandes feitos da engenharia internacional. A ponte está fechada desde 1982 por medida de segurança, mas permanece como ponto de contemplação para turistas e moradores locais, uma vez que o mirante situado à cabeceira insular proporciona uma das mais belas vistas panorâmicas do centro da cidade. A ponte tem cerca de 820 metros de extensão e 339 metros de vão central. As torres metálicas medem cerca de 75 metros de altura.
HISTÓRIA
Com a construção da ponte o governo catarinense da época imaginava superar as pressões de forças políticas interioranas que pretendiam a transferência da capital para uma área no centro do Estado. Por isso, de acordo com a Fundação Catarinense de Cultura, quando inaugurada em 1926, a Ponte Hercílio Luz (que foi chamada inicialmente ponte da Independência) teve o significado afirmativo e político de manter a capital em Florianópolis.


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Zulmira Ribeiro Tavares

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Zulmira Ribeiro Tavares
Nascimento27 de junho de 1930 (86 anos)
São Paulo,  Brasil
ResidênciaSão Paulo
Principais trabalhosOs campos de Dezembro
PrémiosPrémio Jabuti 1991
Género literárioRomance, conto
Movimento literárioPós-modernismo
Zulmira Ribeiro Tavares (São Paulo, 27 de julho de 1930) é uma escritora brasileira. É filha do engenheiro civil Brenno Tavares e da dona de casa Evangelina Ribeiro Tavares. É pesquisadora e ministrou curso de pós-graduação em cinema na Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo (USP). É integrante do conselho da Cinemateca Brasileira.[1]

Obras[editar | editar código-fonte]

Publicou os seguintes livros:
  • Campos de dezembro (1955)
  • Termos de Comparação (1974)
  • O Japonês de Olhos Redondos (1980)
  • O Nome do Bispo (1985)
  • O Mandril (1988)
  • Jóias de Família (1990),[2][3]
  • Café Pequeno (1995)
  • Cortejo em Abril (1998)
  • Vesúvio (2012)
  • Região (2012).
Tem obras traduzidas para o alemão e o italiano.[4]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Recebeu os prêmios Revelação de Literatura pela APCA em 1974, por Termos de Comparação, Mercedes Benz de Literatura em 1985, por O nome do bispo,[2] e o Jabuti na categoria Livro do Ano de Ficção e na categoria Romance em 1991, por Jóias de Família.[5]

Referências

Precedido por
Milton Hatoum
Jabuti 01.jpg Prêmio Jabuti - Romance
1991
Sucedido por
Chico Buarque de Holanda


https://pt.wikipedia.org/wiki/Zulmira_Ribeiro_Tavares