investigação realizada pelo Pr. Psi. Jor Jônatas David Brandão Mota
Embora o ateísmo, quanto à justiça social (link), amor ao
próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus (link), eles
têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos (link) afirmam nas religiões.
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA TRANSCENDÊNCIA E DA RELAÇÃO PESSOAL COM DEUS
Esta questão explora a aparente contradição entre a transcendência de Deus e Sua capacidade de se relacionar pessoalmente com os humanos. Se Deus é totalmente transcendente e independente do mundo, como pode Ele interagir ou estabelecer uma conexão com seres humanos limitados? Filósofos e teólogos como Karl Barth, Paul Tillich e Rudolf Otto se dedicaram a investigar como um Deus que é “totalmente outro” pode, ao mesmo tempo, ser próximo e acessível ao homem. A questão levanta dúvidas sobre a compatibilidade entre a natureza elevada de Deus e Sua intervenção no mundo e na vida pessoal dos indivíduos.
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(2) A VISÃO RELIGIOSA E TEOLÓGICA SOBRE A RELAÇÃO DIVINA COM A HUMANIDADE
De acordo com o pensamento teológico tradicional, Deus é tanto transcendente quanto imanente. Isso significa que, embora Ele exista além de tudo que foi criado, Ele também está presente no mundo e em todas as coisas. Tomás de Aquino, por exemplo, argumenta que Deus se comunica com o ser humano através de Sua criação e da graça, enquanto outros teólogos afirmam que Deus escolhe Se revelar diretamente ao ser humano, como na tradição cristã, em que Deus Se encarna em Jesus Cristo para estabelecer uma relação de proximidade com a humanidade. Assim, a transcendência de Deus não exclui uma relação pessoal; ao contrário, o amor divino seria a ponte para essa conexão.
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(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A TRANSCENDÊNCIA E A RELAÇÃO PESSOAL COM DEUS
A Bíblia apresenta Deus como transcendente e ao mesmo tempo pessoalmente envolvido na vida humana. Em Isaías 55:8-9, Deus afirma que Seus pensamentos e caminhos são muito mais altos que os dos humanos, enfatizando Sua transcendência. Porém, as Escrituras também mostram um Deus que busca ativamente relacionar-Se com os homens, como em João 1:14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Jesus representa a manifestação de Deus na forma humana, indicando que Deus, embora transcendente, pode descer ao nível humano para criar uma conexão íntima e pessoal. Dessa forma, a Bíblia ensina que a transcendência de Deus não é uma barreira para Seu relacionamento com a humanidade, mas uma prova de Sua soberania e amor ao fazer-se presente.
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(4) BIBLIOGRAFIA
A Imagem de Deus e a Natureza Humana – Karl Barth (1935)
Teologia Sistemática – Paul Tillich (1951)
O Sagrado – Rudolf Otto (1917)
Summa Theologica – Tomás de Aquino (1274)
Cristo e Cultura – H. Richard Niebuhr (1951)
O Deus que Intervém – Francis Schaeffer (1968)
Teologia da Esperança – Jürgen Moltmann (1964)
O Caminho para o Conhecimento de Deus – John Calvin (1536)
A Encarnação do Verbo de Deus – Santo Atanásio (c. 318)
Deus em Busca do Homem – Abraham Joshua Heschel (1955)
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao
próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles
têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e
gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA PERFEIÇÃO DIVINA E DA CRIAÇÃO IMPERFEITA
Esta questão questiona como um Deus perfeito poderia criar um mundo com imperfeições, sofrimento e mal. Trata-se de um problema central no debate teológico e filosófico, conhecido como o "problema do mal". Estudiosos como Epicuro, Agostinho de Hipona, Tomás de Aquino e Alvin Plantinga exploraram essas questões. Os ateus frequentemente usam este argumento para questionar a compatibilidade entre a bondade, a onipotência e a perfeição divina com a existência de um mundo aparentemente imperfeito.
(2) EXPLICAÇÕES RELIGIOSAS E TEOLÓGICAS SOBRE A CRIAÇÃO IMPERFEITA
Religiões e teólogos argumentam que o mundo, em sua origem, era perfeito, mas a entrada do pecado e da liberdade humana causou a imperfeição e o sofrimento. Agostinho de Hipona sugeriu que Deus criou o mundo como um "bem maior", no qual a liberdade humana é essencial, mesmo com o risco de escolhas erradas. Outros teólogos, como Ireneu, veem o mundo como um ambiente de aprendizado e crescimento moral. Segundo essa visão, o mal e as imperfeições existem para testar, educar e moldar os seres humanos em direção a um propósito maior.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE UM DEUS PERFEITO E UM MUNDO IMPERFEITO
A Bíblia afirma que Deus criou o mundo "muito bom" (Gênesis 1:31), mas reconhece que o pecado trouxe a corrupção ao mundo (Romanos 5:12). Jesus ensina que Deus usa até as imperfeições para um bem maior, como em João 9:3, onde a cegueira de um homem é apresentada como uma oportunidade para a glória de Deus. A esperança cristã está na restauração final da criação, quando Deus fará "novos céus e nova terra" (Apocalipse 21:1-4). Essa narrativa bíblica combina a perfeição inicial, a liberdade humana e a promessa de redenção como resposta ao problema da imperfeição.
(4) BIBLIOGRAFIA
- O Problema do Mal – Alvin Plantinga (1974)
- Confissões – Agostinho de Hipona (397-400)
- Teodiceia – Gottfried Wilhelm Leibniz (1710)
- A Cidade de Deus – Agostinho de Hipona (426)
- O Problema do Sofrimento – C.S. Lewis (1940)
- Deus, a Liberdade e o Mal – Alvin Plantinga (1977)
- Cristianismo Puro e Simples – C.S. Lewis (1952)
- Summa Theologica – Tomás de Aquino (1265-1274)
- O Sofrimento e a Bondade de Deus – John Hick (1966)
- O Deus Que Justifica – N.T. Wright (2009).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DO CONHECIMENTO DIVINO E A RESPONSABILIDADE HUMANA
Esta questão explora se o conhecimento prévio de Deus sobre o futuro implica sua responsabilidade direta pelos eventos que ocorrem e pelas escolhas humanas. É parte do debate entre determinismo e livre-arbítrio. Se Deus sabe tudo, alguns argumentam que isso reduz a liberdade humana, pois as ações estariam de certa forma predeterminadas. Estudiosos como Boécio, Agostinho de Hipona, Tomás de Aquino e Alvin Plantinga discutiram as implicações do conhecimento divino no destino humano, analisando como esse atributo de Deus se relaciona com a liberdade moral dos indivíduos.
(2) PERSPECTIVAS RELIGIOSAS E TEOLÓGICAS SOBRE RESPONSABILIDADE E ONISCIÊNCIA
A tradição cristã frequentemente argumenta que o conhecimento de Deus sobre o futuro não anula o livre-arbítrio humano. A visão agostiniana sugere que Deus, ao conhecer todas as escolhas possíveis, não as força, mas permite que aconteçam dentro de seu plano soberano. Tomás de Aquino, por sua vez, afirmou que Deus conhece o futuro de maneira atemporal, vendo tudo de uma vez só, enquanto os humanos vivem no tempo e fazem escolhas livres. Muitos teólogos distinguem entre o fato de Deus conhecer as ações humanas e Ele causá-las diretamente, o que preserva a responsabilidade humana.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE O CONHECIMENTO DIVINO E O DESTINO HUMANO
A Bíblia reconhece a onisciência de Deus (Salmo 139:4, Isaías 46:10), mas também enfatiza a responsabilidade humana por suas escolhas (Deuteronômio 30:19, Romanos 14:12). Em Mateus 23:37, Jesus lamenta a rejeição do povo, indicando que, mesmo sabendo o futuro, o amor de Deus respeita a liberdade humana. Paulo, em Romanos 8:28-30, apresenta a soberania divina trabalhando para o bem, sem eliminar a liberdade. Essa narrativa bíblica mostra que Deus guia a história com seu conhecimento e poder, mas de forma que permite a interação humana com o destino, por meio de escolhas pessoais.
(4) BIBLIOGRAFIA
- A Cidade de Deus – Agostinho de Hipona (426)
- Summa Theologica – Tomás de Aquino (1265-1274)
- O Problema do Sofrimento – C.S. Lewis (1940)
- Deus, a Liberdade e o Mal – Alvin Plantinga (1977)
- Confissões – Agostinho de Hipona (397-400)
- A Eternidade de Deus – Boécio (524)
- Predestinação e Livre-Arbítrio – Jonathan Edwards (1754)
- O Conhecimento de Deus – John Frame (1987)
- O Sofrimento e a Bondade de Deus – John Hick (1966)
- O Propósito da Predestinação – Lorraine Boettner (1932).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA INTERVENÇÃO DIVINA E SUAS EVIDÊNCIAS
A questão explora por que, apesar dos avanços da ciência, não há evidências empíricas diretas que apontem para a intervenção de um Deus no universo. Este questionamento está ligado ao naturalismo metodológico da ciência, que busca explicar fenômenos com base em causas naturais, sem recorrer a causas sobrenaturais. Filósofos e teólogos como Richard Dawkins, Stephen Jay Gould, Alvin Plantinga e John Polkinghorne abordaram o tema, debatendo se a ausência de evidências empíricas nega ou confirma a existência de um Deus.
(2) PERSPECTIVAS RELIGIOSAS SOBRE DEUS E A CIÊNCIA
As tradições religiosas e teológicas frequentemente afirmam que Deus age tanto no universo quanto na vida humana, mas sua ação pode não ser observável pela ciência. Teólogos como Polkinghorne sugerem que Deus opera "de dentro" das leis naturais, ao invés de violá-las. A ideia de "desígnio inteligente" sustenta que a ordem e a complexidade do universo indicam a ação de Deus, mas muitos cientistas criticam essa abordagem por extrapolar interpretações religiosas a partir de dados científicos. No senso comum, é comum a ideia de que Deus, sendo transcendente, não se submete aos instrumentos da ciência para ser detectado.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A INTERVENÇÃO DIVINA
A Bíblia afirma a soberania de Deus sobre a criação (Gênesis 1:1; Salmo 19:1), mas também ensina que muitas de Suas ações estão além da compreensão humana (Isaías 55:8-9). Jesus, em seu ministério, realizou milagres, mas frequentemente destacou que a fé não deve depender de sinais visíveis (João 20:29). A ausência de evidências científicas da intervenção divina pode ser interpretada como uma expressão da liberdade que Deus dá ao homem para buscar a verdade por meio da ciência e da fé. O apóstolo Paulo enfatizou que a criação revela Deus de forma indireta, nos convidando a reconhecê-Lo pela fé e não apenas pela evidência física (Romanos 1:20).
(4) BIBLIOGRAFIA
- Deus, um Delírio – Richard Dawkins (2006)
- Ciência e Religião: Um Novo Diálogo – John Polkinghorne (1998)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006)
- O Grande Projeto – Stephen Hawking e Leonard Mlodinow (2010)
- Milagres – C.S. Lewis (1947)
- Ciência e Fé: Amigos ou Inimigos? – John Lennox (2007)
- Fé, Ciência e Entendimento – John Polkinghorne (2000)
- O Universo por Design: Uma Crítica Científica ao Naturalismo – William Dembski (1998)
- O Relojoeiro Cego – Richard Dawkins (1986)
- O Fim da Fé – Sam Harris (2004).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O DESAFIO ENTRE EVOLUÇÃO E A NOÇÃO DE CRIADOR
A questão examina como a ciência, em particular a teoria da evolução por seleção natural proposta por Charles Darwin, explica a diversidade da vida sem a necessidade de um Criador divino. Essa tensão surge porque a evolução baseia-se em mecanismos naturais, enquanto muitas tradições religiosas interpretam a diversidade como resultado da criação direta de Deus. Filósofos e cientistas como Richard Dawkins, Stephen Jay Gould, e Francis Collins exploraram essa relação entre ciência e fé. A questão busca conciliar ou polarizar o papel da evolução e a ideia de um propósito divino na existência da vida.
(2) PERSPECTIVAS RELIGIOSAS SOBRE EVOLUÇÃO E CRIAÇÃO
No senso comum, Deus é frequentemente visto como o arquiteto direto da vida, e a evolução, em oposição, pode ser percebida como uma negação de Seu papel. No entanto, teólogos como Teilhard de Chardin e Alister McGrath argumentam que a evolução pode ser vista como o método pelo qual Deus cria e sustenta a diversidade da vida. Algumas religiões aceitam a evolução, mas insistem que ela é orientada por um propósito divino, enquanto outras a rejeitam completamente, optando por leituras literais do Gênesis. O debate continua porque a ideia de evolução pode parecer contradizer uma visão de mundo baseada na intervenção direta de um Criador.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A ORIGEM DA VIDA
A Bíblia não descreve explicitamente o processo científico da criação, mas oferece uma visão teológica: Deus como o Criador de todas as coisas (Gênesis 1:1). O relato bíblico usa uma linguagem poética e teológica, deixando espaço para interpretações não literalistas. A vida e os ensinamentos de Jesus enfatizam a soberania de Deus sobre a criação e o valor intrínseco da vida humana (Mateus 6:26-30). A Bíblia também sugere que Deus sustenta e governa o universo em um processo contínuo (Hebreus 1:3), o que alguns cristãos entendem como compatível com a evolução. Essa compatibilidade, porém, depende de uma abordagem não fundamentalista das Escrituras.
(4) BIBLIOGRAFIA
- A Origem das Espécies – Charles Darwin (1859)
- Deus, um Delírio – Richard Dawkins (2006)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006)
- Criacionismo e Evolução: Uma Visão Teológica – Alister McGrath (2003)
- Ciência e Fé: Amigos ou Inimigos? – John Lennox (2007)
- O Relojoeiro Cego – Richard Dawkins (1986)
- O Gene Egoísta – Richard Dawkins (1976)
- Ciência e Religiosidade – Teilhard de Chardin (1955)
- Darwin no Divã – Stephen Jay Gould (2002)
- Evolução e Criação: Uma Nova Perspectiva – Denis Alexander (2008).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A RELAÇÃO ENTRE O BIG BANG E DEUS
A questão considera se há espaço para o papel de Deus na origem do universo, dado que o modelo do Big Bang oferece uma explicação científica para o início do cosmos. O modelo descreve o surgimento do espaço-tempo, matéria e energia há aproximadamente 13,8 bilhões de anos, mas não responde o que causou ou antecedeu esse evento. Filósofos como William Lane Craig (com a argumentação cosmológica de Kalam) e cientistas como Stephen Hawking e Lawrence Krauss têm abordado a questão, discutindo se a origem do universo implica necessariamente em um Criador ou se pode ser explicada por leis naturais e mecanismos quânticos.
(2) PERSPECTIVAS RELIGIOSAS SOBRE O BIG BANG
O senso comum e muitas tradições religiosas veem Deus como a causa inicial de tudo. A Igreja Católica, por exemplo, não vê o Big Bang como incompatível com a fé, com o padre Georges Lemaître, um dos pioneiros da teoria, sendo também um sacerdote. Teólogos argumentam que o Big Bang pode ser interpretado como o método pelo qual Deus trouxe o universo à existência, mantendo o papel de Criador. Por outro lado, críticos apontam que se o universo teve uma origem espontânea, isso poderia questionar a necessidade de Deus como uma causa primária.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A ORIGEM DO UNIVERSO
A Bíblia não fornece uma descrição científica do início do universo, mas afirma que Deus criou "os céus e a terra" (Gênesis 1:1). Passagens como Hebreus 11:3 sugerem que o universo visível foi formado a partir do invisível, um conceito que pode ser comparado às descobertas modernas sobre a origem do cosmos. A criação, na Bíblia, não está limitada ao momento inicial, mas envolve um ato contínuo de sustentação (Colossenses 1:17). A vida e os ensinamentos de Jesus reforçam a soberania de Deus sobre toda a criação, mas não entram em detalhes cosmológicos, sugerindo que o propósito divino é mais relacional e moral do que explicativo.
(4) BIBLIOGRAFIA
- O Universo Numa Casca de Noz – Stephen Hawking (2001)
- Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking (1988)
- O Grande Projeto: Novas Respostas para Questões Definitivas da Vida – Stephen Hawking e Leonard Mlodinow (2010)
- O Universo do Nada – Lawrence Krauss (2012)
- Em Defesa de Deus: Como a Fé Sustenta a Ciência – Alister McGrath (2005)
- Deus e o Big Bang: Uma História de Convergência – Gerald Schroeder (1990)
- O Universo Inflacionário – Alan Guth (1997)
- A Criação do Cosmos – Paul Davies (1983)
- Por Que Existe Algo em Vez de Nada? – William Lane Craig (2013)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) MILAGRES E A CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
Esta questão ateia explora o aparente conflito entre o princípio da conservação da energia, que afirma que a energia não pode ser criada nem destruída, e a existência de milagres, que frequentemente envolvem eventos que parecem violar leis naturais. Estudiosos como David Hume, que questionou a racionalidade de acreditar em milagres, e Alvin Plantinga, que defendeu a compatibilidade entre milagres e leis naturais, têm abordado esse tema. O debate centra-se em como os milagres podem ser reconciliados com uma visão científica do universo que parece não permitir intervenções sobrenaturais.
(2) O PENSAMENTO RELIGIOSO SOBRE MILAGRES
As tradições religiosas frequentemente veem milagres como intervenções divinas que suspendem ou transcendem as leis naturais. O senso comum associa milagres a ações que evidenciam o poder de Deus, como curas inexplicáveis ou eventos extraordinários. Teólogos como C.S. Lewis argumentaram que milagres não violam as leis naturais, mas representam um agente externo (Deus) introduzindo novas condições no sistema. Essa perspectiva sugere que as leis naturais ainda se aplicam, mas podem ser temporariamente sobrepostas por uma vontade divina superior.
(3) O TESTEMUNHO BÍBLICO SOBRE MILAGRES
A Bíblia descreve milagres como manifestações do poder de Deus, exemplificando Seu propósito e natureza. Jesus realizou milagres como curas e a multiplicação de alimentos, que os Evangelhos apresentam não como violações das leis naturais, mas como atos reveladores do reino de Deus (Mateus 14:13-21). As Escrituras não pretendem explicar milagres em termos científicos, mas como sinais da presença divina. Além disso, textos como Hebreus 1:3 sugerem que Deus sustenta o universo, permitindo a coexistência de leis naturais com Sua intervenção soberana.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Milagres – C.S. Lewis (1947)
- Contra os Milagres – David Hume (1748)
- Deus e os Milagres – R.C. Sproul (2013)
- Ciência e Religião: Conflito ou Concórdia? – John Polkinghorne (1998)
- A Defesa da Fé Cristã – Alvin Plantinga (1984)
- O Problema dos Milagres – Gary Habermas (1991)
- Teologia e Ciência: A Racionalidade da Fé – Alister McGrath (2002)
- Deus na Era da Ciência – John Lennox (2011)
- Fé e Razão – Richard Swinburne (1981)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A RELAÇÃO ENTRE CIÊNCIA E O PAPEL DE DEUS
Essa questão ateia reflete um ceticismo fundamentado em como os fenômenos naturais, explicados de forma abrangente pela ciência, deixam espaço para a ideia de Deus como causa ou agente ativo no universo. Além disso, destaca a aparente contradição entre o ideal de justiça e amor defendido por Jesus e a hipocrisia de religiosos gananciosos e injustos. Estudiosos como Stephen Hawking, que explorou cosmologia sem recorrer à ideia de Deus, e Alister McGrath, que argumenta pela complementaridade entre ciência e fé, têm contribuído ao debate. O questionamento é intensificado quando ateus, muitas vezes vivendo valores próximos ao ensinamento de Jesus, rejeitam o senso de divindade promovido por instituições religiosas falhas.
(2) DEUS NA CIÊNCIA E NA RELIGIÃO
A tradição religiosa frequentemente apresenta Deus como criador e sustentador do universo, operando tanto nas leis naturais quanto nos eventos sobrenaturais. No senso comum, a ciência e a fé são vistas como opostas, mas teólogos argumentam que a ciência explica “como” o universo funciona, enquanto a religião aborda “por que” ele existe. Pensadores como John Polkinghorne e Francis Collins afirmam que a ciência revela a ordem e a beleza do universo, apontando para um Criador, enquanto a corrupção de religiosos é atribuída à natureza humana falível, e não à essência divina.
(3) O TESTEMUNHO BÍBLICO SOBRE DEUS E A CIÊNCIA
A Bíblia apresenta Deus como autor tanto do mundo natural quanto da moralidade. Textos como Salmos 19:1 afirmam que “os céus declaram a glória de Deus”, sugerindo que a criação reflete o Criador. Jesus, em Seu ensino, enfatizou a justiça e o amor ao próximo (Mateus 22:37-39), valores que ecoam em práticas ateístas de justiça social. No entanto, Ele também condenou a hipocrisia religiosa (Mateus 23), mostrando que Deus não se alinha aos corruptos, mas busca sinceridade e transformação. Assim, o papel de Deus é transcender a ciência, orientando moral e espiritualmente os seres humanos.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Deus na Era da Ciência – John Lennox (2011)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006)
- Ciência e Religião: Conflito ou Concórdia? – John Polkinghorne (1998)
- A Ilusão de Deus – Richard Dawkins (2006)
- Teologia Natural – William Paley (1802)
- Fé e Razão – Richard Swinburne (1981)
- Milagres – C.S. Lewis (1947)
- Deus, um Delírio? – Alister McGrath (2007)
- A Física de Deus: A Ciência e a Espiritualidade Convergindo – Amit Goswami (2000)
- Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus – Alister McGrath (2014).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DAS LEIS DA FÍSICA E A EXISTÊNCIA DE DEUS
Esta questão ateia examina por que as leis naturais parecem operar com regularidade e independência, sem necessidade de intervenção divina contínua. Isso sugere, para muitos céticos, que um Criador pode não ser necessário para explicar o funcionamento do universo. Estudiosos como Stephen Hawking, que argumenta que as leis físicas podem explicar o universo sem um Deus, e Paul Davies, que busca compreender as implicações filosóficas das leis da física, têm abordado profundamente essa temática. A questão desafia a visão de um Deus atuante e cria um debate entre ciência, filosofia e teologia.
(2) A PERSPECTIVA RELIGIOSA E TEOLÓGICA
As tradições religiosas e teológicas sustentam que Deus criou as leis da física e as estabeleceu para sustentar a ordem no universo. O senso comum muitas vezes vê Deus como alguém que "ajusta" a criação em momentos de necessidade, mas muitos teólogos, como John Polkinghorne, argumentam que o universo com leis bem definidas é uma evidência do projeto divino. Para eles, a aparente autonomia das leis físicas reflete a sabedoria de Deus em criar um sistema que não requer intervenções constantes, mas que aponta para Sua soberania.
(3) A RESPOSTA BÍBLICA COERENTE COM JESUS
A Bíblia apresenta Deus como o autor das leis naturais, mantendo o cosmos pela Sua palavra (Hebreus 1:3). As Escrituras afirmam que Deus estabeleceu uma criação ordenada (Gênesis 1) e que a regularidade das leis naturais reflete Sua fidelidade e caráter imutável. Jesus, ao realizar milagres, demonstrou que Deus pode operar fora dessas leis para cumprir Seus propósitos, mas tais ações são exceções que reforçam Sua autoridade sobre a criação. Assim, a Bíblia não apresenta as leis da física como rivais de Deus, mas como uma expressão de Sua ordem e inteligência.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking (1988)
- Deus e as Novas Ciências – Paul Davies (1983)
- O Universo em uma Casca de Noz – Stephen Hawking (2001)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006)
- Deus na Era da Ciência – John Lennox (2011)
- A Ilusão de Deus – Richard Dawkins (2006)
- Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus – Alister McGrath (2014)
- Milagres – C.S. Lewis (1947)
- O Sentimento de Racionalidade – William James (1897)
- Ciência e Religião: Conflito ou Concórdia? – John Polkinghorne (1998)
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DO UNIVERSO E O "NADA"
Esta questão ateia explora se a origem do universo pode ser explicada sem recorrer a um Criador divino. Argumentos científicos e filosóficos sugerem que o universo pode ter surgido espontaneamente a partir de "nada", como propõem teorias de cosmologia quântica. Stephen Hawking, em "O Grande Projeto", e Lawrence Krauss, em "Um Universo que Veio do Nada", defendem que as leis da física tornam desnecessária a existência de Deus para explicar o início do cosmos. A questão desafia a ideia de causalidade divina como fundamento da existência.
(2) A VISÃO RELIGIOSA E TEOLÓGICA
A tradição religiosa e teológica afirma que Deus é a causa primeira, o fundamento de tudo que existe. O senso comum associa a origem de algo a um Criador. Teólogos como Tomás de Aquino argumentaram que "do nada, nada vem" sem um ser eterno que cause a existência. A noção de um Deus que "cria do nada" (ex nihilo) reflete a ideia de que Deus não só iniciou o universo, mas também deu origem às próprias leis físicas que governam sua existência.
(3) A RESPOSTA BÍBLICA COERENTE COM JESUS
A Bíblia afirma que Deus é o Criador de todas as coisas, inclusive do próprio conceito de "nada" (João 1:3; Hebreus 11:3). Embora a ciência descreva mecanismos que podem explicar o surgimento do universo, a Bíblia apresenta Deus como a causa subjacente e sustentadora. Jesus, ao afirmar ser "o caminho, a verdade e a vida" (João 14:6), indica que o significado último do universo está em Deus, não apenas em sua origem material. Assim, a criação não é apenas um evento, mas um ato contínuo de sustento divino.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Um Universo que Veio do Nada – Lawrence Krauss (2012)
- O Grande Projeto – Stephen Hawking e Leonard Mlodinow (2010)
- O Universo Elegante – Brian Greene (1999)
- A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe – Francis Collins (2006)
- Deus e a Nova Física – Paul Davies (1983)
- A Ilusão de Deus – Richard Dawkins (2006)
- Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus – Alister McGrath (2014)
- Confissões – Santo Agostinho (398 d.C.)
- Suma Teológica – Tomás de Aquino (1265-1274)
- O Sentimento de Racionalidade – William James (1897).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA NEUROCIÊNCIA E DAS EXPERIÊNCIAS RELIGIOSAS
Esta questão ateia examina se experiências religiosas e espirituais podem ser explicadas exclusivamente por processos cerebrais, sem necessidade de intervenção sobrenatural. Estudos em neurociência, como os de Andrew Newberg e Vilayanur Ramachandran, sugerem que áreas específicas do cérebro, como o lobo temporal, estão associadas a experiências de transcendência e conexão espiritual. Pesquisadores como Michael Persinger, com o "Capacete de Deus", exploraram como estímulos cerebrais artificiais podem induzir sensações de presença divina, levantando dúvidas sobre a origem transcendental dessas experiências.
(2) O QUE RELIGIÃO E TEÓLOGOS DIZEM SOBRE ESSAS EXPERIÊNCIAS
Religiões e teólogos afirmam que experiências religiosas são encontros reais com o divino, não meras reações neurológicas. O senso comum enxerga essas vivências como evidências de uma dimensão espiritual que transcende o material. Agostinho, por exemplo, defendia que o coração humano anseia por Deus. No entanto, a descoberta de correlações entre atividade cerebral e experiências religiosas leva alguns a questionar se essas experiências são criadas pelo cérebro ou se o cérebro é apenas o meio pelo qual Deus se manifesta.
(3) A RESPOSTA BÍBLICA COERENTE COM JESUS
A Bíblia apresenta experiências espirituais como encontros genuínos com Deus, mediadas pelo Espírito Santo (João 14:26; Atos 2:4). Essas experiências são subjetivas, mas reais no contexto cristão, e não se limitam ao funcionamento do cérebro. Jesus afirmou que "Deus é Espírito" (João 4:24), indicando que a conexão com o divino transcende o material. A neurociência pode descrever os mecanismos pelos quais o ser humano experimenta o sagrado, mas isso não invalida a origem espiritual dessas experiências.
(4) BIBLIOGRAFIA
- How God Changes Your Brain (Como Deus Muda Seu Cérebro) – Andrew Newberg e Mark Robert Waldman (2009)
- The Spiritual Brain (O Cérebro Espiritual) – Mario Beauregard e Denyse O'Leary (2007)
- God’s Brain (O Cérebro de Deus) – Lionel Tiger e Michael McGuire (2010)
- The Believing Brain (O Cérebro que Crê) – Michael Shermer (2011)
- Why God Won’t Go Away (Por que Deus Não Vai Embora) – Andrew Newberg e Eugene D'Aquili (2001)
- Neurotheology: How Science Can Enlighten Us About Spirituality (Neuroteologia: Como a Ciência Pode nos Esclarecer sobre a Espiritualidade) – Andrew Newberg (2018)
- Religion Explained (Religião Explicada) – Pascal Boyer (2001)
- God, Freedom, and the Brain (Deus, Liberdade e o Cérebro) – Walter Sinnott-Armstrong (2004)
- The God Part of the Brain (A Parte de Deus no Cérebro) – Matthew Alper (1996)
- Faith, Science, and Reason (Fé, Ciência e Razão) – Christopher T. Baglow (2011).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA TECNOLOGIA E DA INTERVENÇÃO DIVINA
Essa questão ateia busca compreender se a necessidade de oração e fé em curas divinas ainda se justifica, dado o avanço da ciência médica e da tecnologia. A dúvida central é: se as curas antes atribuídas a Deus agora são possíveis pela medicina, então a fé tem um papel relevante? Pesquisadores como Richard Dawkins e Daniel Dennett argumentam que a ciência substituiu a religião como principal fonte de explicação e solução para problemas humanos. Por outro lado, estudiosos como Francis Collins e Alister McGrath apontam que a fé e a ciência não são necessariamente excludentes, mas podem coexistir como formas complementares de compreender a realidade.
(2) O QUE RELIGIÃO E TEÓLOGOS DIZEM SOBRE CURA E FÉ
O senso comum religioso tradicionalmente vê a cura como um ato divino, seja diretamente por milagres ou indiretamente por meio da medicina. Teólogos cristãos, como Tomás de Aquino e Agostinho, argumentam que Deus age tanto através de meios naturais quanto sobrenaturais. Para muitos religiosos, a tecnologia e a ciência são ferramentas pelas quais Deus manifesta sua providência. Assim, a existência de avanços médicos não exclui a oração, mas a complementa, pois muitos acreditam que a fé pode fortalecer a recuperação e promover bem-estar emocional e espiritual.
(3) A RESPOSTA BÍBLICA COERENTE COM JESUS
A Bíblia não rejeita o uso de recursos humanos para a cura. Lucas, um dos evangelistas, era médico (Colossenses 4:14), e Jesus usava elementos naturais para curar (João 9:6). No entanto, a oração continua sendo um meio de buscar o auxílio divino (Tiago 5:14-15), tanto para cura quanto para fortalecimento na doença. Jesus nunca colocou a fé em oposição ao conhecimento humano, mas a usou para reforçar a confiança no cuidado de Deus. Dessa forma, a ciência médica e a oração podem coexistir como expressões do mesmo princípio divino de restauração da vida.
(4) BIBLIOGRAFIA
- The Language of God (A Linguagem de Deus) – Francis Collins (2006)
- Science and Religion: A New Introduction (Ciência e Religião: Uma Nova Introdução) – Alister McGrath (2010)
- God’s Undertaker: Has Science Buried God? (O Coveiro de Deus: A Ciência Enterrou Deus?) – John Lennox (2009)
- The Faith of a Physicist (A Fé de um Físico) – John Polkinghorne (1996)
- The Case for Miracles (O Caso dos Milagres) – Lee Strobel (2018)
- Miracles: A Journalist Looks at Modern-Day Experiences of God's Power (Milagres: Um Jornalista Analisa Experiências Modernas do Poder de Deus) – Tim Stafford (2012)
- The Divine Action Project (O Projeto da Ação Divina) – Robert John Russell (2008)
- Faith, Science, and Reason (Fé, Ciência e Razão) – Christopher T. Baglow (2011)
- Where the Conflict Really Lies: Science, Religion, and Naturalism (Onde o Conflito Realmente Está: Ciência, Religião e Naturalismo) – Alvin Plantinga (2011)
- The Varieties of Religious Experience (As Variedades da Experiência Religiosa) – William James (1902).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PRINCÍPIO DA PARCIMÔNIA E A EXISTÊNCIA DE DEUS
A Navalha de Occam afirma que, diante de múltiplas explicações para um fenômeno, a mais simples deve ser preferida. Ateus argumentam que a hipótese de Deus adiciona uma entidade desnecessária ao explicar o universo, pois a ciência já fornece explicações naturais. Assim, a existência de Deus violaria a parcimônia, tornando-se uma hipótese supérflua. Filósofos como Bertrand Russell e Richard Dawkins usaram esse princípio para criticar o teísmo, enquanto William Lane Craig e Alvin Plantinga defenderam que Deus é uma explicação fundamental, e não redundante, para a origem da realidade.
(2) O QUE RELIGIÃO E TEÓLOGOS DIZEM SOBRE A SIMPLICIDADE DE DEUS
O senso comum religioso sustenta que Deus é a causa primeira e a base da realidade, não um elemento supérfluo. Tomás de Aquino argumentou que Deus, sendo necessário, não pode ser descartado por parcimônia. Além disso, teólogos como Agostinho e Leibniz afirmam que o universo precisa de uma explicação última, e que Deus é a hipótese mais simples e abrangente para justificar a existência e a ordem do cosmos. Dessa forma, Deus não complica a explicação da realidade, mas a fundamenta.
(3) A RESPOSTA BÍBLICA COERENTE COM JESUS
A Bíblia não apresenta Deus como uma explicação arbitrária, mas como a fonte e o propósito da criação (Gênesis 1:1; João 1:3). Jesus reforça essa visão ao ensinar que Deus sustenta todas as coisas (Mateus 6:26-30). O Evangelho também mostra que a fé em Deus não é uma hipótese complexa, mas uma experiência pessoal de transformação (João 14:6). Assim, a Escritura não apresenta Deus como um acréscimo desnecessário, mas como a própria razão última da existência e da ordem no universo.
(4) BIBLIOGRAFIA
- The Existence of God (A Existência de Deus) – Richard Swinburne (2004)
- Reasonable Faith (Fé Racional) – William Lane Craig (2008)
- God, Freedom, and Evil (Deus, Liberdade e o Mal) – Alvin Plantinga (1974)
- The Coherence of Theism (A Coerência do Teísmo) – Richard Swinburne (1993)
- God's Philosophers: How the Medieval World Laid the Foundations of Modern Science (Os Filósofos de Deus: Como o Mundo Medieval Lançou as Bases da Ciência Moderna) – James Hannam (2009)
- The Grand Design (O Grande Projeto) – Stephen Hawking e Leonard Mlodinow (2010)
- The Blind Watchmaker (O Relojoeiro Cego) – Richard Dawkins (1986)
- A Manual for Creating Atheists (Um Manual para Criar Ateus) – Peter Boghossian (2013)
- The Blackwell Companion to Natural Theology (O Companheiro Blackwell para a Teologia Natural) – William Lane Craig e J.P. Moreland (2009)
- Why There Is Something Rather Than Nothing (Por Que Há Algo em Vez de Nada) – Bede Rundle (2004).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA FALTA DE EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS
A questão ateia parte do princípio de que, se Deus existe, deveria haver evidências empíricas verificáveis que confirmassem Sua presença. Como os métodos científicos baseiam-se na observação e na experimentação, muitos céticos argumentam que a ausência de tais provas coloca a existência de Deus em dúvida. Filósofos como Bertrand Russell e J.L. Mackie enfatizaram que a crença em Deus carece de suporte empírico, enquanto defensores do teísmo, como William Lane Craig e Alvin Plantinga, argumentam que a existência de Deus não se limita ao domínio da ciência, mas também à experiência pessoal e à razão filosófica.
É preciso considerar, também, que a ciência ainda não encontrou certas respostas porque, ela mesma, está em evolução. Há descobertas hoje que eram impossíveis em décadas e séculos passados. Há perspectivas hoje consideradas pela ciência, que em tempos passados nem se cogitava pensar nelas. Há, também, tecnologias atuais, que abriram, em muito, a capacidade da ciência encontrar respostas impossíveis antes. Tudo isto e muito mais, podem ser consideradas para a ausência de evidências aceitáveis sobre a existência de Deus, segundo a compreensão científica.
(2) A POSIÇÃO RELIGIOSA E TEOLÓGICA SOBRE A EVIDÊNCIA DE DEUS
A religião tradicionalmente argumenta que Deus não é um objeto físico dentro do universo, mas a causa primeira e transcendente de toda a realidade. Tomás de Aquino e Agostinho sustentaram que Deus se revela através da ordem natural, da moralidade e da experiência subjetiva. Além disso, muitos teólogos afirmam que o conhecimento de Deus não se dá apenas por meio de evidências empíricas, mas também por revelação, fé e raciocínio filosófico. Assim, a ausência de comprovação científica direta não implica inexistência, mas sim uma natureza diferente do divino.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A EVIDÊNCIA DE DEUS
A Bíblia ensina que Deus pode ser conhecido através da criação (Romanos 1:20), da consciência humana (Eclesiastes 3:11) e da experiência pessoal com Ele (João 14:21). Jesus enfatiza a importância da fé, mas também realiza sinais e milagres como evidências para aqueles que creem (João 20:29-31). No entanto, a Escritura sugere que a busca por Deus não depende apenas de provas externas, mas de um coração disposto a reconhecê-Lo (Hebreus 11:6). Dessa forma, a Bíblia propõe que a maior evidência da existência de Deus está na transformação espiritual e no testemunho pessoal.
(4) BIBLIOGRAFIA
- The Existence of God (A Existência de Deus) – Richard Swinburne (2004)
- Reasonable Faith (Fé Racional) – William Lane Craig (2008)
- God and the New Atheism (Deus e o Novo Ateísmo) – John F. Haught (2008)
- The Coherence of Theism (A Coerência do Teísmo) – Richard Swinburne (1993)
- There is a God: How the World's Most Notorious Atheist Changed His Mind (Existe um Deus: Como o Ateu Mais Notório do Mundo Mudou de Ideia) – Antony Flew (2007)
- The Grand Design (O Grande Projeto) – Stephen Hawking e Leonard Mlodinow (2010)
- The God Delusion (Deus, um Delírio) – Richard Dawkins (2006)
- The Blackwell Companion to Natural Theology (O Companheiro Blackwell para a Teologia Natural) – William Lane Craig e J.P. Moreland (2009)
- Mere Christianity (Cristianismo Puro e Simples) – C.S. Lewis (1952)
- Faith and Reason (Fé e Razão) – Alvin Plantinga (1983).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA DETECTABILIDADE CIENTÍFICA DE DEUS
Essa questão ateia argumenta que, se Deus realmente interage com o mundo, Suas ações deveriam ser mensuráveis e verificáveis pelo método científico. No entanto, tais interações parecem não ser detectáveis, o que leva alguns a questionarem se elas realmente ocorrem. Filósofos como Bertrand Russell e Richard Dawkins afirmam que a ausência de evidência científica das intervenções divinas sugere que Deus não existe ou não age no mundo. Em contrapartida, teístas como Alvin Plantinga e William Lane Craig argumentam que a ciência, sendo um método limitado ao estudo do natural, não pode necessariamente captar realidades sobrenaturais.
(2) A POSIÇÃO RELIGIOSA E TEOLÓGICA SOBRE A AÇÃO DIVINA
A tradição religiosa sustenta que Deus não é um agente físico dentro do universo, mas uma realidade transcendente, cujas ações nem sempre são passíveis de medição científica. Tomás de Aquino defendia que Deus age primariamente através de causas secundárias, como as leis naturais e os eventos da história. Além disso, muitas doutrinas cristãs afirmam que a interação divina pode ser sutil, operando no nível da consciência, das experiências subjetivas e dos milagres, que, por definição, seriam eventos raros e não repetíveis, dificultando sua análise científica.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A INTERAÇÃO DIVINA
A Bíblia ensina que Deus interage com o mundo de formas diversas, tanto através de milagres visíveis (Êxodo 14:21-22; João 11:43-44) quanto de maneiras sutis, como na providência diária (Mateus 6:26-30). Jesus reconhece que nem todos os sinais de Deus são aceitos por aqueles que já não creem (Lucas 16:31). Além disso, a Escritura sugere que o conhecimento de Deus não depende apenas de evidências científicas, mas de um relacionamento pessoal e da revelação espiritual (João 14:21; Hebreus 11:6). Dessa forma, a fé e a experiência religiosa complementam, e não necessariamente competem, com o conhecimento científico.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Where the Conflict Really Lies: Science, Religion, and Naturalism (Onde Realmente Está o Conflito: Ciência, Religião e Naturalismo) – Alvin Plantinga (2011)
- God’s Undertaker: Has Science Buried God? (O Coveiro de Deus: A Ciência Enterrou Deus?) – John Lennox (2009)
- Miracles (Milagres) – C.S. Lewis (1947)
- Reasonable Faith (Fé Racional) – William Lane Craig (2008)
- The Existence of God (A Existência de Deus) – Richard Swinburne (2004)
- The Language of God (A Linguagem de Deus) – Francis Collins (2006)
- Science and Religion: Are They Compatible? (Ciência e Religião: São Compatíveis?) – Daniel Dennett e Alvin Plantinga (2010)
- The Blackwell Companion to Science and Christianity (O Companheiro Blackwell para Ciência e Cristianismo) – J.B. Stump e Alan G. Padgett (2012)
- The Divine Action Project (O Projeto da Ação Divina) – Robert J. Russell, Nancey Murphy e William Stoeger (1995)
- Faith and Reason (Fé e Razão) – Alvin Plantinga (1983).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA NECESSIDADE DA FÉ
Essa questão ateia sugere que, se Deus realmente existe, a fé não deveria ser necessária, pois Sua existência deveria ser óbvia e inquestionável. A ideia é que, assim como não é preciso fé para acreditar em fatos científicos verificáveis, também não deveria ser necessário crer sem evidências diretas em um ser supostamente real e atuante. Filósofos como Bertrand Russell e Richard Dawkins argumentam que a exigência da fé parece indicar uma falta de evidência concreta para a existência de Deus. Em contrapartida, estudiosos cristãos como Alvin Plantinga, William Lane Craig e John Hick defendem que a fé é parte essencial da relação com Deus, não porque Ele seja incognoscível, mas porque busca uma resposta livre e pessoal do ser humano.
(2) A VISÃO RELIGIOSA SOBRE DEUS E A FÉ
Religiões monoteístas, especialmente o Cristianismo, ensinam que Deus deseja que os seres humanos se relacionem com Ele não apenas por evidência racional, mas também por confiança e amor. Teólogos como Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino argumentam que Deus se revela tanto por meio da razão quanto da fé, sendo esta última necessária porque Deus não é um objeto físico dentro do universo, mas um ser transcendente. Além disso, a fé permite que o ser humano tenha um relacionamento voluntário com Deus, e não apenas um conhecimento frio e impessoal, o que está alinhado com a ideia de livre-arbítrio.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A FÉ
A Bíblia ensina que a fé é um elemento essencial da relação com Deus, não porque Ele seja oculto, mas porque deseja que as pessoas escolham buscá-Lo (Hebreus 11:6). Jesus frequentemente destaca que sinais e milagres não são suficientes para gerar fé genuína (João 20:29; Lucas 16:31). Além disso, o Novo Testamento ensina que a fé não é uma simples crença cega, mas uma confiança baseada na experiência espiritual e no testemunho de Deus na história (Romanos 1:20; João 10:37-38). Portanto, a fé não é necessária devido à ausência de Deus, mas porque Ele deseja que os humanos O conheçam não apenas intelectualmente, mas também por meio de um compromisso pessoal.
(4) BIBLIOGRAFIA
- Faith and Reason (Fé e Razão) – Alvin Plantinga (1983)
- The Reason for God (A Razão para Deus) – Timothy Keller (2008)
- Warranted Christian Belief (Crença Cristã Justificada) – Alvin Plantinga (2000)
- The Experience of God: Being, Consciousness, Bliss (A Experiência de Deus: Ser, Consciência, Bem-Aventurança) – David Bentley Hart (2013)
- Mere Christianity (Cristianismo Puro e Simples) – C.S. Lewis (1952)
- Reasonable Faith (Fé Racional) – William Lane Craig (2008)
- The God Who is There (O Deus que Está Lá) – Francis Schaeffer (1968)
- Belief in God in an Age of Science (Crença em Deus em uma Era Científica) – John Polkinghorne (1998)
- Is Faith in God Reasonable? (A Fé em Deus é Razoável?) – Christopher Hitchens e William Lane Craig (2014)
- The Evidential Power of Beauty (O Poder Evidencial da Beleza) – Thomas Dubay (1999).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA CLAREZA DAS EVIDÊNCIAS
Essa questão ateia parte do pressuposto de que, se Deus realmente existe, Sua existência deveria ser evidente e incontestável para todos, de modo que qualquer pessoa, independentemente de crenças ou contexto cultural, pudesse reconhecê-Lo de forma clara. A ausência de evidências universalmente convincentes faz com que muitos vejam a crença em Deus como uma questão de fé subjetiva, e não de conhecimento objetivo. Filósofos como J.L. Mackie, Bertrand Russell e Richard Dawkins argumentam que a ambiguidade das evidências sugere que Deus pode ser uma construção humana, não uma realidade objetiva. Por outro lado, teístas como Alvin Plantinga, William Lane Craig e John Hick afirmam que a existência de Deus não é óbvia para todos porque Ele deseja um relacionamento baseado na fé e no livre-arbítrio, e não uma mera constatação intelectual.
(2) A VISÃO RELIGIOSA SOBRE A PERCEPÇÃO DE DEUS
Muitas tradições religiosas ensinam que Deus não é um objeto dentro do universo que pode ser detectado como um fenômeno físico, mas um ser transcendente cuja existência deve ser buscada com intenção e abertura espiritual. Teólogos como Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino argumentam que a compreensão de Deus exige não apenas evidência racional, mas também disposição moral e espiritual para reconhecê-Lo. A ideia de que Deus oculta Sua presença, em parte, para preservar o livre-arbítrio humano é defendida por estudiosos como John Hick, que sugere que a fé deve ser uma escolha genuína, e não uma conclusão inevitável imposta por provas irrefutáveis.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE AS EVIDÊNCIAS DE DEUS
A Bíblia ensina que Deus se revela de várias formas, mas que essa revelação pode ser rejeitada por aqueles que não querem reconhecê-Lo (Romanos 1:20). Jesus, em seus ensinamentos, reforça que a fé não se baseia apenas em sinais e milagres, pois mesmo aqueles que testemunharam Suas obras frequentemente O rejeitaram (Lucas 16:31; João 20:29). Além disso, a Escritura sugere que a relação com Deus não se baseia apenas em prova objetiva, mas também na disposição do coração humano para buscá-Lo (Hebreus 11:6). Portanto, a ausência de uma prova incontestável não significa que Deus não exista, mas que Ele deseja ser encontrado por meio de uma busca sincera.
(4) BIBLIOGRAFIA
- The Hiddenness of God (O Ocultamento de Deus) – Michael C. Rea (2009)
- Divine Hiddenness and Human Reason (O Ocultamento Divino e a Razão Humana) – J.L. Schellenberg (1993)
- Warranted Christian Belief (Crença Cristã Justificada) – Alvin Plantinga (2000)
- The Problem of God: Answering a Skeptic’s Challenges to Christianity (O Problema de Deus: Respondendo aos Desafios de um Cético ao Cristianismo) – Mark Clark (2017)
- Faith and Reason (Fé e Razão) – Alvin Plantinga (1983)
- The Reason for God (A Razão para Deus) – Timothy Keller (2008)
- Reasonable Faith (Fé Razoável) – William Lane Craig (2008)
- The Experience of God: Being, Consciousness, Bliss (A Experiência de Deus: Ser, Consciência, Bem-Aventurança) – David Bentley Hart (2013)
- The Divine Conspiracy (A Conspiração Divina) – Dallas Willard (1998)
- Mere Christianity (Cristianismo Puro e Simples) – C.S. Lewis (1952).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA SUBJETIVIDADE DAS REVELAÇÕES
Essa questão ateia levanta o problema de como experiências pessoais, sentimentos religiosos e revelações subjetivas podem ser considerados evidências confiáveis da existência de Deus. A argumentação cética sustenta que testemunhos individuais variam conforme a cultura e a crença de cada pessoa, tornando-se um fundamento inconsistente para a existência de uma divindade. Filósofos como David Hume, Bertrand Russell e Richard Dawkins defendem que relatos pessoais podem ser influenciados por predisposições psicológicas, erros cognitivos ou fatores sociais, não servindo como provas objetivas. Por outro lado, teístas como Alvin Plantinga, William Alston e Richard Swinburne argumentam que as experiências religiosas podem ser tão legítimas quanto outras formas de conhecimento empírico e racional.
(2) A POSIÇÃO TEOLÓGICA SOBRE EXPERIÊNCIAS RELIGIOSAS
A tradição religiosa frequentemente afirma que Deus se manifesta pessoalmente a cada indivíduo de maneiras que transcendem a observação científica. Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino defendiam que o conhecimento de Deus poderia vir tanto pela razão quanto por experiências espirituais diretas. O senso comum religioso também vê as experiências místicas como evidências legítimas, considerando que milhões de pessoas, ao longo da história, relataram encontros com o divino. A teologia cristã enfatiza que o testemunho individual é um dos meios pelos quais Deus se revela ao mundo, mas que essas experiências devem ser interpretadas dentro de um contexto doutrinário e comunitário para evitar enganos.
(3) A PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE TESTEMUNHOS E REVELAÇÕES
A Bíblia afirma que Deus se comunica diretamente com as pessoas por meio de revelações individuais e coletivas. Moisés, os profetas e os apóstolos tiveram experiências diretas com Deus, e o próprio Jesus ensinou que aqueles que desejam conhecê-Lo devem ter um coração disposto à fé (Mateus 11:25-27). No Novo Testamento, experiências subjetivas, como o testemunho da ressurreição de Cristo, são fundamentais para a fé cristã (1 Coríntios 15:3-8). No entanto, a Escritura também adverte sobre a necessidade de discernimento, recomendando testar os espíritos e verificar se a experiência está alinhada com a verdade revelada (1 João 4:1).
(4) BIBLIOGRAFIA
- Perceiving God: The Epistemology of Religious Experience (Percebendo Deus: A Epistemologia da Experiência Religiosa) – William Alston (1991)
- Warranted Christian Belief (Crença Cristã Justificada) – Alvin Plantinga (2000)
- Faith and Rationality: Reason and Belief in God (Fé e Racionalidade: Razão e Crença em Deus) – Alvin Plantinga & Nicholas Wolterstorff (1983)
- The Existence of God (A Existência de Deus) – Richard Swinburne (2004)
- The Varieties of Religious Experience (As Variedades da Experiência Religiosa) – William James (1902)
- Miracles (Milagres) – C.S. Lewis (1947)
- Religious Experience Reconsidered (A Experiência Religiosa Reconsiderada) – Ann Taves (2009)
- God and Other Minds (Deus e Outras Mentes) – Alvin Plantinga (1967)
- The Reason for God (A Razão para Deus) – Timothy Keller (2008)
- Testemunhos Religiosos e Experiência de Deus – Eleonore Stump (2012).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA VERIFICABILIDADE DOS MILAGRES
Essa questão ateia levanta a dificuldade de comprovar milagres por meio de métodos científicos, pois eventos extraordinários deveriam ser documentados de maneira verificável e repetível para serem aceitos como evidências objetivas da existência de Deus. Críticos como David Hume argumentaram que milagres são, por definição, violações das leis naturais e, portanto, altamente improváveis. Bertrand Russell e Richard Dawkins sustentam que relatos de milagres são frequentemente baseados em testemunhos subjetivos e carecem de confirmação empírica. Em contrapartida, teólogos como C.S. Lewis, William Lane Craig e Craig Keener defendem que os milagres podem ser eventos extraordinários que, mesmo quando explicáveis, não perdem seu significado espiritual e teológico.
(2) A PERSPECTIVA RELIGIOSA SOBRE MILAGRES
A teologia cristã tradicionalmente vê os milagres como intervenções divinas que não precisam ser repetíveis para serem autênticos. Agostinho de Hipona defendia que Deus age tanto através das leis naturais quanto além delas, realizando milagres para revelar Seu poder. O senso comum religioso aceita que muitos eventos, mesmo quando possuem explicações naturais, ainda podem ser considerados milagrosos por seu impacto e significado. Tomás de Aquino categorizava os milagres de diferentes formas, incluindo aqueles que transcendem as leis naturais e aqueles que ocorrem dentro delas, mas em circunstâncias especiais. Assim, um evento pode ser explicável sem deixar de ser uma manifestação divina.
(3) A VISÃO BÍBLICA SOBRE MILAGRES
A Bíblia apresenta milagres como sinais que apontam para a ação de Deus no mundo, especialmente no ministério de Jesus. Muitos de Seus milagres, como a ressurreição e a cura de doentes, foram testemunhados por multidões (João 20:30-31). No entanto, Jesus também advertiu que aqueles que exigem sinais podem estar buscando provas erradas, pois a fé não se baseia apenas em fenômenos visíveis (Mateus 12:39). A Escritura reconhece que nem todos os milagres serão aceitos por todos, pois a disposição do coração influencia a interpretação dos eventos (Lucas 16:31). Mesmo assim, a Bíblia ensina que Deus continua agindo no mundo, seja por meios extraordinários ou através de processos naturais.
(4) BIBLIOGRAFIA
-
Miracles (Milagres) – C.S. Lewis (1947)
-
Hume’s Abject Failure: The Argument Against Miracles (O Fracasso Miserável de Hume: O Argumento Contra Milagres) – John Earman (2000)
-
The Case for Miracles (O Caso dos Milagres) – Lee Strobel (2018)
-
The Resurrection of the Son of God (A Ressurreição do Filho de Deus) – N.T. Wright (2003)
-
Miracles Today: The Supernatural Work of God in the Modern World (Milagres Hoje: A Obra Sobrenatural de Deus no Mundo Moderno) – Craig Keener (2021)
-
Philosophy of Miracles (Filosofia dos Milagres) – David Corner (2007)
-
In Defense of Miracles: A Comprehensive Case for God’s Action in History (Em Defesa dos Milagres: Um Caso Abrangente para a Ação de Deus na História) – R. Douglas Geivett & Gary R. Habermas (1997)
-
Miracles and the Modern Mind (Milagres e a Mente Moderna) – Norman Geisler (1992)
-
The Logic of Miracles (A Lógica dos Milagres) – James Keller (2018)
-
God’s Action in the World: The Reality of Divine Providence (A Ação de Deus no Mundo: A Realidade da Providência Divina) – Maurice Wiles (1986).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) O PROBLEMA DA EFICÁCIA ESTATÍSTICA DA ORAÇÃO
Essa questão ateia levanta a dúvida sobre por que estudos controlados não mostram efeitos estatisticamente significativos das orações, sugerindo que, se Deus realmente respondesse às orações, haveria uma diferença mensurável entre aqueles que são alvos de oração e aqueles que não são. Filósofos e cientistas como Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris argumentam que a falta de evidência empírica para a eficácia da oração indica que seus efeitos são apenas psicológicos ou coincidências. Por outro lado, teólogos como Alvin Plantinga, William Lane Craig e C.S. Lewis defendem que a ação divina não pode ser testada como um experimento científico, pois Deus não é uma força mecânica, mas um ser pessoal que responde conforme Sua vontade e sabedoria.
(2) A VISÃO RELIGIOSA SOBRE A ORAÇÃO
O senso comum religioso entende a oração não como uma fórmula automática para obter resultados desejados, mas como um meio de relacionamento com Deus. A tradição cristã ensina que Deus responde de diferentes formas: sim, não ou espere, sempre considerando o bem maior e Seus propósitos. Santo Agostinho e Tomás de Aquino afirmavam que a oração não é um meio de manipular Deus, mas de alinhar a vontade humana à divina. Muitos teólogos ressaltam que os efeitos da oração são complexos e transcendem uma simples análise estatística, pois envolvem fatores espirituais e subjetivos. Assim, a oração não pode ser reduzida a um experimento de causa e efeito no mesmo sentido que fenômenos físicos.
(3) O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ORAÇÃO
A Bíblia ensina que Deus responde às orações segundo Sua vontade e propósito (1 João 5:14-15). Jesus enfatizou a necessidade da fé e da persistência na oração (Lucas 18:1-8), mas também deixou claro que a vontade de Deus prevalece, como demonstrado em Sua própria oração no Getsêmani (Mateus 26:39). Tiago 4:3 afirma que algumas orações não são atendidas porque são feitas com motivações erradas. Além disso, a Escritura ensina que o efeito da oração não se limita a respostas visíveis e mensuráveis, mas inclui transformação interior e fortalecimento espiritual.
(4) BIBLIOGRAFIA
-
The Efficacy of Prayer (A Eficácia da Oração) – C.S. Lewis (1959)
-
Philosophy of Religion: A Contemporary Introduction (Filosofia da Religião: Uma Introdução Contemporânea) – Keith E. Yandell (1999)
-
Does Prayer Work? (A Oração Funciona?) – David Myers (2013)
-
God, Chance and Purpose: Can God Have It Both Ways? (Deus, Acaso e Propósito: Deus Pode Ter Ambos?) – David J. Bartholomew (2008)
-
Prayer: Does It Make Any Difference? (Oração: Faz Alguma Diferença?) – Philip Yancey (2006)
-
Science and Religion: A New Introduction (Ciência e Religião: Uma Nova Introdução) – Alister McGrath (2010)
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The Case for Faith (Em Defesa da Fé) – Lee Strobel (2000)
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God and the New Atheism: A Critical Response to Dawkins, Harris, and Hitchens (Deus e o Novo Ateísmo: Uma Resposta Crítica a Dawkins, Harris e Hitchens) – John F. Haught (2008)
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The Hiddenness of God (A Ocultação de Deus) – Michael C. Rea (2018)
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Why God Won’t Go Away: Is the New Atheism Running on Empty? (Por Que Deus Não Vai Embora: O Novo Ateísmo Está Sem Fundamento?) – Alister McGrath (2011).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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(1) A QUESTÃO DA EVIDÊNCIA ARQUEOLÓGICA DOS MILAGRES
Essa questão ateia levanta a dúvida sobre por que eventos sobrenaturais descritos na Bíblia, como a travessia do Mar Vermelho, a queda das muralhas de Jericó ou a ressurreição de Jesus, não possuem evidências arqueológicas conclusivas. O argumento cético sugere que, se tais eventos ocorreram, eles deveriam deixar rastros materiais verificáveis. Arqueólogos e estudiosos como Israel Finkelstein, William G. Dever e Bart Ehrman questionam a historicidade de muitos relatos bíblicos. Por outro lado, pesquisadores como Kenneth Kitchen, James K. Hoffmeier e Craig Evans argumentam que a ausência de evidências não é prova de inexistência e que a arqueologia tem, em vários casos, corroborado aspectos históricos da Bíblia.
(2) O QUE A RELIGIÃO E A TEOLOGIA DIZEM SOBRE O TEMA
O senso comum religioso compreende que a fé em Deus e nos relatos bíblicos não depende exclusivamente de evidências materiais. O cristianismo e o judaísmo ensinam que Deus se manifesta na história, mas que muitos de Seus atos milagrosos não deixam rastros arqueológicos detectáveis, pois são eventos sobrenaturais que transcendem as leis naturais. Além disso, teólogos como Alvin Plantinga e William Lane Craig argumentam que o objetivo da revelação divina não é fornecer provas científicas, mas transformar a fé e a relação do ser humano com Deus. Muitos também apontam que fenômenos naturais podem ter sido usados por Deus para realizar eventos milagrosos, o que dificulta uma distinção clara entre intervenção divina e processos naturais.
(3) O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE O ASSUNTO
A Bíblia afirma que a fé não deve depender exclusivamente de sinais físicos (Hebreus 11:1) e que muitos eventos milagrosos foram testemunhados diretamente por aqueles que viveram na época (João 20:29). Jesus, ao realizar milagres, frequentemente os vinculava à fé das pessoas (Mateus 13:58), sugerindo que a crença em Deus não deve se basear apenas em provas tangíveis. Além disso, a Escritura ensina que nem todos os milagres seriam reconhecidos ou aceitos por aqueles que rejeitam a fé (Lucas 16:31). A ausência de evidências arqueológicas conclusivas não invalida os relatos bíblicos, mas reforça a ideia de que Deus se revela conforme Sua vontade e propósito.
(4) BIBLIOGRAFIA
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The Bible Unearthed: Archaeology’s New Vision of Ancient Israel and the Origin of Its Sacred Texts (A Bíblia Desenterrada: A Nova Visão da Arqueologia sobre o Antigo Israel e a Origem de Seus Textos Sagrados) – Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman (2001)
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On the Reliability of the Old Testament (Sobre a Confiabilidade do Antigo Testamento) – Kenneth A. Kitchen (2003)
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Exodus: Myth or History? (Êxodo: Mito ou História?) – David Rohl (2015)
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The Archaeology of the Bible (A Arqueologia da Bíblia) – James K. Hoffmeier (2011)
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Jesus and the Eyewitnesses: The Gospels as Eyewitness Testimony (Jesus e as Testemunhas Oculares: Os Evangelhos como Testemunho Ocular) – Richard Bauckham (2006)
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Can We Trust the Gospels? (Podemos Confiar nos Evangelhos?) – Peter J. Williams (2018)
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Is Atheism Dead? (O Ateísmo Está Morto?) – Eric Metaxas (2021)
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The Historical Jesus: The Life of a Mediterranean Jewish Peasant (O Jesus Histórico: A Vida de um Camponês Judeu Mediterrâneo) – John Dominic Crossan (1991)
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Evidence That Demands a Verdict (Evidência que Exige um Veredito) – Josh McDowell (1979)
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The Case for Christ (Em Defesa de Cristo) – Lee Strobel (1998).
Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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Embora o ateísmo, quanto a justiça social, amor ao próximo, pareça demais com Jesus, por serem “imagem e semelhança” de Deus, eles têm muitas dúvidas em relação ao senso de divindade que religiosos injustos e gananciosos afirmam nas religiões.
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