JANEIRO, POEMAS: PERDÃO, SENHOR, NÃO ÉS O JEOVÁ 3

  





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PESQUISA BIBLIOGRÁFICA CIENTÍFICA (com IAC)
investigação realizada pelo Pr. Psi. Jor Jônatas David Brandão Mota
uma das atuações do seu Pastorado4
ATENÇÃO
o conteúdo constante nesta página é resultado da busca  de respostas em investigações bibliográficas e científicas, sem nenhum interesse em ofender ou escandalizar quem quer que seja, e, também, um convite à reflexão aos nossos leitores.






PERDÃO, SENHOR, NÃO ÉS O JEOVÁ 3




composições durante o mês de janeiro de 2024
o conteúdo original que inclui este está 






Atualmente, em janeiro 2026, estamos pesquisando e escrevendo este livro


"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"


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ÍNDICE




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007   008   009   010   

001   DEUS QUE ENDURECE CORAÇÕES

002   DEUS QUE ENVIA PRAGAS MORTAIS

003   DEUS QUE MATA CRIANÇAS

004   DEUS QUE USA O SOFRIMENTO COMO PEDAGOGIA

005   DEUS QUE SE ALEGRA COM O CAOS

006   DEUS QUE EXIGE SANGUE PARA AGIR

7. DEUS QUE FAZ DISTINÇÃO ÉTNICA
Israel é poupado enquanto o Egito sofre. Jesus revela um Deus universal, que ama inimigos e faz o sol nascer sobre justos e injustos (Mt 5:45).

8. DEUS QUE LEGITIMA A VINGANÇA
A destruição dos inimigos é celebrada como justiça divina (Ex 15). Jesus rompe essa lógica ao ensinar o perdão e a reconciliação.

9. DEUS QUE SE GLORIFICA NA MORTE
O cântico do mar exalta a morte dos adversários (Ex 15:1–10). O Deus revelado em Jesus chora diante da morte e trabalha pela vida plena.

10. DEUS GUERREIRO ARMADO
Deus é descrito como “homem de guerra” (Ex 15:3). Jesus revela Deus como Pai amoroso, que vence o mal pelo amor e não pela violência.

11. DEUS QUE CONFUNDE PARA DOMINAR
A confusão dos egípcios é atribuída à ação divina (Ex 14:24). Em Jesus, Deus ilumina consciências e liberta pela verdade, não pela confusão.

12. DEUS QUE AGE PELO MEDO
A revelação no Sinai é marcada por terror e ameaça (Ex 19). Jesus se aproxima dizendo: “Não tenhais medo”, revelando um Deus acessível.

13. DEUS QUE NÃO PODE SER QUESTIONADO
A narrativa desencoraja qualquer questionamento. Jesus, ao contrário, acolhe perguntas, dúvidas e diálogos sinceros.

14. DEUS QUE EXIGE MEDIAÇÃO EXCLUSIVA
Somente Moisés pode subir ao monte. Em Jesus, todos têm acesso direto ao Pai, sem intermediários hierárquicos.

15. DEUS QUE AMEAÇA MATAR SEU ENVIADO
Ex 4:24 sugere que Deus quase mata Moisés. Tal imagem é incompatível com o Deus de Jesus, que sustenta e cuida de quem chama.

16. DEUS QUE ACEITA VIOLÊNCIA RITUAL
A circuncisão aparece como exigência vital. Jesus substitui ritos de corte pela transformação interior do coração.

17. DEUS QUE SE IRRITA COM FRAQUEZAS
A fome e o cansaço do povo geram ira divina (Ex 16–17). Jesus acolhe os cansados e oferece descanso.

18. DEUS QUE TESTA COM FOME
A privação é vista como prova espiritual. Jesus multiplica o pão e revela que Deus não testa pela fome.

19. DEUS QUE CASTIGA DÚVIDAS
Questionar é tratado como rebeldia. Jesus acolhe até a dúvida de Tomé, sem punição.

20. DEUS QUE SE REVELA EM TERROR
Trovões, fogo e tremores marcam a presença divina (Ex 19). Jesus revela Deus na mansidão e na proximidade humana.

21. DEUS QUE IMPÕE LEIS SEM CONTEXTO HUMANO
A lei surge como absoluta. Jesus ensina que a lei existe para servir à vida, não para esmagá-la.

22. DEUS QUE PUNE COLETIVAMENTE
Erros individuais recaem sobre todos. Jesus trata cada pessoa com dignidade e responsabilidade pessoal.

23. DEUS QUE AUTORIZA MATANÇAS RELIGIOSAS
Levitas matam em nome de Deus (Ex 32:27). Jesus proíbe toda violência feita em nome de Deus.

24. DEUS QUE SE ARREPENDE
O texto afirma que Deus muda de ideia (Ex 32:14). Em Jesus, Deus é constante no amor e fiel em sua misericórdia.

25. DEUS QUE PRECISA SER APLACADO
Deus parece precisar ser convencido a perdoar. Jesus revela um Pai que sempre toma a iniciativa do perdão.

26. DEUS QUE HABITA EM OBJETOS
A presença divina é ligada à arca e ao tabernáculo. Jesus revela Deus habitando nas pessoas.

27. DEUS QUE SE ESCONDE
Deus fala por enigmas e sombras. Jesus é a revelação clara, visível e humana de Deus.

28. DEUS QUE EXIGE PUREZA RITUAL
Santidade é associada a regras externas. Jesus redefine pureza como amor vivido.

29. DEUS QUE CONFUNDE PODER COM SANTIDADE
Autoridade religiosa é tratada como sagrada. Jesus subverte isso lavando pés.

30. DEUS QUE FALA MAIS POR LEI QUE POR AMOR
O Êxodo privilegia mandamentos. Jesus revela que o amor cumpre toda a lei.

31. DEUS AINDA NÃO PLENAMENTE CONHECIDO
O maior limite do Êxodo não é a falsidade, mas a incompletude. Jesus é a revelação plena, perfeita e definitiva de Deus.

011   012   013   014   015   016   017   018   019   020   

021   022   023   024   025   026   027   028   029   030   031   



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PREÂMBULOS ESSENCIAIS

CONFISSÃO QUE ABRE CAMINHO
Este estudo nasce como uma oração em forma de poesia, um pedido de perdão que não acusa Deus, mas reconhece meus próprios limites de leitura e fé. Durante muito tempo, atribuí ao Deus perfeito e amoroso atitudes que jamais poderiam nascer do coração revelado em Jesus. Ao iniciar este caminho, reconheço que a Bíblia carrega a beleza da Revelação, mas também as marcas profundas da humanidade de quem a escreveu.

A REVELAÇÃO É MAIOR QUE MOISÉS
Moisés foi um gigante espiritual, mas não foi a Revelação inteira. Ele tocou o mistério eterno com mãos humanas, situadas em um tempo de violência, medo e estruturas tribais. Este estudo parte da convicção de que Deus sempre se revelou, desde Adão, mas nunca foi totalmente compreendido por ninguém — e isso não diminui a fé, pelo contrário, a amadurece.

JESUS COMO CRIVO DA FÉ
Ao olhar para o Êxodo a partir de Jesus, algo essencial se esclarece: só é plenamente de Deus aquilo que é coerente com a vida, as palavras e o espírito de Cristo. Jesus não relativiza Deus; Ele O revela. Tudo o que contradiz seu amor, sua misericórdia, sua paciência e seu cuidado com os vulneráveis precisa ser relido com honestidade e coragem.

ENTRE O TEXTO E O TESTEMUNHO
O livro de Êxodo contém relatos sublimes de libertação, mas também narrativas que atribuem a Deus mortes, violências e punições incompatíveis com o Pai anunciado por Jesus. Este estudo não rejeita o texto bíblico, mas distingue entre o testemunho humano e a essência divina. Onde há medo, vingança e crueldade, há mais do ser humano do que de Deus.

POESIA COMO CAMINHO DE CURA
Escolher a poesia para este percurso não é estética, é método espiritual. A poesia permite dizer o indizível, lamentar sem negar, amar sem simplificar. Cada poema será um espaço de escuta, onde a fé descansa, a culpa se dissolve e Deus deixa de ser um juiz temido para voltar a ser abrigo.

UM DEUS QUE NÃO PRECISA SER DEFENDIDO
Ao longo dos anos, defendi um Deus que precisava justificar massacres, castigos coletivos e sofrimentos extremos. Hoje compreendo: o Deus de Jesus não precisa dessas defesas. Ele se revela no perdão, no toque, na mesa compartilhada e na cruz que denuncia a violência humana — não a vontade divina.

JANEIRO COMO TEMPO DE ÊXODO INTERIOR
Durante janeiro de 2026, cada dia será um pequeno êxodo: sair de imagens adoecidas de Deus e caminhar em direção à fé que gera descanso. Não será um ataque à Escritura, mas um retorno ao seu centro. Não será uma negação da tradição, mas um aprofundamento nela, à luz do Cristo vivo.

DESCANSAR EM DEUS, FINALMENTE
Este estudo-poesia tem um objetivo simples e profundo: permitir que eu — e quem caminhar comigo — possa finalmente descansar em Deus. Não no Deus do medo, mas no Deus do amor. Não no Deus das ordens sangrentas, mas no Deus que chora com os oprimidos e perdoa seus algozes. Em Jesus, Deus não assusta; Ele acolhe.

BIBLIOGRAFIA

  1. MARCION DE SINOPE. Antíteses. c. 140 d.C.

  2. BORG, Marcus J. The God We Never Knew. 1997.

  3. CROSSAN, John Dominic. Jesus: Uma Biografia Revolucionária. 1994.

  4. WINK, Walter. Engaging the Powers. 1992.

  5. SPONG, John Shelby. Jesus for the Non-Religious. 1996.

  6. RIBEIRO, Claudio de Oliveira. O Deus Violento da Bíblia?. 2019.

  7. EHRMAN, Bart D. Jesus: Apocalíptico Profeta do Novo Milênio. 1999.

  8. BOFF, Leonardo. Jesus Cristo Libertador. 1972.

  9. GIRARD, René. O Bode Expiatório. 1982.

  10. DUNN, James D. G. Jesus Remembered. 2003.



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DIA 1
POEMAS: *"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"*
poesias e músicas de janeiro de 2026
https://psicalmrevista.blogspot.com/2025/12/janeiro-poemas-perdao-senhor-nao-es-o.html
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*DEUS QUE ENDURECE CORAÇÕES*
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O texto afirma que Deus endureceu o coração do faraó (Ex 9:12). À luz de Jesus, Deus não manipula consciências nem força decisões; respeita a liberdade humana. O endurecimento é uma leitura teológica do autor, não uma ação direta do Pai revelado por Cristo.
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POESIA E MÚSICA
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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música1
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(estrofe)
Dizem que Deus fechou o peito do rei
Como quem gira a chave de um querer
Mas amor não governa pela lei
Nem força o passo de quem não quer ver

(estrofe)
O texto grita o medo de um tempo cruel
Onde poder se chama divindade
Mas Jesus mostra o rosto fiel
De um Pai que chama, nunca invade

(estrofe)
O coração do faraó já era pedra
Antes de qualquer praga ou sinal
O autor leu Deus na própria vereda
Projetou no céu seu mundo brutal

(refrão)
Deus não endurece, Deus não violenta
Não move a alma como marionete
O Pai de Jesus ama e respeita
A escolha humana, mesmo quando fere

(estrofe)
Liberdade assusta quem quer controle
Por isso chamaram Deus de opressor
Mas Cristo revela outro polo
Um Pai paciente, educador

(estrofe)
O endurecer foi leitura tardia
De quem temia perder a razão
Jesus prefere a pedagogia
Do convite livre do coração

(estrofe)
Onde há coerção, não há Reino
Onde há medo, não há Pai
O Deus de Jesus é terreno
Que espera a semente brotar

(refrão)
Deus não endurece, Deus não violenta
Não move a alma como marionete
O Pai de Jesus ama e respeita
A escolha humana, mesmo quando fere

(estrofe)
Hoje releio o texto com calma
Sem precisar culpar o Céu
O que endurece é a própria alma
Quando o amor não floresceu

(ponte)
Lamentei quando deixei de me amar
Buscando em outros o meu valor
Troquei meu ser por aplauso e lugar
E me afastei do meu próprio amor

(refrão)
Deus não endurece, Deus não violenta
Não move a alma como marionete
O Pai de Jesus ama e respeita
A escolha humana, mesmo quando fere

(ponte)
Defendi um Deus que anulava a razão
Para sustentar textos e sistemas
Hoje confesso minha confusão
Confundi Revelação com meus esquemas

(refrão)
Deus não endurece, Deus não violenta
Não move a alma como marionete
O Pai de Jesus ama e respeita
A escolha humana, mesmo quando fere

(refrão final)
Hoje eu me amo sem condição
Na dor, no erro ou na alegria
Aprendi que amar a mim não é traição
É caminho santo de cura diária

(refrão final)
Hoje eu descanso em Jesus, enfim
Deus conosco, manso e fiel
Não o Jeová do medo em mim
Mas o Pai amor revelado em Emanuel

EXPLICAÇÃO DO TEMA

A afirmação de que Deus “endureceu o coração do faraó” (Ex 9:12) reflete uma leitura teológica típica do mundo antigo, onde toda ação histórica era atribuída diretamente à divindade. Autores bíblicos, imersos em estruturas de poder e dominação, interpretavam a resistência humana como intervenção divina. No entanto, à luz de Jesus, essa compreensão se revela limitada. Cristo jamais manipulou consciências; ao contrário, chamou pessoas livremente, aceitou recusas (Lc 18:18–23) e chorou diante de rejeições (Lc 19:41). O endurecimento do faraó pode ser melhor entendido como a consequência de suas próprias escolhas políticas e morais, posteriormente teologizadas pelo autor do Êxodo.

Jesus revela um Deus que respeita profundamente a liberdade humana, mesmo quando ela conduz ao erro. Teólogos como Walter Wink e John Dominic Crossan demonstram que a Bíblia contém tanto revelação divina quanto projeções humanas sobre Deus. Quando lemos o Antigo Testamento a partir de Cristo, percebemos que coerção, manipulação e endurecimento não pertencem ao Pai revelado por Ele. O poema expressa esse deslocamento interior: sair de um Deus controlador para um Deus que educa pelo amor, e, nesse processo, aprender também a amar a si mesmo sem culpa, descansando finalmente em um Deus que não violenta, mas acompanha.

BIBLIOGRAFIA

  1. WINK, Walter. Engaging the Powers. 1992.

  2. CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.

  3. BORG, Marcus J. The Heart of Christianity. 2003.

  4. SPONG, John Shelby. Biblical Literalism: A Gentile Heresy. 2016.

  5. BOFF, Leonardo. Jesus Cristo Libertador. 1972.

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Pr. Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)



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POEMAS: *"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"*
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*DEUS QUE ENVIA PRAGAS MORTAIS*
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As pragas são apresentadas como castigos deliberados de Deus (Ex 7–12). Jesus, porém, nunca matou para ensinar; Ele cura, restaura e chama à conversão pelo amor, revelando um Deus que não educa pela destruição.
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POESIA E MÚSICA
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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música1
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(estrofe)
Chamaram praga de lição divina
Sangue e luto como pedagogia
Mas amor não fere nem elimina
Não ensina a vida pela agonia

(estrofe)
O texto narra um tempo endurecido
Onde poder vestia nome sagrado
Projetaram no Céu o som do grito
De um mundo violento e armado

(estrofe)
Moscas, trevas, dor sobre dor
Foram lidas como gesto do Senhor
Mas Jesus jamais ensinou pelo terror
Nem revelou um Pai destruidor

(refrão)
Deus não mata para convencer
Não educa pela destruição
Em Jesus aprendemos a crer
Num Pai que cura o coração

(estrofe)
Quem vê Deus punindo aprende a temer
Quem vê Jesus aprende a amar
Um governa pelo fazer sofrer
O outro chama para libertar

(estrofe)
As pragas dizem mais do autor
Que do Deus que diziam narrar
Cristo desfaz esse clamor
Mostrando o Pai a restaurar

(estrofe)
Onde a morte era voz de comando
Jesus semeia vida em abundância
Enquanto uns viam Deus castigando
Ele tocava a dor com ternura e constância

(refrão)
Deus não mata para convencer
Não educa pela destruição
Em Jesus aprendemos a crer
Num Pai que cura o coração

(estrofe)
Hoje leio Êxodo com outros olhos
Sem precisar temer o Céu
A morte não vem dos joelhos
Do Deus que em Cristo apareceu

(ponte)
Lamento as vezes que não me amei
Buscando valor fora de mim
Troquei meu ser pelo que alcancei
E me perdi antes do fim

(refrão)
Deus não mata para convencer
Não educa pela destruição
Em Jesus aprendemos a crer
Num Pai que cura o coração

(ponte)
Defendi um Deus que feria povos
Para sustentar doutrina e poder
Hoje confesso: errei de novo
Confundi violência com saber

(refrão)
Deus não mata para convencer
Não educa pela destruição
Em Jesus aprendemos a crer
Num Pai que cura o coração

(refrão final)
Hoje descanso em Jesus, enfim
Deus é amor, e não poderia ser
Jamais, por motivo algum, diferente de si
Deus conosco, vivendo para acolher

EXPLICAÇÃO DO TEMA

Os relatos das pragas no Êxodo (Ex 7–12) refletem uma mentalidade antiga que atribuía diretamente a Deus todos os acontecimentos históricos, inclusive catástrofes naturais, epidemias e mortes em massa. Em culturas marcadas por reis-sacerdotes e deuses punitivos, era comum interpretar tragédias como instrumentos pedagógicos da divindade. Contudo, quando Jesus surge na história, Ele rompe radicalmente com essa lógica: diante de doenças, não culpa; diante do pecado, não destrói; diante da morte, chora e devolve a vida (Jo 11:35–44). O poema confronta essa tensão ao afirmar que o Deus revelado por Cristo não educa pela morte, mas pela misericórdia, revelando que as pragas dizem mais sobre a leitura humana de Deus do que sobre o próprio Deus.

Biblicamente, Jesus corrige explicitamente a ideia de um Deus que castiga por meio de tragédias ao afirmar que vítimas de desastres não são mais culpadas que outras (Lc 13:1–5). Teólogos como Marcus Borg e Walter Wink destacam que a revelação é progressiva e culmina em Cristo, que se torna o critério de leitura de toda a Escritura. Assim, as pragas podem ser compreendidas como “acréscimos humanos”, interpretações teológicas de um povo oprimido tentando dar sentido à sua libertação. O poema assume essa releitura cristocêntrica e confessional: abandonar um Deus violento também exige aprender a amar a si mesmo e, por fim, descansar em Jesus como a expressão definitiva de um Deus que jamais seria outra coisa senão amor.

BIBLIOGRAFIA

  1. BORG, Marcus J. The God We Never Knew. 1997.

  2. WINK, Walter. The Powers That Be. 1998.

  3. CROSSAN, John Dominic. Jesus: A Revolutionary Biography. 1994.

  4. SPONG, John Shelby. Rescuing the Bible from Fundamentalism. 1991.

  5. BOFF, Leonardo. Paixão de Cristo, Paixão do Mundo. 1977.

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POEMAS: *"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"*
poesias e músicas de janeiro de 2026
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*DEUS QUE MATA CRIANÇAS*
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A morte dos primogênitos egípcios (Ex 12:29) entra em choque com Jesus, que acolhe, protege e afirma que o Reino pertence às crianças (Mt 19:14). Aqui aparece um claro acréscimo humano à revelação.
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POESIA E MÚSICA
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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música1
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(estrofe)
Na noite narrada como juízo final
Chamaram justiça o choro infantil
Mas não há justiça no trauma letal
Nem céu algum que cele o funil

(estrofe)
Primogênitos caem no texto antigo
Como preço de um poder ferido
Mas Jesus se faz abrigo
De todo pequeno corpo oprimido

(estrofe)
Quando a pena atinge o inocente
Algo no sagrado se rompe ali
Pois o Deus revelado plenamente
Jamais pisaria onde Jesus sorri

(refrão)
Não vem de Deus matar criança
Nem usar a dor como sinal
Jesus é colo, não vingança
É amor total, original

(estrofe)
O relato carrega a marca do medo
De um povo lendo Deus pela guerra
Mas Cristo desfaz esse enredo
Plantando ternura sobre a terra

(estrofe)
Criança não é argumento teológico
Nem moeda de libertação
No Reino anunciado no Evangelho
Elas são centro e revelação

(estrofe)
Quem atribui morte ao Pai da vida
Confunde história com revelação
Jesus corrige essa ferida
Com mãos abertas e compaixão

(refrão)
Não vem de Deus matar criança
Nem usar a dor como sinal
Jesus é colo, não vingança
É amor total, original

(estrofe)
Hoje leio Êxodo com reverência
E também com discernimento
Nem tudo ali é consciência
Há muito limite humano no intento

(ponte)
Lamento as vezes que me abandonei
Por tentar valer mais no olhar alheio
Troquei meu ser pelo que acumulei
E me perdi no próprio meio

(refrão)
Não vem de Deus matar criança
Nem usar a dor como sinal
Jesus é colo, não vingança
É amor total, original

(ponte)
Lamento ter defendido um Deus cruel
Por zelo cego e tradição herdada
Confundi o Pai fiel
Com a voz humana, mal interpretada

(refrão)
Não vem de Deus matar criança
Nem usar a dor como sinal
Jesus é colo, não vingança
É amor total, original

(refrão final)
Hoje descanso em Jesus, enfim
Deus é amor, e não poderia ser
Jamais, por motivo algum, diferente de si
Deus conosco, nas crianças a florescer

EXPLICAÇÃO DO TEMA

A morte dos primogênitos egípcios (Ex 12:29) representa um dos pontos mais críticos da leitura literal do Êxodo, pois entra em choque direto com o caráter de Deus revelado por Jesus. No contexto do antigo Oriente Próximo, era comum atribuir às divindades atos extremos como forma de demonstrar poder, justiça ou superioridade sobre outros deuses. O autor bíblico interpreta a libertação de Israel com as categorias teológicas disponíveis à sua época, projetando em Deus ações que hoje, à luz do Evangelho, se mostram incompatíveis com o amor divino. Jesus, ao contrário, coloca a criança no centro do Reino (Mt 19:14), protege os vulneráveis e denuncia qualquer forma de escândalo ou violência contra os pequenos (Mt 18:6).

A releitura cristocêntrica propõe que esse episódio seja entendido como um acréscimo humano à revelação: uma tentativa de explicar a vitória histórica usando imagens de juízo absoluto. Teólogos como James Alison e René Girard ajudam a compreender como a Bíblia, em seu processo, vai desmascarando a violência sagrada até culminar em Cristo, que rompe definitivamente com o mecanismo do bode expiatório. Jesus não mata crianças para salvar um povo; Ele se entrega para salvar a todos. O poema assume essa chave: rejeitar um Deus que mata inocentes não é negar a fé, mas levá-la à sua maturidade plena em Jesus, onde Deus é reconhecido como amor sem exceção.

BIBLIOGRAFIA

  1. GIRARD, René. O Bode Expiatório. 1982.

  2. ALISON, James. A Fé Além do Ressentimento. 2001.

  3. BORG, Marcus J. Reading the Bible Again for the First Time. 2001.

  4. SPONG, John Shelby. Why Christianity Must Change or Die. 1998.

  5. CROSSAN, John Dominic. How to Read the Bible and Still Be a Christian.

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POEMAS: *"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"*
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*DEUS QUE USA O SOFRIMENTO COMO PEDAGOGIA*
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O sofrimento coletivo é interpretado como método educativo divino. Em Jesus, Deus não traumatiza para ensinar; Ele consola, acompanha e transforma a dor em caminho de vida.
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POESIA E MÚSICA
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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música1
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(estrofe)
Chamaram dor de lição sagrada
E a perda, método do céu
Mas nenhuma alma é lapidada
Quando o ensino fere o véu

(estrofe)
O sofrimento coletivo foi lido
Como quadro-negro do Senhor
Mas Jesus nunca fez do gemido
A cartilha dura do amor

(estrofe)
Onde disseram: “Deus está ensinando”
Havia fome, exílio e chão quebrado
Cristo chega sempre acompanhando
Nunca punindo o já machucado

(refrão)
Deus não traumatiza para formar
Não educa ferindo o coração
Em Jesus, aprende-se a amar
Sem violência, sem imposição

(estrofe)
A teologia do chicote e da prova
Nasce do medo, não da cruz
Pois quem vê Deus na dor que reprova
Ainda não viu o rosto de Jesus

(estrofe)
Jesus não explica a dor com culpa
Nem chama a lágrima de dever
Ele senta ao lado, escuta
E transforma o sofrer em viver

(estrofe)
Onde havia trauma travestido de zelo
Cristo oferece cuidado e pão
O Pai não escreve em gelo
Mas em presença e compaixão

(refrão)
Deus não traumatiza para formar
Não educa ferindo o coração
Em Jesus, aprende-se a amar
Sem violência, sem imposição

(estrofe)
Hoje releio a fé com mais verdade
Separando dor de revelação
Nem toda tragédia é vontade
Há muito humano na narração

(ponte)
Lamento as vezes que deixei de me amar
Por amar demais o que me exigia
Troquei meu valor por tentar agradar
E me feri chamando isso de pedagogia

(refrão)
Deus não traumatiza para formar
Não educa ferindo o coração
Em Jesus, aprende-se a amar
Sem violência, sem imposição

(ponte)
Lamento ter defendido um Deus severo
Que ensinaria pela humilhação
Confundi o Pai verdadeiro
Com discursos moldados na opressão

(refrão)
Deus não traumatiza para formar
Não educa ferindo o coração
Em Jesus, aprende-se a amar
Sem violência, sem imposição

(refrão final)
Hoje descanso em Jesus, o Deus amor
Jamais, por motivo algum, seria dor
Deus conosco no consolar
Presente fiel em todo caminhar

EXPLICAÇÃO DO TEMA

A ideia de que Deus usa o sofrimento como método pedagógico aparece em várias leituras bíblicas tradicionais, especialmente quando tragédias coletivas — exílio, fome, derrotas militares — são interpretadas como “lições divinas”. No entanto, essa compreensão reflete mais a mentalidade punitiva e disciplinar das culturas antigas do que o caráter de Deus. Jesus rompe explicitamente com essa lógica ao rejeitar a associação direta entre dor e culpa (Jo 9:1–3; Lc 13:1–5). Em vez de explicar o sofrimento como ensino imposto por Deus, Ele se aproxima dos feridos, chora com os que choram e restaura dignidades, revelando um Pai que não educa pelo trauma.

Do ponto de vista psicológico e pastoral, a teologia do sofrimento pedagógico gera culpa, medo e adoecimento espiritual. Autores como Henri Nouwen e Viktor Frankl ajudam a distinguir entre sofrimento imposto e sofrimento acompanhado: Deus não causa a dor, mas pode transformá-la quando está presente nela. Biblicamente, Romanos 8:26–39 mostra um Deus que intercede, sofre conosco e nada usa para nos separar do amor. O poema se justifica nessa chave: rejeitar a pedagogia da dor não é negar a cruz, mas compreendê-la corretamente — não como violência de Deus contra o Filho, mas como a violência humana sendo vencida pelo amor que permanece.

BIBLIOGRAFIA

  1. NOUWEN, Henri J. M. O Curador Ferido. 1972.

  2. FRANKL, Viktor E. Em Busca de Sentido. 1946.

  3. BORG, Marcus J. The Heart of Christianity. 2003.

  4. MOLTMANN, Jürgen. O Deus Crucificado. 1972.

  5. CROSSAN, John Dominic. Jesus: A Revolutionary Biography. 1994.

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POEMAS: *"Perdão, Senhor! Não És o Jeová"*
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*DEUS QUE SE ALEGRA COM O CAOS*
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O colapso social do Egito é descrito como expressão da glória divina. O Deus de Jesus é restaurador da ordem, da dignidade e da vida, nunca promotor do caos.
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POESIA E MÚSICA
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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música1
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(estrofe)
Chamaram ruína de glória divina
E o colapso, triunfo do céu
Mas onde a vida se desatina
Não pulsa o coração fiel

(estrofe)
O Egito em pó, casas caídas
Foi lido como exaltação
Mas Deus não canta sobre vidas
Que desabam na opressão

(estrofe)
A glória foi dita no grito
No medo espalhado no chão
Jesus revela outro escrito
Deus age em restauração

(refrão)
Deus não se alegra com o caos
Não reina na desintegração
O Deus de Jesus levanta os caídos
E recompõe a criação

(estrofe)
Onde o caos vira espetáculo
Nasce um deus feito à mão
Cristo desfaz esse obstáculo
Com toque, pão e perdão

(estrofe)
Ele acalma mares e almas
Reordena o que se partiu
Sua presença não gera palmas
Mas dignidade que ressurgiu

(estrofe)
A fé que celebra a ruína
Confunde poder com terror
Jesus mostra outra doutrina
Autoridade que gera amor

(refrão)
Deus não se alegra com o caos
Não reina na desintegração
O Deus de Jesus levanta os caídos
E recompõe a criação

(estrofe)
Hoje separo a voz do medo
Da voz que chama a viver
O Pai não escreve em degredo
Mas em caminhos de renascer

(ponte)
Lamento as vezes que deixei de me amar
Por amar demais o que me exigia
Entreguei meu centro pra agradar
E chamei de fé o que me feria

(ponte)
Lamento ter defendido um Deus severo
Que brilharia na devastação
Confundi o Pai verdadeiro
Com glórias forjadas na destruição

(refrão)
Deus não se alegra com o caos
Não reina na desintegração
O Deus de Jesus levanta os caídos
E recompõe a criação

(refrão final)
Hoje descanso em Jesus, Deus amor
Jamais, por motivo algum, seria diferente
Deus conosco é restaurador
Da vida ferida, inteira e presente

EXPLICAÇÃO DO TEMA

Em algumas leituras do Êxodo, o colapso social, econômico e simbólico do Egito é interpretado como manifestação direta da glória de Deus, como se a desordem produzida fosse motivo de exaltação divina. Essa compreensão reflete uma teologia antiga, marcada por disputas entre deuses, onde a derrota do inimigo significava automaticamente a vitória gloriosa da divindade protetora. Contudo, à luz de Jesus, essa leitura se revela limitada e profundamente humana. O Cristo apresentado nos Evangelhos não glorifica o colapso social, não se alegra com cidades em ruínas nem com povos humilhados; ao contrário, Ele chora sobre Jerusalém (Lc 19:41), sinal inequívoco de que Deus não celebra o caos, mas sofre com ele.

Jesus revela um Pai comprometido com a restauração da ordem, da dignidade e da vida. Ele acalma tempestades (Mc 4:39), recompõe relações rompidas, devolve sentido aos marginalizados e cura o que foi desorganizado pela dor. Biblicamente, Paulo afirma que “Deus não é Deus de confusão, mas de paz” (1Co 14:33), e a criação, em Gênesis 1, já aponta para um Deus que organiza o caos primordial, não que o promove. Teologicamente, o poema se justifica ao afirmar que atribuir prazer divino à destruição é um acréscimo humano à revelação; em Jesus, Deus não vence destruindo, mas restaurando, não se exalta na queda, mas na vida que se levanta.

BIBLIOGRAFIA

  1. MOLTMANN, Jürgen. O Deus Crucificado. 1972.

  2. BORG, Marcus J. The Heart of Christianity. 2003.

  3. WRIGHT, N. T. Simply Jesus. 2011.

  4. NOUWEN, Henri J. M. A Voz do Amor. 1981.

  5. CROSSAN, John Dominic. Jesus: Uma Biografia Revolucionária. 1994.

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*DEUS QUE EXIGE SANGUE PARA AGIR*
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O sangue nos umbrais (Ex 12:7) sugere um Deus que só protege mediante sinais sangrentos. Jesus revela um Pai que salva por graça, não por rituais mágicos ou marcas externas.
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*POESIA & ARGUMENTOS* .
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(estrofe)
Marcar portas com sangue exposto
Virou senha de salvação
Mas Deus não age por um composto
De medo, rito ou condição

(estrofe)
Umbrais pintados na madrugada
Parecem compra de proteção
Como se a graça fosse selada
Por sinais feitos à mão

(estrofe)
O gesto sangra a imaginação
De um povo ferido e acuado
Mas Jesus muda a direção
Deus age antes de ser marcado

(refrão)
Deus não exige sangue pra agir
Não negocia amor com dor
O Pai de Jesus sabe salvar
Sem pacto mágico ou temor

(estrofe)
Onde o rito vira escudo
Nasce um deus condicional
Cristo rasga esse conteúdo
Com perdão universal

(estrofe)
Ele toca sem exigir sinais
Acolhe antes da lei
Não pergunta por marcas visuais
Ama primeiro, eu sei

(estrofe)
A fé que pinta portas no escuro
Revela medo ancestral
Jesus abre um caminho seguro
Graça livre, sem ritual

(refrão)
Deus não exige sangue pra agir
Não negocia amor com dor
O Pai de Jesus sabe salvar
Sem pacto mágico ou temor

(estrofe)
Hoje eu leio além do sinal
Vejo o limite do escritor
O Pai não pede gesto fatal
Para provar que é amor

(ponte)
Lamento o quanto defendi um Deus
Que só agiria se pago fosse
Confundi o Pai dos céus
Com um juiz que exige posse

(ponte)
Argumentei com zelo e temor
Que sangue movia o coração divino
Traí o rosto do verdadeiro Amor
Por um deus moldado ao destino

(refrão)
Deus não exige sangue pra agir
Não negocia amor com dor
O Pai de Jesus sabe salvar
Sem pacto mágico ou temor

(refrão final)
Hoje descanso em Jesus, Deus amor
Jamais, por motivo algum, seria diferente
Deus conosco não cobra dor
Salva por graça, livre e presente

EXPLICAÇÃO DO TEMA

O relato do sangue nos umbrais em Êxodo 12:7 reflete uma mentalidade religiosa antiga, na qual proteção e salvação estavam ligadas a sinais visíveis, rituais específicos e atos simbólicos capazes de “ativar” a ação divina. Em culturas do Antigo Oriente Próximo, o sangue era visto como elemento apotropaico, isto é, um sinal capaz de afastar o mal. O autor bíblico interpreta essa prática dentro de sua compreensão teológica, atribuindo a Deus uma exigência ritual que condicionaria sua proteção. No entanto, essa leitura revela mais sobre o imaginário religioso humano do que sobre o caráter do Pai revelado por Jesus.

À luz do Evangelho, essa lógica é superada. Jesus nunca condiciona a ação de Deus a marcas externas, ritos mágicos ou gestos sangrentos. Ele cura sem exigir sacrifícios (Mc 2:5–12), perdoa antes de qualquer oferta (Lc 7:48) e revela um Pai que “faz nascer o sol sobre maus e bons” (Mt 5:45). O Novo Testamento afirma que Deus age por graça, não por mecanismos rituais (Ef 2:8–9). Teologicamente, o poema sustenta que a exigência de sangue como gatilho da ação divina é um acréscimo humano à revelação; em Jesus, Deus não responde a sinais externos, mas age por amor gratuito, preveniente e incondicional.

BIBLIOGRAFIA

  1. GIRARD, René. O Bode Expiatório. 1982.

  2. MOLTMANN, Jürgen. O Deus Crucificado. 1972.

  3. BORG, Marcus J. Meeting Jesus Again for the First Time. 1994.

  4. CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.

  5. WRIGHT, N. T. Paul and the Faithfulness of God. 2013.

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