VELHO TESTAMENTO
investigação realizada pelo Pr. Psi. Jor Jônatas David Brandão Mota
(estrofe 1)
O rei Davi já sentia o frio da idade em seu ser,
Cobriam-no com mantos, mas não voltava a aquecer,
Buscaram jovem formosa para ao rei servir também,
Abisague de Suném veio cuidar-lhe com desdém nenhum, porém.
Ela o servia em silêncio, com zelo e dedicação,
Mas o rei não a tomou, guardando justa intenção,
Enquanto o tempo passava no palácio em lenta lei,
Israel percebia: envelhecia o velho rei.
(estrofe 2)
Adonias se exaltava dizendo: “Rei eu serei”,
Com carros, homens e pompa diante do povo marchei,
Filho de Davi formoso, cresceu cheio de ambição,
Sem que o pai lhe repreendesse a presunção no coração.
Joabe e Abiatar estavam juntos a apoiar,
Mas Natã e Benaia não quiseram se juntar,
Com sacrifícios e festa buscou trono proclamar,
Mas o plano escondido ainda iria se revelar.
(estrofe 3)
Então Natã disse a Bate-Seba: “Convém agir agora,
Se Adonias reinar, tua vida se vai embora.
Vai ao rei e lembra a promessa que ele fez com juramento:
Que Salomão governaria Israel em todo momento.”
Ela entrou diante do rei e falou com reverência,
Recordando o juramento feito em santa consciência,
Enquanto Natã confirmava tudo aquilo ao rei cansado,
Mostrando o risco presente no palácio levantado.
(refrão)
Deus conduz a história mesmo quando há confusão,
Entre planos humanos e disputa pelo poder da nação,
Quem busca glória sozinho tropeça na própria mão,
Mas o que Deus determina permanece em Sua direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu.
(estrofe 4)
Davi então respondeu com voz firme em decisão:
“Chamem Natã e Benaia, e Zadoque, o sacerdote da unção.
Tomai meu filho Salomão e fazei-o cavalgar,
Na mula do rei levai-o para o povo confirmar.”
Junto à fonte de Giom o azeite foi derramado,
Trombetas soaram fortes e o povo foi convocado,
“Viva o rei Salomão!”, clamava a multidão reunida,
E a cidade ressoava com alegria incontida.
(estrofe 5)
Adonias ouviu o clamor quando a festa terminava,
E Jônatas trouxe a nova que Israel já proclamava:
Salomão fora ungido e no trono assentado,
Pelo próprio rei Davi oficialmente confirmado.
O temor caiu nos homens que estavam a festejar,
Cada um seguiu seu rumo sem coragem de ficar,
Adonias temeu a espada e buscou refúgio no altar,
Mas Salomão lhe deu vida se soubesse se humilhar.
(refrão)
Deus conduz a história mesmo quando há confusão,
Entre planos humanos e disputa pelo poder da nação,
Quem busca glória sozinho tropeça na própria mão,
Mas o que Deus determina permanece em Sua direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo vemos aspectos que podem ser lidos em harmonia com os ensinamentos de Jesus, e outros que refletem claramente a realidade política e humana da época. É coerente com Jesus a atitude de prudência de Natã ao tentar evitar injustiça e violência, bem como a decisão de Salomão de poupar a vida de Adonias quando este busca misericórdia (1Rs 1:52), gesto que lembra o valor do perdão e da misericórdia ensinados por Jesus. Por outro lado, toda a disputa por poder, a tentativa de usurpação do trono e a lógica política de alianças e rivalidades refletem estruturas humanas de poder que não correspondem diretamente ao espírito do Reino de Deus pregado por Jesus, que afirmou que “quem quiser ser o maior deve ser servo de todos”. Assim, à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, entendemos que apenas aquilo que expressa amor, misericórdia, justiça e serviço ao próximo pode ser reconhecido como plena revelação da vontade de Deus. O restante deve ser interpretado como contexto histórico, tradição humana ou acréscimo humano, fruto da experiência e da interpretação dos autores bíblicos.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. 1997.
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2018.
WRIGHT, N. T. Jesus and the Victory of God. 1996.
CROSSAN, John Dominic. The Historical Jesus: The Life of a Mediterranean Jewish Peasant. 1991.
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(estrofe 1)
Chegando os dias de Davi partir da terra e do chão,
Chamou seu filho Salomão para dar-lhe instrução:
“Eu sigo o caminho de todos que vivem sob o céu,
Sê forte, guarda a Lei de Deus, caminha fiel.
Observa os mandamentos que Moisés deixou escrito,
Para que em tudo prosperes no caminho prescrito.
Lembra os feitos dos homens, o bem e o mal também,
Pois justiça e memória sustentam o reino além.”
(estrofe 2)
Davi dormiu com seus pais na cidade de Sião,
Quarenta anos reinara sobre toda a nação.
Sete anos em Hebrom, trinta e três em Jerusalém,
E Salomão firmou seu trono com autoridade também.
Então Adonias veio com fala suave e serena,
Buscando em Bate-Seba uma esperança pequena:
“Peço apenas Abisague, a sunamita, por mulher”,
E ela levou ao rei aquilo que ele quis pedir.
(estrofe 3)
Salomão ouviu atento o pedido apresentado,
Mas viu no gesto oculto um plano disfarçado.
“Por que não pedes também o reino para ele então?
Se pede a jovem do rei, busca mais que afeição.”
Mandou chamar Benaia para cumprir decisão,
E Adonias caiu diante da firme execução.
Assim o trono se guardava contra nova divisão,
E o reino se firmava sob dura resolução.
(refrão)
O trono se estabelece quando a ordem prevalece,
Mas o poder dos homens muitas vezes endurece.
Entre justiça e temor caminha a decisão,
E o reino se firma na força da direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
A Abiatar disse o rei: “Vai para Anatote viver,
Pois digno eras de morte, mas hoje deixo-te ser.
Carregaste a arca santa diante de meu pai Davi,
Por isso tua vida hoje não termina aqui.”
Mas Joabe ao ouvir tudo correu para o altar,
Buscando ali refúgio onde julgou se guardar.
Benaia recebeu ordem para a justiça cumprir,
E a espada encerrou o que ali chegou ao fim.
(estrofe 5)
Então chamou Salomão a Simei para advertir:
“Constrói casa em Jerusalém e não saias daqui.
No dia em que atravessares o ribeiro Cedrom,
Certamente morrerás por tua própria ação.”
Três anos se passaram e Simei resolveu partir,
Atrás de dois servos seus que decidiu perseguir.
Ao saber disso o rei lembrou-lhe a palavra então,
E Benaia executou a sentença da transgressão.
(refrão)
O trono se estabelece quando a ordem prevalece,
Mas o poder dos homens muitas vezes endurece.
Entre justiça e temor caminha a decisão,
E o reino se firma na força da direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo aparecem elementos históricos típicos da consolidação de um reino antigo. Alguns aspectos podem dialogar com valores presentes na vida de Jesus, como a importância da fidelidade, da memória histórica e do compromisso com a justiça. No entanto, grande parte do capítulo descreve execuções, punições e estratégias de poder que refletem a lógica política das monarquias antigas. A vida e os ensinamentos de Jesus apontam para outro caminho, marcado pelo perdão, pela reconciliação e pelo amor ao inimigo. Por isso, ao interpretar esse texto à luz de Jesus, entende-se que aquilo que promove justiça misericordiosa, fidelidade e respeito à vida pode ser visto como expressão da revelação divina. Já as ações de vingança, violência ou manutenção do poder pela morte do adversário devem ser compreendidas dentro do contexto humano da época, como interpretação histórica ou acréscimo humano presente na narrativa. Assim, o critério absoluto para reconhecer a verdadeira Palavra e vontade de Deus é a coerência com a vida, os ensinamentos e o espírito de Jesus.
BIBLIOGRAFIA
ALTER, Robert. The Art of Biblical Narrative. 1981.
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Simply Jesus. 2011.
BORG, Marcus J. Jesus: Uncovering the Life, Teachings, and Relevance of a Religious Revolutionary. 2006.
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(estrofe 1)
Salomão uniu-se ao Egito, tomou filha de Faraó,
Trouxe-a à cidade de Davi, sob cuidado e sob dó.
Enquanto o templo não surgia para o Nome do Senhor,
O povo aos altos oferecia sacrifício com fervor.
Também o rei ali subia para incenso levantar,
Pois mil ofertas em Gibeom resolveu apresentar.
Entre chamas e orações subia ao céu o clamor,
E naquela noite o sonho revelou-se do Senhor.
(estrofe 2)
Deus falou a Salomão: “Pede o que queres receber”,
E o rei disse humilde: “Sou pequeno para reger.
Teu servo está no meio de um povo grande demais,
Quem poderá discernir seus caminhos tão reais?
Deste a Davi, meu pai, promessa de fidelidade,
E hoje me pões no trono com tamanha responsabilidade.
Dá-me coração atento para julgar com retidão,
Discernindo entre o mal e o bem desta nação.”
(estrofe 3)
A palavra agradou a Deus, que ao rei assim respondeu:
“Não pediste longa vida nem riqueza para o teu.
Nem pediste morte aos inimigos em tua petição,
Mas sabedoria pediste para julgar esta nação.
Dou-te mente tão profunda que jamais houve igual,
Nem depois de ti haverá alguém de saber tão real.
E também riquezas e honra te concedo em porção,
Se andares nos meus caminhos guardando minha direção.”
(refrão)
Quem busca sabedoria mais que ouro ou posição,
Recebe luz para guiar o destino da nação.
O coração que pede justiça em sincera oração,
Encontra em Deus o rumo para toda decisão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Vieram duas mulheres diante do rei a pleitear,
Cada qual dizia: “Este filho é meu para criar.”
Uma disse: “Enquanto dormíamos numa mesma habitação,
A outra esmagou seu filho na noite de escuridão.
Levantou-se na madrugada e trocou meu filho por seu,
Mas quando olhei pela manhã vi que não era o meu.”
A outra respondia: “Não! O vivo é meu também!”,
E o rei ouviu em silêncio para julgar o além.
(estrofe 5)
Então disse o rei: “Tragam espada para dividir,
Partam ao meio o menino e deem metade a repartir.”
Mas a mãe do vivo clamou com coração a doer:
“Entreguem-lhe o menino, mas não o façam morrer!”
A outra disse fria: “Nem meu, nem teu será,
Dividam o menino como o rei ordenar.”
Então falou Salomão: “À primeira deveis dar,
Pois só o amor verdadeiro sabe a vida preservar.”
(refrão)
Quem busca sabedoria mais que ouro ou posição,
Recebe luz para guiar o destino da nação.
O coração que pede justiça em sincera oração,
Encontra em Deus o rumo para toda decisão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo contém elementos muito próximos do espírito dos ensinamentos de Jesus. A atitude de Salomão ao pedir sabedoria em vez de riqueza, poder ou destruição de inimigos revela humildade e busca pela justiça, algo profundamente alinhado com o espírito do Reino de Deus proclamado por Jesus. Também o julgamento do bebê destaca um valor essencial do evangelho: a vida e o amor verdadeiro, pois a verdadeira mãe prefere perder o filho a vê-lo morrer, revelando que o amor sacrificial preserva a vida. Esses elementos estão claramente em harmonia com os ensinamentos de Jesus sobre misericórdia, humildade e justiça. Por outro lado, a presença de sacrifícios nos altos e práticas religiosas típicas do antigo contexto israelita refletem tradições culturais e religiosas daquele tempo, que não constituem necessariamente a essência da revelação divina. Assim, à luz de Jesus, entende-se que aquilo que promove vida, compaixão, sabedoria e amor ao próximo pode ser reconhecido como revelação autêntica de Deus. Tudo o que não corresponde a esse espírito deve ser compreendido como expressão cultural ou acréscimo humano presente no processo histórico da formação das Escrituras.
BIBLIOGRAFIA
FOX, Michael V. Character and Ideology in the Book of Proverbs. 1981.
WHYBRAY, R. N. The Intellectual Tradition in the Old Testament. 1974.
CRADDOCK, Fred B. Preaching Through the Christian Year. 1992.
WRIGHT, Christopher J. H. Old Testament Ethics for the People of God. 2004.
KIDNER, Derek. The Wisdom of Proverbs, Job and Ecclesiastes. 1985.
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(estrofe 1)
Salomão reinava firme sobre todo Israel então,
E seus oficiais serviam na ordem da administração.
Azarias sacerdote estava diante do altar,
E Eliorefe e Aías os registros iam guardar.
Josafá, o cronista, anotava cada ação,
Benaia comandava os homens com forte direção.
Zadoque e Abiatar cuidavam do serviço sagrado,
E amigos do rei estavam junto ao trono estabelecido e honrado.
(estrofe 2)
Doze eram os governadores sobre a terra repartida,
Cada qual sustentava a corte em sua medida.
Um mês por ano proviam alimento ao rei e à mesa,
Em regiões distintas de fértil natureza.
Ben-Hur nos montes de Efraim sua parte mantinha,
Ben-Déquer em Macaz e em Saalbim também vinha.
Outros cuidavam das terras de Judá e de Manassés,
E assim o reino se mantinha com fartura aos pés.
(estrofe 3)
Judá e Israel eram muitos como areia do mar,
Comiam, bebiam alegres, vivendo sem temor no lar.
Cada qual sob sua videira e sob sua figueira em paz,
Desde Dã até Berseba o descanso era eficaz.
Salomão dominava reinos até o grande rio,
E todos traziam tributo sem levantar desafio.
Na terra havia abundância, segurança e união,
E o povo vivia tranquilo sob justa direção.
(refrão)
Quando a sabedoria governa a força da nação,
A paz floresce nos campos e no coração.
Onde há justiça e ordem na condução do viver,
O povo encontra descanso e alegria em florescer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Salomão tinha estábulos cheios de cavalos velozes,
Carros de guerra e servos atentos às suas vozes.
Cada governador levava trigo, cevada e pão,
Sustentando a mesa do rei com fiel provisão.
Também levavam forragem para os animais do rei,
Tudo em seu tempo chegava conforme a antiga lei.
Assim o reino crescia com riqueza e produção,
E a fartura se espalhava por toda a região.
(estrofe 5)
Deus deu a Salomão saber vasto como o mar,
E entendimento profundo impossível de contar.
Mais sábio que os filhos do Oriente foi considerado,
Mais que Etã, Hemã e Calcol seu nome foi exaltado.
Proferiu três mil provérbios e mil cânticos compôs,
Falou das árvores, das ervas e do mundo que Deus pôs.
De todas as nações vinham homens para ouvir,
A sabedoria do rei que Deus quis repartir.
(refrão)
Quando a sabedoria governa a força da nação,
A paz floresce nos campos e no coração.
Onde há justiça e ordem na condução do viver,
O povo encontra descanso e alegria em florescer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo aparecem elementos que podem ser vistos em harmonia com o espírito dos ensinamentos de Jesus, especialmente a valorização da sabedoria, da paz social e do bem-estar coletivo. A descrição de um povo vivendo em segurança, cada um “debaixo de sua videira e de sua figueira”, sugere uma sociedade de estabilidade e tranquilidade, algo próximo da visão do Reino de Deus como um espaço de vida digna para todos. A busca pela sabedoria também está em profunda sintonia com o ensinamento de Jesus, que valorizou o discernimento, a prudência e a compreensão da vontade de Deus acima da ostentação religiosa. Por outro lado, a ênfase na riqueza, no poder militar e na grande estrutura administrativa reflete o modelo político das monarquias antigas, centrado na autoridade real e na expansão do poder, algo que Jesus relativizou ao ensinar que os verdadeiros líderes devem servir e não dominar. Assim, à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, aquilo que promove sabedoria, justiça, paz e bem-estar coletivo pode ser entendido como expressão da revelação divina. O que reflete apenas poder, prestígio ou organização política deve ser compreendido como parte do contexto histórico humano em que o texto foi escrito.
BIBLIOGRAFIA
CRADDOCK, Fred B. Preaching the Old Testament. 1984.
GOLINGAY, John. Old Testament Theology: Israel’s Gospel. 2009.
GOTTWALD, Norman K. The Hebrew Bible: A Socio-Literary Introduction. 1985.
BRIGHT, John. A History of Israel. 1981.
PERDUE, Leo G. Wisdom Literature: A Theological History. 2007.
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(estrofe 1)
Hirão, rei de Tiro, ouviu que Salomão reinava então,
Pois sempre fora amigo de Davi com sincera afeição.
Salomão mandou mensageiros ao rei para falar,
Recordando o sonho antigo que Davi quis realizar.
“Meu pai não pôde erguer casa ao Nome do Senhor,
Pois guerras o cercavam com ruído e com temor.
Mas Deus me deu descanso de inimigo e opressão,
E agora construirei o templo de adoração.”
(estrofe 2)
“Ordena pois que cortem cedros do Líbano para mim,
Pois teus servos sabem bem trabalhar o cedro assim.
Meus servos se juntarão aos teus no labor do cortar,
E o salário combinado eu farei também pagar.
Tu sabes que entre nós não há quem saiba preparar
Madeira como os sidônios que aprenderam a talhar.”
Assim Salomão enviou sua palavra em intenção,
Buscando para o templo forte base e construção.
(estrofe 3)
Quando Hirão ouviu as palavras alegrou-se com louvor:
“Bendito seja hoje o Senhor que deu sábio sucessor.
Salomão governa Israel com entendimento real,
E o acordo entre nós será de benefício igual.”
Prometeu enviar cedros e também madeira boa,
E os troncos pelo mar flutuariam sem demora.
Salomão daria trigo, azeite e alimento ao rei,
E paz havia entre ambos como sólida lei.
(refrão)
Quando mãos se unem em propósito de edificar,
A paz transforma o trabalho em obra singular.
Sabedoria e aliança fazem o projeto florescer,
E a casa do Senhor começa então a nascer.
(refrão especial)
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O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
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(estrofe 4)
Salomão convocou homens para grande construção,
Trinta mil foram enviados em revezamento à missão.
Dez mil por mês subiam ao Líbano para trabalhar,
E dois meses descansavam antes de regressar.
Adonirão supervisionava o pesado serviço ali,
Setenta mil carregavam o peso que vinha daí.
Oitenta mil talhavam pedras nas montanhas sem cessar,
Preparando o fundamento que o templo iria sustentar.
(estrofe 5)
Havia também mestres sobre a obra a vigiar,
Três mil e trezentos homens a ordem administrar.
Pedras grandes e preciosas eram então preparadas,
Para bases firmes e sólidas serem colocadas.
Os construtores de Salomão e de Hirão juntos estavam,
E homens de Gebal com arte as pedras trabalhavam.
Assim madeira e pedra foram sendo preparadas então,
Para erguer a casa santa da adoração.
(refrão)
Quando mãos se unem em propósito de edificar,
A paz transforma o trabalho em obra singular.
Sabedoria e aliança fazem o projeto florescer,
E a casa do Senhor começa então a nascer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo vemos elementos que podem ser interpretados em sintonia com valores ensinados por Jesus, especialmente a cooperação entre povos diferentes, a paz entre líderes e a realização de um projeto comum baseado em acordos justos. A amizade entre Salomão e Hirão e o trabalho conjunto entre israelitas e estrangeiros refletem uma abertura que lembra o espírito universal presente no ensino de Jesus, que valorizava a dignidade de todos os povos. Também a ideia de construir um lugar dedicado a Deus revela o desejo humano de honrar o divino. No entanto, quando o foco religioso se concentra em estruturas grandiosas, instituições e organização política, existe o risco de se afastar da essência da espiritualidade ensinada por Jesus, que afirmou que Deus deve ser adorado “em espírito e em verdade”, e não apenas em templos físicos. Assim, à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, aquilo que promove cooperação, paz, sabedoria e respeito entre as pessoas pode ser reconhecido como expressão da revelação divina. Já o que se prende apenas à grandeza institucional ou à centralização do poder religioso deve ser compreendido como parte da cultura histórica humana e não necessariamente como a essência da vontade de Deus.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
DEVER, William G. What Did the Biblical Writers Know and When Did They Know It? 2001.
LEVENSON, Jon D. Sinai and Zion: An Entry into the Jewish Bible. 1985.
WRIGHT, N. T. Simply Jesus. 2011.
CROSSAN, John Dominic. The Historical Jesus. 1991.
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(estrofe 1)
No quarto ano do reinado, no mês de Zive começou,
Salomão a erguer o templo que a Deus dedicou.
Quatrocentos e oitenta anos após sair Israel,
Da terra do Egito sob a mão do Deus fiel.
Sessenta côvados de comprimento tinha a construção,
Vinte de largura e trinta de elevação.
O pórtico diante do templo media vinte de extensão,
E ali surgia a casa santa da adoração.
(estrofe 2)
Fez janelas estreitas na altura da construção,
E câmaras ao redor em três níveis de formação.
Cada andar sustentava a madeira do lugar,
Sem tocar nos muros santos que ali estavam a ficar.
Quando se erguia o templo no monte escolhido então,
Não se ouvia martelo, ferro ou instrumento na edificação.
Tudo vinha preparado desde a pedreira distante,
E a obra crescia em silêncio reverente e constante.
(estrofe 3)
Veio a palavra do Senhor a Salomão no coração:
“Se andares nos meus caminhos e guardares minha instrução,
Habitarei no meio de Israel, meu povo amado,
E não abandonarei o povo que foi libertado.”
Assim Salomão continuou a casa a levantar,
Com tábuas de cedro por dentro a tudo revestir e adornar.
Do piso ao teto a madeira cobria a construção,
E o ouro brilhava santo na consagração.
(refrão)
Pedra sobre pedra se levanta a construção,
Mas a presença de Deus é que santifica a habitação.
Mais que madeira e ouro na obra a reluzir,
É a fidelidade do coração que faz Deus ali residir.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
No interior do santuário fez querubins de madeira,
Dez côvados de altura cada figura altaneira.
Suas asas se estendiam de parede até parede,
Protegendo o lugar santo onde a presença procede.
O ouro cobriu os querubins e todo o interior,
Com palmeiras e flores gravadas com primor.
Até o chão do templo foi de ouro revestido então,
Resplandecendo como luz na consagração.
(estrofe 5)
As portas do santuário eram de oliveira talhada,
Com querubins e flores na madeira trabalhada.
Também as portas do templo de cipreste foram feitas,
E figuras entalhadas nelas estavam perfeitas.
O átrio interior cercava o espaço consagrado,
Com pedras lavradas e cedro bem colocado.
No quarto ano começou toda a edificação,
E no décimo primeiro terminou-se a construção.
(refrão)
Pedra sobre pedra se levanta a construção,
Mas a presença de Deus é que santifica a habitação.
Mais que madeira e ouro na obra a reluzir,
É a fidelidade do coração que faz Deus ali residir.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo encontramos a descrição detalhada da construção do templo de Jerusalém, um espaço que representava, para o povo de Israel, o lugar da presença de Deus. A ideia de que Deus deseja habitar no meio do povo e caminhar com ele é compatível com o espírito dos ensinamentos de Jesus, que enfatizou a proximidade de Deus com as pessoas. Entretanto, a ênfase na grandiosidade arquitetônica, no ouro e na centralização do culto em um edifício pode ser compreendida como expressão cultural e religiosa da época. Jesus relativizou esse modelo ao afirmar que Deus não está limitado a templos e que os verdadeiros adoradores o adoram “em espírito e em verdade”. Assim, à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, a verdadeira revelação divina se manifesta na fidelidade, no amor e na presença viva de Deus entre as pessoas, e não na grandeza de estruturas religiosas. Portanto, tudo aquilo que promove comunhão, fidelidade e amor ao próximo pode ser reconhecido como expressão da vontade de Deus; já o que se refere apenas à estrutura ritual ou institucional deve ser entendido como parte do contexto histórico humano em que o texto foi escrito.
BIBLIOGRAFIA
FRIEDMAN, Richard Elliott. Who Wrote the Bible? 1987.
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
LEVENSON, Jon D. Sinai and Zion. 1985.
WRIGHT, N. T. Jesus and the Victory of God. 1996.
BORG, Marcus J. Reading the Bible Again for the First Time. 2001.
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Treze anos levou Salomão seu palácio a terminar,
Casa da Floresta do Líbano fez levantar.
Cem côvados de comprimento e cinquenta de largura,
Colunas de cedro erguiam a nobre arquitetura.
Também o pórtico das colunas levantou diante do lugar,
E o salão do trono onde julgava ao governar.
Casa fez também para a filha do rei do Egito morar,
Tudo de pedra lavrada difícil de comparar.
(estrofe 2)
Chamou de Tiro um artesão de grande habilidade,
Hirão se chamava, cheio de engenho e capacidade.
Filho de uma viúva de Naftali, mas de pai sidônio também,
Sabia trabalhar o bronze com destreza e talento além.
Diante do templo fez duas colunas levantar,
Dezoito côvados cada uma em firme lugar.
Joaquim chamou a uma e Boaz à outra então,
Firmando na entrada do templo sua posição.
(estrofe 3)
Capitéis de bronze com lírios e redes a adornar,
Romãs em fileiras vinham as colunas cercar.
Assim ficaram diante do templo como sinal,
De força e beleza no trabalho artesanal.
Fez também o grande mar fundido para purificação,
Dez côvados de borda a borda na dimensão.
Doze bois de bronze o sustentavam em formação,
Voltados aos quatro ventos da criação.
(refrão)
Arte, trabalho e engenho na obra a florescer,
Mãos humanas moldando o que Deus quer ver crescer.
Entre colunas e bronze resplandece a construção,
Sinal de dedicação na antiga geração.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Dez bases de bronze também o artesão formou,
Com rodas e figuras que o artista gravou.
Leões, bois e querubins nas placas a reluzir,
Mostrando a beleza que as mãos sabiam esculpir.
Sobre elas bacias para água repousar,
Para lavar e purificar antes de sacrificar.
Cinco ao sul e cinco ao norte estavam a repousar,
E o grande mar ao sul do templo veio a ficar.
(estrofe 5)
Hirão fez panelas, pás e bacias para o altar,
Tudo em bronze polido pronto para usar.
Incontáveis eram os objetos na grande produção,
Pois o peso do bronze não tinha medição.
Depois Salomão fez também utensílios de ouro reluzente,
O altar, a mesa e os candelabros diante.
Assim terminou toda a obra para a casa do Senhor,
E trouxe os tesouros que Davi guardara com amor.
(refrão)
Arte, trabalho e engenho na obra a florescer,
Mãos humanas moldando o que Deus quer ver crescer.
Entre colunas e bronze resplandece a construção,
Sinal de dedicação na antiga geração.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo descreve principalmente a construção do palácio de Salomão e a produção dos utensílios e estruturas ornamentais do templo. O texto valoriza o trabalho humano, a habilidade artística e a dedicação ao serviço religioso, aspectos que podem ser compreendidos em harmonia com a visão de Jesus sobre o valor do trabalho e da fidelidade nas pequenas e grandes tarefas. A cooperação entre diferentes povos, como o artesão vindo de Tiro, também revela uma dimensão universal da experiência humana que dialoga com o ensino de Jesus sobre a dignidade de todos os povos. Entretanto, a forte ênfase em luxo, grandeza arquitetônica e riqueza material reflete o modelo religioso e político das monarquias antigas. Jesus, por sua vez, frequentemente relativizou o valor das estruturas religiosas e materiais, ensinando que Deus busca corações humildes e vidas transformadas pelo amor. Assim, à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, aquilo que expressa serviço, cooperação e dedicação pode ser reconhecido como expressão da vontade divina. Já o que se refere apenas ao esplendor material ou institucional deve ser entendido como parte da cultura histórica e religiosa do tempo em que o texto foi produzido.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
DEVER, William G. Did God Have a Wife? Archaeology and Folk Religion in Ancient Israel. 2005.
LEVENSON, Jon D. Sinai and Zion. 1985.
WRIGHT, N. T. Simply Jesus. 2011.
BORG, Marcus J. Reading the Bible Again for the First Time. 2001.
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(estrofe 1)
Salomão reuniu os anciãos de Israel em união,
Chefes das tribos vieram diante da congregação,
Subiram de Sião trazendo a arca do Senhor,
Símbolo da antiga aliança guardada com amor.
Sacerdotes levaram-na ao santo interior,
No lugar santíssimo repousou com temor,
Querubins estendiam suas asas no lugar,
E as varas da arca se podiam ainda enxergar.
(estrofe 2)
Nada havia na arca além das tábuas da Lei,
Que Moisés recebera no Horebe do grande Rei,
Quando o povo saiu do Egito com poder,
E Deus fez aliança para Israel viver.
Então uma nuvem encheu todo o santo lugar,
Sacerdotes não puderam ali continuar,
Pois a glória divina cobriu o templo inteiro,
E o Senhor revelou Sua presença primeiro.
(estrofe 3)
Disse Salomão: “O Senhor na nuvem quis habitar,
Mas casa magnífica eu fiz para te honrar.”
Bendito seja o Deus que a promessa cumpriu,
O que falou a Davi fielmente realizou.
Meu pai desejou levantar casa ao Senhor,
Mas a mim foi dado cumprir esse labor,
Hoje o templo está firme diante da nação,
Para guardar a arca da santa aliança então.
(refrão)
Deus ouviu a promessa feita no passado,
Sua presença encheu o templo consagrado,
Entre o povo Ele quis também habitar,
Para ouvir quem O busca e a Ele clamar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Salomão ergueu as mãos diante da multidão,
E falou ao Senhor em profunda oração:
“Nem os céus dos céus podem Te conter,
Quanto menos esta casa que fiz erguer.
Mas se alguém pecar e vier aqui suplicar,
Ouve do céu e vem perdoar;
Se estrangeiro vier Teu nome buscar,
Ouve também seu clamor ao orar.”
(estrofe 5)
Terminada a oração, levantou-se o rei,
Abençoando o povo conforme a santa Lei,
Ofertas e sacrifícios foram apresentados,
E bois e ovelhas foram consagrados.
Houve festa em Israel por muitos dias,
Celebrando a presença de Deus e Suas vias,
Depois o povo voltou com alegria ao lar,
Com o coração feliz por Deus habitar.
(refrão)
Deus ouviu a promessa feita no passado,
Sua presença encheu o templo consagrado,
Entre o povo Ele quis também habitar,
Para ouvir quem O busca e a Ele clamar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
CRISTO COMO CRITÉRIO DA REVELAÇÃO
Neste capítulo aparece algo profundamente coerente com a vida e o ensino de Jesus: a oração que reconhece que Deus não pode ser limitado por templos humanos e que Ele ouve qualquer pessoa que O busque, inclusive o estrangeiro. Essa abertura universal está plenamente alinhada com a mensagem de Jesus, que revelou um Deus acessível a todos e não restrito a um povo ou a um lugar sagrado específico. Também é coerente a ênfase na oração, no arrependimento e no perdão divino, temas centrais do Evangelho. Entretanto, certos elementos do texto refletem práticas religiosas da época, como a grande quantidade de sacrifícios de animais e a ideia de centralizar a presença divina em um templo específico. À luz da vida e dos ensinos de Jesus, que declarou que Deus é Espírito e deve ser adorado em espírito e em verdade, essas práticas podem ser entendidas como expressões culturais e religiosas do antigo contexto de Israel. Assim, o único critério absoluto para reconhecer a verdadeira revelação de Deus é aquilo que se harmoniza com a vida, os ensinos e o amor demonstrado por Jesus. Tudo que não corresponde a esse padrão deve ser compreendido como interpretação humana, acréscimo histórico ou religioso — bem-intencionado ou não — presente no processo de transmissão das Escrituras.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, Raymond E. Introdução ao Antigo Testamento. 2007.
BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2014.
WALTERS, Stanley. 1 e 2 Reis: Comentário Bíblico. 2010.
WRIGHT, N. T. A Bíblia e a Autoridade de Deus. 2013.
CROSSAN, John Dominic. O Poder da Parábola. 2015.
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(estrofe 1)
Quando Salomão terminou templo e palácio real,
E tudo quanto quis fazer em obra material,
O Senhor lhe apareceu outra vez com favor,
Como outrora em Gibeão lhe falara o Senhor.
“Ouvi tua oração e teu clamor em atenção,
Consagrei esta casa feita por tua mão,
Meu nome ali estará noite e dia a brilhar,
E meus olhos atentos sempre a vigiar.”
(estrofe 2)
“Se andares diante de mim com sincero coração,
Como Davi teu pai viveu em dedicação,
Guardando meus decretos com fidelidade e luz,
Teu trono permanecerá como promessa que conduz.
Mas se tu ou teus filhos vierem a se afastar,
E outros deuses e ídolos passarem a honrar,
Israel será tirado da terra que lhes dei,
E este templo será sinal do que eu rejeitei.”
(estrofe 3)
Quem passar por este templo perguntará então:
“Por que veio tal ruína sobre esta nação?”
Dirão: “Porque deixaram o Deus libertador,
Que do Egito os tirou com Seu grande amor.”
E seguiram outros deuses para adorar,
Por isso veio o juízo sobre este lugar,
Assim termina a palavra que o Senhor falou,
Advertindo o caminho que o povo escolheu.
(refrão)
Promessa e advertência caminham lado a lado,
O coração fiel permanece firmado,
Quem guarda o caminho da justiça e do bem,
Permanece na vida que Deus também mantém.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Depois de vinte anos em obras e construção,
Salomão entregou cidades a Hirão então,
Mas o rei de Tiro ao vê-las não se alegrou,
Chamando-as Cabul, pois pouco valor encontrou.
Ainda assim Hirão deu ouro ao rei de Israel,
E as obras continuaram sob comando fiel,
Muros, cidades e fortalezas se ergueram no chão,
Para firmar o reino e sua administração.
(estrofe 5)
Salomão levantou muralhas, cidades e caminhos,
E submeteu povos restantes como servos vizinhos,
Israel, porém, não fez escravos entre irmãos,
Mas oficiais e guerreiros em suas funções.
Também construiu navios no mar distante,
Em Eziom-Geber, porto forte e importante,
De Ofir trouxeram ouro em grande porção,
Quatrocentos talentos vieram à sua mão.
(refrão)
Promessa e advertência caminham lado a lado,
O coração fiel permanece firmado,
Quem guarda o caminho da justiça e do bem,
Permanece na vida que Deus também mantém.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A REVELAÇÃO
Neste capítulo aparecem elementos que podem ser compreendidos de duas maneiras quando observados à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus. É coerente com o Evangelho a ideia de fidelidade a Deus expressa por meio de um coração sincero, de justiça e de integridade, pois Jesus também ensinou que o essencial é amar a Deus e ao próximo com todo o coração. Também é coerente a noção de que o afastamento do bem produz consequências históricas e sociais para um povo. Entretanto, certas interpretações do texto refletem concepções antigas sobre castigos coletivos, destruição do templo como punição direta de Deus e a estrutura política baseada em domínio e submissão de outros povos. À luz da vida de Jesus, que ensinou misericórdia, reconciliação e amor universal, esses aspectos precisam ser lidos como expressões históricas da compreensão humana sobre Deus naquele tempo. Assim, o princípio absoluto para reconhecer o que é realmente revelação divina é comparar tudo com Jesus — sua vida, suas atitudes e seus ensinamentos. O que estiver em harmonia com esse amor universal pode ser reconhecido como expressão da vontade de Deus; aquilo que não corresponde a esse espírito deve ser entendido como interpretação humana ou acréscimo cultural presente na tradição bíblica.
BIBLIOGRAFIA
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2019.
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Scripture and the Authority of God. 2013.
CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.
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(estrofe 1)
A rainha de Sabá ouviu da fama do rei,
Da sabedoria que Deus lhe concedera por lei,
Veio prová-lo com perguntas profundas então,
Trazendo especiarias e ouro em grande porção.
Entrou em Jerusalém com rica comitiva,
Camelos carregados de oferta expressiva,
Falou com Salomão tudo o que em si pensou,
E nenhuma pergunta o rei deixou sem resposta ou favor.
(estrofe 2)
Vendo a sabedoria e o palácio construído,
A mesa do rei e o serviço bem conduzido,
As vestes dos servos e o vinho servido,
E a ordem da casa com zelo mantido,
Ficou sem fôlego diante de tal visão,
Disse: “Era verdade o que ouvi em minha nação;
Mas metade da glória ainda não me disseram,
Pois teus feitos e saber muito mais excederam.”
(estrofe 3)
“Bendito seja o Senhor que em ti se agradou,
E sobre o trono de Israel te colocou;
Por amor a Israel te fez governar,
Para com justiça e retidão julgar.”
Então deu ao rei ouro e aromas sem par,
Pedras preciosas para o reino adornar;
E Salomão também presentes lhe deu,
Mais do que ela trouxe quando a ele apareceu.
(refrão)
A sabedoria fez distante gente chegar,
Para ouvir o rei e seu conselho escutar,
A fama cresceu pelos povos também,
Pois Deus lhe deu saber além de todo alguém.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
O peso do ouro que ao rei vinha em cada ano,
Seiscentos e sessenta e seis talentos soberanos,
Além do comércio e dos reis da região,
Que traziam tributos em grande quantidade então.
Fez escudos de ouro batido em coleção,
E no Líbano guardou tal ornamentação;
Tudo brilhava em riqueza diante da visão,
Sinal da prosperidade sob sua direção.
(estrofe 5)
Fez também um grande trono de marfim e ouro puro,
Seis degraus conduziam ao assento seguro,
Leões estavam postos ao redor do lugar,
Guardando o símbolo do poder de governar.
Toda a prata era comum como pedra no chão,
Cedros eram muitos na fértil região,
De longe vinham reis para ouvir seu saber,
E presentes traziam ao rei para oferecer.
(refrão)
A sabedoria fez distante gente chegar,
Para ouvir o rei e seu conselho escutar,
A fama cresceu pelos povos também,
Pois Deus lhe deu saber além de todo alguém.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNINDO A REVELAÇÃO À LUZ DE JESUS
Neste capítulo aparecem elementos que podem ser vistos em harmonia com os ensinamentos de Jesus, especialmente a valorização da sabedoria, da justiça e do reconhecimento de Deus como fonte da verdadeira compreensão da vida. A visita da rainha de Sabá mostra um encontro entre povos diferentes em busca de sabedoria, algo muito próximo do espírito universal que Jesus revelou ao acolher pessoas de todas as nações e culturas. Também é coerente com o Evangelho a ideia de que a verdadeira grandeza de um governante deveria estar ligada à sabedoria e à justiça. Entretanto, o capítulo também enfatiza fortemente a riqueza material, o luxo do poder e a grande acumulação de ouro e bens, aspectos que contrastam com a simplicidade ensinada e vivida por Jesus, que advertiu sobre os perigos da riqueza e ensinou que o verdadeiro tesouro está no amor e na prática da justiça. Por isso, ao interpretar textos como este, o critério absoluto deve ser a vida e o ensino de Jesus. Aquilo que reflete amor, justiça, misericórdia e busca sincera por Deus pode ser compreendido como expressão da revelação divina; já o que se afasta desse espírito deve ser entendido como parte da cultura e da interpretação humana presente no texto bíblico, podendo representar acréscimos humanos, conscientes ou não, na tradição religiosa.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2019.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Scripture and the Authority of God. 2013.
CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.
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(estrofe 1)
O rei Salomão amou mulheres de muitas nações,
Moabitas, sidônias e de outras regiões,
O Senhor dissera: “Não vos mistureis assim”,
Mas seu coração inclinou-se ao que não era de Deus enfim.
Teve muitas esposas e concubinas também,
E seus corações desviaram o coração do rei,
Na velhice seguiram deuses de outras terras,
E não foi perfeito diante do Senhor em suas eras.
(estrofe 2)
Edificou altos para ídolos no monte ao redor,
Para Quemos e Astarote levantou altar e clamor,
Assim fez para as mulheres que incensavam ali,
Sacrifícios e ritos que Deus não pediu para si.
O coração de Salomão já não era inteiro,
Como fora o de Davi, seu pai verdadeiro,
E o Senhor se indignou com tal caminho tomado,
Pois duas vezes lhe havia falado.
(estrofe 3)
Então disse o Senhor: “Teu reino rasgarei,
Das mãos de teu filho uma parte tirarei;
Contudo por Davi não farei isto em tua geração,
Mas no tempo de teu filho virá tal divisão.
Ainda assim uma tribo deixarei permanecer,
Por amor a Davi e à cidade que escolhi para ser,
Jerusalém ficará como memória da aliança,
Mesmo quando vier mudança.”
(refrão)
Quando o coração se divide no caminho,
Perde a firmeza que sustenta o ninho,
A fidelidade guarda a vida e a luz,
Mas o desvio conduz a outra cruz.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Levantou-se Hadade como adversário então,
Edomita criado na casa de Faraó no Egito e região,
Também Rezon se tornou inimigo constante,
Reinando na Síria de modo vigilante.
Assim houve oposição nos dias do rei,
Como consequência do caminho que seguiu pela lei,
Adversários cercaram Israel por fora,
Enquanto o reino mudava sua história.
(estrofe 5)
Jeroboão, servo forte, levantou-se também,
E o profeta Aías lhe falou do que vem:
Rasgou seu manto em doze partes então,
Dizendo: “Dez tribos te darei na divisão.”
Mas uma ficará por causa de Davi,
Para que a lâmpada de Israel permaneça ali,
Depois Salomão morreu e foi sepultado enfim,
E Roboão reinou depois dele assim.
(refrão)
Quando o coração se divide no caminho,
Perde a firmeza que sustenta o ninho,
A fidelidade guarda a vida e a luz,
Mas o desvio conduz a outra cruz.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DA VIDA DE JESUS
Neste capítulo aparece uma advertência importante sobre a fidelidade do coração e os riscos de se afastar da prática do bem e da justiça. A ideia de que o coração humano pode se desviar do caminho do amor e da verdade está em harmonia com os ensinamentos de Jesus, que também afirmou que é do coração que procedem as escolhas humanas e que a fidelidade a Deus deve ser interior, não apenas exterior. Entretanto, o capítulo também apresenta interpretações antigas que atribuem diretamente a Deus conflitos políticos, inimigos levantados contra Israel e divisões nacionais como punições divinas. À luz da vida e dos ensinamentos de Jesus — que revelou Deus como Pai amoroso, misericordioso e sempre disposto à reconciliação — essas explicações podem ser compreendidas como formas humanas de interpretar acontecimentos históricos. Por isso, o princípio fundamental para discernir o que é revelação divina consiste em comparar tudo com Jesus: sua vida, sua prática de amor, sua misericórdia e sua visão universal de Deus. O que corresponde a esse espírito pode ser entendido como expressão da verdadeira vontade de Deus; aquilo que se distancia desse amor deve ser compreendido como acréscimo humano presente na tradição religiosa e no processo histórico de transmissão dos textos.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2019.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Scripture and the Authority of God. 2013.
CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Roboão foi a Siquém para o povo encontrar,
Pois todo Israel ali quis o rei coroar,
Jeroboão voltou do Egito para falar,
E com a assembleia veio então dialogar.
Disseram: “Teu pai fez pesado o nosso jugo,
Alivia o trabalho e serviremos sem recuo.”
Roboão pediu três dias para responder,
E ao povo prometeu depois lhes dizer.
(estrofe 2)
Consultou primeiro os anciãos do passado,
Que serviram a Salomão no reinado,
Eles disseram: “Se fores servo desta gente hoje,
Com bondade governando, teu reino se protege.”
Mas Roboão deixou o conselho antigo,
Preferindo ouvir os jovens amigos,
Que disseram: “Mostra tua força sem temor,
E responde com rigor e maior vigor.”
(estrofe 3)
Então disse ao povo com palavras duras:
“Meu pai vos castigou com correias seguras,
Mas eu vos castigarei com açoites de dor.”
E Israel ouviu a resposta do senhor.
Então clamaram: “Que parte temos com Davi?
Cada um para sua tenda, Israel, parti!”
Assim se dividiu o reino em nação,
E só Judá seguiu a casa de Davi então.
(refrão)
Quando a dureza governa o coração,
Divide caminhos dentro da nação,
A sabedoria constrói comunhão,
Mas o orgulho levanta separação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Roboão reuniu guerreiros para lutar,
Mas um profeta veio a palavra anunciar:
“Não subais contra vossos irmãos de Israel,
Pois isto aconteceu conforme o querer fiel.”
Então voltaram todos sem guerra fazer,
Obedecendo à voz que veio dizer,
E o reino ficou dividido no chão,
Entre Judá e a outra nação.
(estrofe 5)
Jeroboão fortaleceu Siquém na região,
E levantou altares para nova adoração,
Fez dois bezerros dizendo ao povo assim:
“Não subais mais a Jerusalém.”
Um pôs em Betel, outro em Dã distante,
E fez sacerdotes de povo comum adiante,
Instituiu festas e altares também,
Seguindo caminhos que não vieram do Senhor além.
(refrão)
Quando a dureza governa o coração,
Divide caminhos dentro da nação,
A sabedoria constrói comunhão,
Mas o orgulho levanta separação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Este capítulo apresenta um momento histórico de ruptura política e religiosa em Israel. Há aspectos que dialogam com o ensino de Jesus, especialmente a advertência implícita contra o orgulho, a dureza de coração e a liderança autoritária. Jesus ensinou que quem governa deve servir, e que o verdadeiro líder não oprime o povo, mas alivia seus fardos. Nesse sentido, a atitude de Roboão ao rejeitar o conselho de governar com bondade mostra exatamente o oposto da liderança ensinada por Jesus. Também aparece no texto a manipulação religiosa de Jeroboão, que cria novos centros de culto para consolidar poder político, algo que contrasta com a espiritualidade simples e sincera ensinada por Cristo. Por outro lado, o texto atribui diretamente a Deus certos processos políticos e divisões nacionais, interpretação comum nos relatos antigos da história de Israel. À luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, que revelou Deus como Pai amoroso que busca reconciliação e não divisão, tais interpretações devem ser compreendidas como leituras humanas da história. Assim, o único critério absoluto para reconhecer a verdadeira revelação divina é a vida, o ensino e o espírito de Jesus. Tudo o que expressa amor, misericórdia, justiça e cuidado com o próximo pode ser reconhecido como Palavra de Deus; aquilo que não corresponde a esse espírito deve ser entendido como acréscimo humano, fruto do contexto histórico e religioso em que os textos foram escritos.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2019.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Scripture and the Authority of God. 2013.
CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Um homem de Deus veio de Judá a Betel,
Quando Jeroboão queimava incenso no altar cruel,
Clamou contra o altar pela palavra do Senhor,
Anunciando um sinal diante do povo em redor.
“Um filho nascerá na casa de Davi então,
Josias será seu nome nesta geração,
Sobre ti sacrificará sacerdotes do lugar,
E ossos humanos sobre ti queimará.”
(estrofe 2)
Disse ainda: “Este é o sinal para provar,
Que o Senhor falou e fará confirmar:
O altar se fenderá neste mesmo momento,
E a cinza cairá ao chão ao vento.”
Jeroboão estendeu a mão para prender,
Mas sua mão secou sem poder mover;
O altar se abriu conforme o sinal anunciado,
E o rei pediu oração para ser restaurado.
(estrofe 3)
O homem de Deus orou e a mão voltou,
Então o rei lhe disse com gesto de favor:
“Vem à minha casa, come e recebe presente.”
Mas ele respondeu de modo prudente:
“Mesmo que metade do reino me destes em mão,
Não entrarei contigo nesta ocasião;
Pois assim me ordenou o Senhor em visão,
Que não comesse pão nem voltasse pelo mesmo chão.”
(refrão)
A palavra recebida pede fidelidade,
O caminho do chamado exige verdade,
Quem guarda a voz que do alto vem,
Segue firme e não volta além.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Um velho profeta soube do ocorrido então,
E saiu ao encontro pelo mesmo chão,
Disse: “Também sou profeta como tu,
Um anjo me falou para trazer-te aqui.”
Assim o homem de Deus voltou ao lugar,
Para pão comer e água tomar;
Mas enquanto à mesa estavam ali,
Veio palavra do Senhor contra ele dali.
(estrofe 5)
Disse o profeta: “Por não obedecer ao Senhor,
E voltar do caminho que Ele ordenou,
Teu corpo não entrará no sepulcro ancestral.”
E ao partir encontrou destino fatal.
Um leão o achou no caminho então,
Seu corpo ficou estendido no chão,
Mas o leão não tocou no jumento ali,
Sinal estranho que o povo viu surgir.
(refrão)
A palavra recebida pede fidelidade,
O caminho do chamado exige verdade,
Quem guarda a voz que do alto vem,
Segue firme e não volta além.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Este capítulo apresenta uma narrativa simbólica sobre fidelidade à palavra recebida e sobre as consequências de se afastar do caminho inicialmente assumido. Há um elemento coerente com os ensinamentos de Jesus: a importância da integridade, da coerência e da fidelidade interior diante da verdade. Jesus também advertiu frequentemente sobre falsos mestres e sobre a necessidade de discernimento espiritual. Entretanto, o relato contém elementos típicos da literatura religiosa antiga, como a interpretação de acontecimentos trágicos como punições diretas de Deus e o uso de sinais dramáticos para validar uma mensagem profética. À luz da vida e do ensino de Jesus, que revelou um Deus misericordioso e orientado pelo amor ao próximo, esses aspectos precisam ser compreendidos dentro da linguagem simbólica e cultural da época. Assim, o critério absoluto para reconhecer a verdadeira revelação divina continua sendo a vida, os ensinos e a prática de Jesus. Tudo o que expressa amor, justiça, misericórdia e cuidado com o próximo pode ser entendido como manifestação da vontade de Deus. Aquilo que não corresponde a esse espírito deve ser visto como interpretação humana presente no processo histórico de transmissão dos textos bíblicos, podendo representar acréscimos humanos bem-intencionados ou não.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2019.
PROVAN, Iain; LONG, V. Philips; LONGMAN III, Tremper. A Biblical History of Israel. 2003.
WRIGHT, N. T. Scripture and the Authority of God. 2013.
CROSSAN, John Dominic. The Power of Parable. 2012.
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(est rofe 1)
Naqueles dias o filho de Jeroboão adoeceu no lar,
E o rei disse à esposa: disfarça-te, vai consultar.
Procura o profeta Aías, que falou do meu reinar,
Leva pães e presentes, para ele nos revelar.
Ela partiu silenciosa pela estrada poeirenta,
Mas o Senhor já falara antes da pergunta lenta,
Pois Aías, já idoso, tinha os olhos sem visão,
Mas Deus lhe abriu o segredo do que havia no coração.
(est rofe 2)
Quando ela entrou na porta, o profeta logo falou:
“Entra, mulher de Jeroboão, por que finges quem não sou?”
E anunciou a mensagem que o Senhor lhe confiou:
“Eu te levantei do povo, mas teu rei me abandonou.
Seguiu outros deuses falsos, levantou altar estranho,
Fez pecar todo o povo com erro duro e tamanho.
Por isso virá juízo sobre tua descendência,
E tua casa conhecerá amarga consequência.”
(est rofe 3)
Disse ainda o velho Aías: “Volta agora ao teu lugar,
Quando teus pés na cidade novamente pisar,
O menino morrerá, e todo Israel vai chorar,
Pois nele há algo bom que o Senhor quis preservar.”
Assim voltou a mulher com tristeza no caminho,
Quando chegou à porta, caiu morto o menininho.
Todo o povo o sepultou conforme a palavra dita,
Pois não falha o que Deus fala pela voz do profeta escrita.
(refrão)
Quando o poder se afasta do caminho do Senhor,
O reino colhe tristeza onde antes havia flor.
Mas na história permanece o alerta da direção:
Vida justa é mais forte que coroa ou posição.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(est rofe 4)
Jeroboão teve história de guerras e decisão,
E depois de vinte e dois anos terminou seu reinado então.
Seu filho Nadabe herdou o trono da nação,
Enquanto Judá vivia outra triste corrupção.
Roboão reinava em Jerusalém com luxo e tradição,
Mas o povo erguia ídolos em cada elevação.
Havia postes sagrados, altares na região,
E práticas vergonhosas espalhadas pela nação.
(est rofe 5)
Então veio Sisaque, rei do Egito, contra Judá marchar,
Tomou tesouros do templo e do palácio real saquear.
Escudos de ouro de Salomão foram levados do lugar,
E Roboão fez de bronze para a guarda carregar.
Tudo ficou registrado nos anais da antiga história,
Guerras, erros e lembranças misturadas na memória.
E quando Roboão morreu, após anos de reinado,
Seu filho Abião herdou o trono que lhe foi deixado.
(refrão)
Quando o poder se afasta do caminho do Senhor,
O reino colhe tristeza onde antes havia flor.
Mas na história permanece o alerta da direção:
Vida justa é mais forte que coroa ou posição.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A VERDADEIRA REVELAÇÃO
Neste capítulo aparecem elementos que podem ser lidos à luz da mensagem de Jesus e outros que refletem a compreensão religiosa de seu tempo. Está coerente com o ensino de Jesus a ideia de que a infidelidade, a injustiça e a idolatria produzem consequências históricas e morais, pois Cristo também ensinou que a árvore é conhecida pelos frutos (Mateus 7:16) e que a verdade espiritual se manifesta na prática da vida. Entretanto, narrativas de juízo coletivo, destruição total de famílias ou punições severas atribuídas diretamente a Deus precisam ser avaliadas à luz do próprio caráter revelado em Jesus, que demonstrou misericórdia, perdão e amor universal. O Evangelho mostra um Deus que faz nascer o sol sobre bons e maus (Mateus 5:45) e que prefere a misericórdia ao sacrifício. Por isso, o critério definitivo para discernir o que é revelação plena de Deus é a vida e o ensino de Jesus. Tudo que reflete Seu amor, justiça, compaixão e cuidado pelos seres humanos pode ser entendido como expressão autêntica da vontade divina. O que contradiz esse espírito deve ser interpretado como compreensão humana do sagrado dentro de seu contexto histórico — um possível “acréscimo humano”, intencional ou não. Assim, Cristo se torna a chave hermenêutica para compreender a Escritura.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 2004.
BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Academia Cristã, 2014.
CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. Rio de Janeiro: Imago, 1994.
PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2013.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. São Paulo: Paulus, 2018.
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(est rofe 1)
No décimo oitavo ano de Jeroboão a governar,
Abião reinou em Judá, Jerusalém como altar.
Três anos teve o trono, breve tempo a comandar,
E seguiu os velhos erros que seu pai quis cultivar.
Seu coração não foi inteiro no caminho do Senhor,
Como fora Davi outrora em fidelidade e amor.
Mas por causa da promessa que Deus quis conservar,
Uma lâmpada em Judá Ele decidiu deixar.
(est rofe 2)
Abião dormiu com os pais, e seu filho veio então,
Asa herdou a coroa sobre a santa região.
Fez o que era reto aos olhos do Deus da criação,
E expulsou da terra os ídolos da corrupção.
Tirou postes e imagens do caminho popular,
Até Maaca, sua avó, do poder fez afastar.
Seu coração foi sincero na estrada do Senhor,
Mesmo que alguns altares ficassem ainda no redor.
(est rofe 3)
Houve guerra constante entre Israel e Judá,
Asa e Baasa lutavam sem descanso por lá.
Baasa fortificou Ramá para o povo vigiar,
Controlando as estradas que levavam a Judá.
Então Asa enviou prata e ouro ao rei da Síria,
Para quebrar a aliança que Baasa mantinha.
Ben-Hadade atacou cidades do norte então,
E Baasa deixou Ramá temendo a invasão.
(refrão)
Nos caminhos dos reinos se vê clara lição,
Quem governa precisa justiça no coração.
Pois poder sem verdade perde força e direção,
E a história repete sempre a mesma advertência então.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(est rofe 4)
Então Asa convocou o povo para trabalhar,
Tomou pedras e madeiras que Ramá deixou ficar.
Com elas fez fortalezas que Judá quis levantar,
Em Geba e em Mispá para a terra guardar.
Seu reinado teve histórias de batalha e decisão,
Tudo escrito nos registros da antiga tradição.
E quando Asa descansou no tempo final da vida,
Josafá tomou o trono na linhagem mantida.
(est rofe 5)
Nadabe reinou em Israel dois anos a governar,
Seguindo o velho pecado que Jeroboão quis plantar.
Mas Baasa conspirou contra ele no lugar,
Em Gibetom dos filisteus fez o rei assassinar.
E ao subir ao trono novo destruiu toda a geração,
Da casa de Jeroboão não deixou sobrevivência então.
Assim se cumpriu a palavra que o profeta anunciou,
Pois o mal que se semeia cedo ou tarde volta em dor.
(refrão)
Nos caminhos dos reinos se vê clara lição,
Quem governa precisa justiça no coração.
Pois poder sem verdade perde força e direção,
E a história repete sempre a mesma advertência então.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
O CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A VONTADE DE DEUS
Em 1 Reis 15 aparecem elementos que dialogam com valores que mais tarde seriam claramente reafirmados por Jesus, especialmente a busca por justiça, integridade do coração e a crítica à idolatria que afasta o ser humano da verdade e da vida. Quando o texto afirma que Asa buscou agir com retidão e remover práticas que corrompiam o povo, encontramos algo coerente com o espírito da mensagem de Cristo, que também denunciou hipocrisias religiosas e chamou as pessoas à sinceridade diante de Deus. Entretanto, o capítulo também apresenta narrativas de violência política, assassinatos dinásticos e extermínio de famílias inteiras, práticas comuns na lógica dos reinos antigos, mas que entram em tensão com a ética revelada na vida de Jesus, marcada pelo perdão, pela misericórdia e pelo amor aos inimigos. À luz do Evangelho, o critério fundamental para compreender o que é verdadeiramente Palavra e vontade de Deus é a própria vida de Jesus, que revelou de forma plena o caráter divino. Tudo aquilo que reflete seu amor, compaixão, justiça restauradora e cuidado com todos pode ser reconhecido como expressão da revelação divina. Por outro lado, elementos que refletem violência religiosa, intolerância ou punições incompatíveis com o espírito do Evangelho devem ser entendidos como expressões humanas situadas historicamente, ou seja, possíveis “acréscimos humanos”, nascidos das limitações culturais e teológicas de seu tempo.
BIBLIOGRAFIA
ALTER, Robert. A Arte da Narrativa Bíblica. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BRUEGGEMANN, Walter. Primeiro e Segundo Reis: Interpretação Bíblica. Louisville: Westminster John Knox Press, 2000.
FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2013.
WRIGHT, N. T. Como Deus se Tornou Rei. São Paulo: Thomas Nelson Brasil, 2014.
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(est rofe 1)
Veio a palavra do Senhor a Jeú, profeta em visão,
Contra Baasa, rei de Israel, por causa da corrupção.
“Eu te levantei do pó para guiar esta nação,
Mas seguiste Jeroboão no pecado e na transgressão.
Fizeste o povo tropeçar nos caminhos da ilusão,
Levantando falsos deuses em lugar da devoção.
Por isso tua casa cairá como casa já julgada,
E tua memória na terra será como poeira espalhada.”
(est rofe 2)
Então Elá, filho de Baasa, tomou o trono real,
Reinou em Tirza dois anos sob destino desigual.
Mas Zinri, seu oficial, tramou golpe fatal,
Enquanto o rei bebia vinho no palácio principal.
Entrou com espada erguida na noite silenciosa,
Feriu o rei e tomou a coroa gloriosa.
Assim caiu Elá, sem defesa nem perdão,
E Zinri subiu ao trono pela força da traição.
(est rofe 3)
Logo que firmou o reino no lugar conquistado,
Zinri matou toda a casa de Baasa no reinado.
Não deixou parente vivo, nem amigo preservado,
Cumprindo o juízo antigo pelo profeta anunciado.
Mas o povo que cercava Gibetom na guerra então,
Soube do golpe sangrento contra o rei da nação.
Proclamaram Onri rei no meio da multidão,
E marcharam contra Tirza em justa reação.
(refrão)
Tronos nascem e caem como vento sobre o chão,
Quando o poder se constrói sem justiça no coração.
Pois reinos sem verdade vivem breve duração,
E a história vira poeira nas páginas da nação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(est rofe 4)
Zinri viu a cidade cercada por forte pressão,
Entrou no palácio real em triste decisão.
Ateou fogo ao edifício como última ação,
E morreu entre as chamas no próprio salão.
Então o povo se dividiu na escolha do poder,
Uns seguiam Tibni, outros Onri a defender.
Mas Onri prevaleceu no curso da direção,
E Tibni desapareceu na disputa da nação.
(est rofe 5)
Onri reinou em Samaria, cidade que fundou,
Comprou o monte de Semer e ali o reino firmou.
Mas fez o que era mau diante do Deus que julgou,
Mais que todos antes dele o pecado multiplicou.
Depois Acabe, seu filho, herdou o trono do pai,
Tomou Jezabel por esposa e seguiu Baal e Aserá.
Levantou altar a Baal na cidade que reinava,
E Jericó foi reedificada como a antiga palavra falava.
(refrão)
Tronos nascem e caem como vento sobre o chão,
Quando o poder se constrói sem justiça no coração.
Pois reinos sem verdade vivem breve duração,
E a história vira poeira nas páginas da nação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
O CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A VERDADEIRA REVELAÇÃO
O capítulo 16 de 1 Reis descreve um período de extrema instabilidade política, marcado por conspirações, assassinatos, golpes de estado e destruição de famílias inteiras no contexto das disputas pelo poder em Israel. A crítica profética à idolatria e à corrupção espiritual pode ser compreendida como coerente com princípios que Jesus também ensinaria séculos depois, especialmente quando denunciou religiões que se afastam da verdade e produzem injustiça. Entretanto, a narrativa também apresenta episódios de violência política e extermínio de linhagens inteiras, frequentemente interpretados como juízo divino direto. À luz da vida e da mensagem de Jesus, que revelou Deus como Pai misericordioso e defensor da vida, tais ações entram em tensão com o espírito do Evangelho. Jesus ensinou o amor aos inimigos, a reconciliação e o perdão, revelando um caminho radicalmente diferente das lógicas de poder e vingança que marcaram muitos reinos antigos. Por isso, o critério definitivo para discernir o que é revelação autêntica de Deus é a própria pessoa de Jesus. Tudo o que expressa amor, misericórdia, justiça restauradora e cuidado com o próximo pode ser reconhecido como manifestação da vontade divina. Já aquilo que contradiz esse espírito deve ser compreendido como interpretação humana da experiência religiosa, marcada pelos limites culturais e históricos de seu tempo — um possível acréscimo humano à tradição narrativa.
BIBLIOGRAFIA
CAMPBELL, Antony F. 1 Kings. Grand Rapids: Eerdmans, 2003.
FRITZ, Volkmar. 1 & 2 Kings: A Continental Commentary. Minneapolis: Fortress Press, 2003.
PROVAN, Iain. 1 and 2 Kings. Peabody: Hendrickson Publishers, 1995.
PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2013.
WRIGHT, N. T. O Desafio de Jesus. Viçosa: Ultimato, 2012.
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(est rofe 1)
Então Elias, o tisbita, diante do rei se apresentou,
“Vive o Senhor Deus de Israel, a quem minha vida honrou.
Nem orvalho nem chuva cairão sobre o chão,
Nestes anos de seca, sem minha oração.”
Depois veio a palavra do Senhor a lhe orientar:
“Vai ao ribeiro de Querite, ali te sustentar.
Beberás da corrente que desce pelo lugar,
E aos corvos ordenei teu alimento levar.”
(est rofe 2)
Assim Elias partiu para o vale escondido,
E junto ao ribeiro viveu no deserto erguido.
Os corvos traziam pão pela manhã e também carne ao entardecer,
E da água do ribeiro o profeta podia beber.
Dias correram lentos sob o céu endurecido,
Mas a seca crescia no campo ressequido.
Então o ribeiro secou na terra castigada,
Pois a chuva não caía sobre a planície cansada.
(est rofe 3)
Veio outra vez a palavra do Senhor a falar:
“Levanta-te, vai a Sarepta, ali irás morar.
Ordenei a uma viúva que te venha sustentar.”
Quando Elias chegou, viu a mulher lenha ajuntar.
Pediu-lhe um pouco d’água e também pão para comer,
Ela disse: “Só tenho um punhado de farinha a manter.
Vou fazer para mim e para meu filho pequeno,
Depois comeremos e morreremos no terreno.”
(refrão)
Mesmo em tempos de seca e aflição no caminho,
Surge pão inesperado na mesa do sozinho.
Quando a esperança parece deserto e solidão,
A providência floresce como chuva sobre o chão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(est rofe 4)
Disse Elias: “Não temas, faze primeiro para mim,
Depois farás para ti e para teu filho também.
Pois assim diz o Senhor Deus de Israel sobre a farinha:
A panela não se esvaziará, nem faltará azeite na botija.”
E ela fez conforme a palavra que ouviu,
E por muitos dias a casa inteira se nutriu.
Nem a farinha acabou no vaso da provisão,
Nem faltou azeite na humilde habitação.
(est rofe 5)
Depois disso o filho da viúva adoeceu,
E o fôlego da vida do menino se perdeu.
Ela disse ao profeta com dor no coração:
“Vieste lembrar meu pecado e trazer condenação?”
Então Elias tomou o menino em seus braços cansados,
Subiu ao quarto onde estava e clamou ajoelhado.
O Senhor ouviu o clamor e a vida voltou ao menino,
E a mãe disse: “Agora sei que a palavra de Deus está contigo.”
(refrão)
Mesmo em tempos de seca e aflição no caminho,
Surge pão inesperado na mesa do sozinho.
Quando a esperança parece deserto e solidão,
A providência floresce como chuva sobre o chão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
O CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A REVELAÇÃO
O capítulo 17 de 1 Reis apresenta elementos profundamente coerentes com a mensagem que mais tarde seria revelada de forma plena na vida de Jesus. A história mostra cuidado com os pobres, solidariedade entre desconhecidos, partilha de alimento em tempos de escassez e restauração da vida de uma criança, aspectos que dialogam diretamente com o coração do Evangelho. Jesus também destacou a fé da viúva de Sarepta como exemplo (Lucas 4:25–26), mostrando que a graça de Deus alcança pessoas fora dos círculos religiosos tradicionais. A provisão do alimento, o acolhimento do estrangeiro e a restauração da vida refletem valores centrais da prática de Jesus: misericórdia, compaixão e cuidado com os vulneráveis. Diferentemente de outras narrativas bíblicas marcadas por violência religiosa ou punições coletivas, este capítulo enfatiza preservação da vida e confiança em Deus. Assim, quando se utiliza a vida e o ensino de Jesus como critério absoluto para discernir a revelação divina, os elementos deste capítulo que expressam cuidado, restauração e solidariedade podem ser reconhecidos como profundamente alinhados com o caráter de Deus revelado por Cristo. O princípio hermenêutico permanece: aquilo que corresponde ao amor, à misericórdia e à vida demonstrados por Jesus pode ser compreendido como expressão autêntica da vontade divina; aquilo que contradiz esse espírito deve ser interpretado como compreensão humana condicionada ao seu contexto histórico.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. 1 & 2 Kings. Macon: Smyth & Helwys Publishing, 2000.
CAMPBELL, Antony F. 1 Kings. Grand Rapids: Eerdmans, 2003.
FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2013.
WRIGHT, N. T. Surpreendido pela Esperança. São Paulo: Ultimato, 2009.
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Pr.Psi Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(est rofe 1)
Depois de muitos dias veio a palavra do Senhor,
“Vai mostrar-te a Acabe, e darei chuva com favor.”
A fome era grande na terra sem flor,
Pois três anos de seca queimavam o labor.
Obadias guardava profetas em segredo fiel,
Cem homens salvos da espada cruel.
Enquanto Acabe buscava pasto na região,
A seca pesava sobre toda a nação.
(est rofe 2)
No caminho encontrou Elias o servo Obadias,
Que temeu ao profeta nas antigas profecias.
“Vai dizer ao teu rei: Elias está aqui”,
Mas ele temeu pela vida ao ouvir o que ouvi.
Porém Elias jurou pelo Deus que governa o céu,
Que naquele mesmo dia veria Acabe fiel.
Assim foi anunciada ao rei a notícia no chão,
E Acabe veio ao encontro com dura acusação.
(est rofe 3)
“És tu o perturbador de Israel?” perguntou o rei,
E Elias respondeu com coragem e com lei:
“Não sou eu quem perturba esta nação cansada,
Mas tu e a casa de teu pai na estrada desviada.”
Chamou todo o povo ao monte Carmelo a subir,
Com profetas de Baal e de Aserá a reunir.
“Se o Senhor é Deus, segui-O com decisão,
Mas se Baal é deus, segui sua direção.”
(refrão)
Entre dois caminhos não vive firme o coração,
A verdade pede escolha clara na decisão.
Quando a fé se divide na poeira da ilusão,
Só a verdade revela luz para a direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(est rofe 4)
Os profetas de Baal clamaram desde o amanhecer,
Saltaram sobre o altar esperando resposta ter.
“Baal, responde!” gritavam sem cessar no lugar,
Mas silêncio apenas ecoava no ar.
Elias zombou dizendo: “Talvez dorme ou viajou”,
Enquanto o povo observava o clamor que falhou.
Então preparou o altar do Senhor com doze pedras no chão,
E cavou ao redor dele um rego na construção.
(est rofe 5)
Mandou derramar água sobre a lenha e o altar,
Até que tudo ficou molhado no lugar.
Então orou: “Senhor Deus de Abraão, Isaac e Israel,
Mostra hoje que és Deus verdadeiro e fiel.”
Então caiu fogo do céu queimando a oferta e o chão,
Consumindo pedras, madeira e água na visão.
E o povo caiu com o rosto no pó da oração:
“O Senhor é Deus!” ecoou pela multidão.
(refrão)
Entre dois caminhos não vive firme o coração,
A verdade pede escolha clara na decisão.
Quando a fé se divide na poeira da ilusão,
Só a verdade revela luz para a direção.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
O CRITÉRIO DE JESUS PARA DISCERNIR A VERDADEIRA REVELAÇÃO
O capítulo 18 de 1 Reis apresenta um dos episódios mais conhecidos da tradição profética de Israel: o confronto no Monte Carmelo entre Elias e os profetas de Baal. Alguns aspectos deste relato dialogam com princípios que também aparecem na mensagem de Jesus, especialmente a denúncia da falsidade religiosa, o chamado à fidelidade espiritual e a confiança em Deus como fonte da vida e da verdade. Entretanto, a narrativa também inclui elementos de confronto religioso violento, culminando com a execução dos profetas de Baal, o que reflete a lógica religiosa e política do mundo antigo. Quando o ensinamento e a vida de Jesus são utilizados como critério definitivo para discernir a verdadeira revelação de Deus, torna-se necessário reconhecer que Cristo revelou um caminho marcado pela misericórdia, pelo amor aos inimigos e pela rejeição da violência religiosa. Assim, aquilo que no capítulo expressa confiança em Deus, busca pela verdade e restauração da fé pode ser compreendido como coerente com o espírito do Evangelho. Por outro lado, as ações de eliminação violenta de adversários religiosos entram em tensão com a prática de Jesus e devem ser entendidas como parte do contexto histórico e cultural da época, ou seja, como interpretações humanas da experiência religiosa. Dessa forma, o critério absoluto para reconhecer a verdadeira Palavra e vontade de Deus permanece sendo a própria vida e os ensinamentos de Jesus: tudo o que expressa amor, misericórdia e promoção da vida corresponde à revelação divina; aquilo que contradiz esse espírito deve ser interpretado como possível acréscimo humano à tradição.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. 1 & 2 Kings. Macon: Smyth & Helwys Publishing, 2000.
CAMPBELL, Antony F. 1 Kings. Grand Rapids: Eerdmans, 2003.
FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2013.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. São Paulo: Paulus, 2018.
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(est rofe 1)
Jezabel ouviu de Acabe o que no Carmelo ocorreu,
Como o fogo respondeu e o povo a Deus reconheceu,
Mas furiosa enviou recado severo ao profeta,
“Assim me façam os deuses se amanhã não pagar a meta”.
Elias temeu a ameaça e partiu para o deserto,
Deixou seu moço em Berseba e caminhou rumo incerto,
Sentou-se sob um zimbro, cansado da longa estrada,
“Basta, Senhor, toma a vida”, disse a alma angustiada.
(estrofe 2)
Deitou-se ali no deserto, na poeira da solidão,
E um anjo o despertou tocando suave sua mão,
“Levanta-te e come agora”, disse com voz de ternura,
Ao lado havia pão quente e água fresca na jarra pura.
Ele comeu e voltou ao sono do corpo cansado,
Mas outra vez o anjo veio e o tocou com cuidado,
“Levanta-te e fortalece-te, ainda é longo o caminho”,
Elias comeu e seguiu sustentado pelo carinho.
(estrofe 3)
Caminhou quarenta dias até o Horebe chegar,
Ali numa escura caverna decidiu descansar,
Então veio a Palavra: “Elias, que fazes aqui?”
Ele respondeu com zelo: “Sou fiel só eu por Ti”.
“O povo deixou tua aliança e teus profetas matou,
Teus altares derrubaram e minha vida buscou”,
Deus disse: “Sai para o monte, pois passarei neste lugar”,
E o profeta aguardou o que iria se revelar.
(refrão)
Não no vento nem no fogo Deus quis se manifestar,
Nem no forte terremoto fez Sua voz ecoar,
Mas no silêncio suave Seu amor veio falar,
Mostrando que na mansidão Deus prefere revelar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu.
(estrofe 4)
Veio um vento muito forte que os montes fez estremecer,
Mas Deus não estava nele, não quis ali aparecer,
Depois veio terremoto fazendo a terra tremer,
Mas também não era ali que Deus quis se fazer ver.
Depois veio o fogo ardente como chama a consumir,
Mas também não foi no fogo que Deus quis Se definir,
Após tudo veio um sopro, tão suave como canção,
E Elias cobriu o rosto diante da revelação.
(estrofe 5)
Outra vez Deus perguntou: “Elias, que fazes aqui?”
Ele repetiu sua dor e o zelo que tinha por Ti,
Então o Senhor lhe disse: “Volta ao caminho do deserto,
Ainda há missão na terra, teu propósito está perto”.
Ungirás Hazael rei, Jeú também governará,
E Eliseu será profeta que teu lugar herdará,
Ainda sete mil guardo que não dobraram o joelho,
E Elias lançou o manto sobre Eliseu, seu conselho.
(refrão)
Não no vento nem no fogo Deus quis se manifestar,
Nem no forte terremoto fez Sua voz ecoar,
Mas no silêncio suave Seu amor veio falar,
Mostrando que na mansidão Deus prefere revelar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu.
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Neste capítulo percebe-se algo profundamente coerente com o ensino de Jesus: Deus não se revela pela violência, pelo espetáculo ou pela força destrutiva, mas pelo “sussurro suave”, pela presença que consola, restaura e chama novamente para a vida. Essa revelação silenciosa está plenamente alinhada com a vida de Jesus, que ensinou mansidão, misericórdia e confiança no amor de Deus mesmo nas horas de esgotamento humano. Também é coerente com Jesus o cuidado divino com Elias em sua crise emocional: Deus alimenta, fortalece e escuta o profeta antes de lhe dar nova missão, o que corresponde ao modo como Jesus tratava os cansados e oprimidos. Contudo, algumas dimensões do contexto histórico, como a lógica de confrontos violentos entre sistemas religiosos ou a expectativa de juízos destrutivos sobre adversários, refletem a mentalidade cultural da época. À luz do princípio cristológico, somente aquilo que expressa amor, restauração, cuidado e verdade vivida por Jesus pode ser entendido plenamente como revelação direta do coração de Deus. Tudo o que diverge desse espírito deve ser interpretado como construção histórica humana — muitas vezes sincera e devota — mas ainda assim limitada pela cultura e pela compreensão daquele tempo.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, Raymond E. Introdução ao Antigo Testamento. 2004.
BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 1997.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
WALTERS, Stanley. 1–2 Reis: Comentário Bíblico. 2012.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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(estrofe 1)
Ben-Hadade juntou reis e cercou Samaria com poder,
Com cavalos e carros veio a cidade envolver,
Mandou mensageiros dizendo ao rei de Israel:
“Tua prata e teu ouro pertencem agora a mim, fiel.
Também tuas mulheres e filhos virão ao meu querer”,
Acabe respondeu: “Ó rei, sou teu, faze o que quiser”,
Mas nova mensagem veio com ordem mais severa:
“Teu palácio e teus bens meus servos tomarão sem espera”.
(estrofe 2)
Então Acabe chamou anciãos para ouvir conselho,
E disseram: “Não cedas ao orgulho desse velho”,
Ao mensageiro voltou com resposta resoluta,
“Tudo antes aceitei, mas esta exigência é absoluta”.
Ben-Hadade então jurou com arrogante decisão:
“Nem o pó de Samaria bastará para minha mão”,
Mas Acabe respondeu com firmeza e prudência:
“Não se glorie quem se arma como quem vence a guerra intensa”.
(estrofe 3)
Veio um profeta e disse: “Hoje Deus te fará ver,
Esta multidão enorme Ele fará perecer,
Para que saibas enfim quem governa o universo”,
E o Senhor conduziu a batalha em rumo diverso.
Os jovens dos governadores saíram primeiro à frente,
Depois todo Israel marchou firme e valente,
Os sírios bebiam nas tendas, confiantes na vitória,
Mas fugiram diante de Israel, mudando a história.
(refrão)
Reinos se levantam cheios de orgulho e ambição,
Mas Deus lembra aos homens que não reina a opressão,
No meio das guerras humanas e da disputa por poder,
Surge a voz que chama os povos a aprender.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Disse o profeta ao rei: “Prepara-te para lutar,
Pois na próxima estação eles virão te atacar”,
Os sírios disseram: “O Deus deles é deus dos montes”,
“Nos vales venceremos e rompemos suas pontes”.
Vieram então para Afeca com grande multidão,
Israel parecia pequeno como dois rebanhos no chão,
Mas a Palavra declarou diante da batalha severa:
“Para que saibam quem Sou, darei vitória nesta guerra”.
(estrofe 5)
O combate começou e a terra tremeu no clamor,
Israel feriu milhares com força e vigor,
O muro de Afeca caiu sobre muitos na cidade,
E Ben-Hadade fugiu em busca de liberdade.
Seus servos disseram: “Os reis de Israel são de bondade”,
E com sacos e cordas vieram pedir amizade,
Acabe chamou o inimigo e fez com ele aliança,
Mas um profeta o repreendeu por sua estranha confiança.
(refrão)
Reinos se levantam cheios de orgulho e ambição,
Mas Deus lembra aos homens que não reina a opressão,
No meio das guerras humanas e da disputa por poder,
Surge a voz que chama os povos a aprender.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Este capítulo apresenta elementos que precisam ser discernidos à luz da vida e dos ensinos de Jesus. Um aspecto coerente com Jesus é a denúncia da arrogância dos poderosos e do orgulho militar que busca dominar e humilhar outros povos. A narrativa também mostra que a confiança humana na força, nos exércitos e na violência não é o verdadeiro caminho para a vida, pois Deus lembra aos homens que o poder não pertence aos impérios. Entretanto, grande parte do capítulo está inserida em um contexto de guerras, destruição e rivalidade entre reinos, realidade típica das sociedades antigas. Jesus, porém, ensinou a amar os inimigos, a perdoar e a buscar reconciliação em vez de vitória militar. Assim, quando o texto apresenta a lógica de guerras santificadas ou a ideia de Deus promovendo destruição de povos, isso precisa ser interpretado criticamente à luz do Evangelho. O critério absoluto para reconhecer a verdadeira revelação divina é o próprio Jesus: Seu amor, Sua misericórdia e Sua vida dedicada à paz. Tudo que corresponde a esse espírito pode ser entendido como expressão autêntica da vontade de Deus; aquilo que contradiz esse espírito deve ser visto como expressão cultural e histórica humana — um acréscimo humano presente na tradição bíblica.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
CAMPBELL, Antony F. 1 Kings: A Commentary. 2003.
CROATTO, José Severino. A Leitura Profética da História. 2002.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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(estrofe 1)
Havia em Jezreel uma vinha junto ao palácio do rei,
Pertencia a Nabote, herança antiga de sua lei,
Acabe disse ao homem: “Dá-me a vinha em teu lugar,
Pois perto está do palácio e jardim quero formar.
Dar-te-ei outra melhor, ou prata se preferir”,
Mas Nabote respondeu sem seu direito ceder:
“Guarde-me o Senhor de vender tal herança paternal”,
E Acabe voltou triste ao seu leito real.
(estrofe 2)
Deitou-se de rosto à parede, recusando alimento,
Jezabel perguntou-lhe a razão do sofrimento,
Ele disse: “A vinha quis de Nabote comprar,
Mas ele recusou-se a sua terra negociar”.
Jezabel então falou com altiva decisão:
“Não és tu rei em Israel, com cetro em tua mão?
Levanta-te, come e alegra teu cansado coração,
Eu te darei a vinha por minha própria ação”.
(estrofe 3)
Escreveu cartas em nome do rei, seladas com anel,
Aos anciãos da cidade onde vivia o fiel,
Ordenou jejum público e Nabote pôr à frente,
E dois homens perversos testemunhariam mente.
Dirão: “Blasfemaste contra Deus e contra o rei”,
Então o povo o levará fora da cidade por lei,
Ali será apedrejado até que venha a morrer,
Assim fizeram os homens sem verdade perceber.
(refrão)
Quando o poder deseja o que não lhe pertence tomar,
A justiça pode ser ferida e a verdade se calar,
Mas a voz do Deus justo não se deixa silenciar,
E no tempo certo a verdade vem se levantar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Mandaram dizer à rainha: “Nabote já morreu”,
Então Jezabel disse ao rei: “O campo agora é teu”,
Acabe desceu à vinha para dela se apossar,
Como quem toma em silêncio o que quis conquistar.
Mas veio a Palavra do Senhor ao profeta Elias:
“Vai ao encontro do rei e denuncia suas vias,
No lugar onde os cães lamberam o sangue do fiel,
Ali também lamberão o sangue do cruel”.
(estrofe 5)
Acabe encontrou Elias e disse com rancor:
“Achaste-me, inimigo?” respondeu o profeta ao senhor:
“Porque vendeste tua alma para o mal praticar,
Sobre tua casa virá juízo a se cumprir sem tardar”.
Falou também de Jezabel e seu destino severo,
Mas Acabe rasgou vestes em gesto sincero,
Jejuou e andou humilde diante do Senhor então,
E Deus adiou o castigo para outra geração.
(refrão)
Quando o poder deseja o que não lhe pertence tomar,
A justiça pode ser ferida e a verdade se calar,
Mas a voz do Deus justo não se deixa silenciar,
E no tempo certo a verdade vem se levantar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Este capítulo revela um forte contraste entre injustiça humana e o princípio de justiça que ecoa na tradição profética. O que está claramente coerente com a vida e o ensino de Jesus é a denúncia da opressão dos poderosos contra os humildes. Nabote representa o inocente que sofre por causa da cobiça e da manipulação do poder, realidade que Jesus também denunciou ao confrontar líderes religiosos e políticos que exploravam os mais fracos. Também está em harmonia com o espírito de Jesus a presença de uma voz profética que denuncia a injustiça e chama ao arrependimento. Contudo, algumas imagens de juízo violento e vingança presentes na narrativa refletem a linguagem e a mentalidade do contexto antigo, no qual a justiça era frequentemente expressa por retribuição severa. Jesus, porém, revelou de maneira plena que Deus deseja misericórdia, reconciliação e transformação interior. Por isso, o critério absoluto para reconhecer o que realmente expressa a vontade de Deus é a vida e o ensino de Jesus: aquilo que manifesta amor, justiça compassiva e dignidade humana pode ser entendido como verdadeira revelação. O que contradiz esse espírito deve ser visto como interpretação humana da experiência religiosa, fruto da cultura e da história de seu tempo.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
CAMPBELL, Antony F.; O’BRIEN, Mark. Unfolding the Deuteronomistic History. 2000.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
GOTTWALD, Norman K. The Hebrew Bible: A Socio-Literary Introduction. 1985.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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(estrofe 1)
Três anos passaram sem guerra entre Síria e Israel,
Mas Acabe disse aos seus: “Ramote nos pertence, fiel”,
Falou a Josafá: “Virás comigo à batalha lutar?”
Ele respondeu: “Como tu és, assim também eu vou marchar”.
Mas disse ainda: “Consultemos ao Senhor neste dia”,
Então o rei reuniu profetas em grande companhia,
Quatrocentos disseram: “Sobe, pois vencerás na guerra”,
Mas Josafá perguntou: “Não há outro profeta nesta terra?”
(estrofe 2)
Acabe respondeu: “Há um homem que pode consultar,
Micaías, filho de Inlá, mas não gosto de o escutar,
Pois nunca fala de mim palavra boa ou favorável”,
Mas Josafá disse: “Não diga o rei palavra tão desagradável”.
Mandaram chamar Micaías ao palácio real,
E o mensageiro disse: “Fala como os outros, não faças mal”,
Mas o profeta respondeu com fidelidade ao Senhor:
“Direi somente o que Deus me disser em Seu favor”.
(estrofe 3)
Perguntaram-lhe então: “Devemos subir para lutar?”
Ele disse primeiro: “Sobe e vencerás ao avançar”,
Mas o rei insistiu: “Fala-me só a verdade fiel”,
Então disse: “Vi Israel disperso como ovelhas sem pastor cruel”.
“O rei cairá na batalha e o povo voltará em paz”,
Disse Acabe a Josafá: “Não te disse que mal me traz?”
Então Micaías falou da visão que viu nos céus:
Um espírito de mentira enganando os profetas seus.
(refrão)
Muitas vozes podem falar ao redor do coração,
Mas nem toda palavra vem da fonte da verdade e da razão,
Quando o poder rejeita ouvir o que Deus quer mostrar,
Mesmo avisado, o homem pode seu destino encontrar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
(estrofe 4)
Zedequias feriu Micaías dizendo com afronta:
“Por onde passou o Espírito que de mim se desmonta?”
O profeta respondeu: “Tu verás naquele dia,
Quando te esconderes em quarto buscando garantia”.
Então o rei ordenou: “Levai-o preso à prisão,
Com pão de aflição e água em pequena porção,
Até que eu volte em paz desta guerra ao voltar”,
Mas Micaías disse: “Se voltares, Deus não falou por meu falar”.
(estrofe 5)
Subiram os reis à batalha em Ramote-Gileade lutar,
Acabe disfarçou-se para o perigo evitar,
Mas Josafá vestiu-se com traje de majestade,
E os capitães sírios o cercaram na cidade.
Quando clamou, viram que não era o rei procurado,
E um homem ao acaso lançou flecha de lado,
Feriu Acabe entre as juntas de sua armadura real,
E morreu ao cair da tarde no campo da batalha fatal.
(refrão)
Muitas vozes podem falar ao redor do coração,
Mas nem toda palavra vem da fonte da verdade e da razão,
Quando o poder rejeita ouvir o que Deus quer mostrar,
Mesmo avisado, o homem pode seu destino encontrar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação.
Qualquer atitude intolerante, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Deus trata todos com igual amor, sem exceção a ninguém,
Cada povo O entendeu diferente, como entre nós, O entendemos também.
Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem a escreveu
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Este capítulo apresenta um forte contraste entre a verdade profética e o poder político que prefere ouvir palavras agradáveis em vez da verdade. O aspecto mais coerente com a vida e os ensinos de Jesus é a coragem do profeta Micaías em falar a verdade mesmo diante da pressão do poder e da maioria. Jesus também enfrentou líderes religiosos e políticos que preferiam manter suas posições e interesses, mesmo quando confrontados pela verdade. Assim como Micaías foi rejeitado e preso por falar o que julgava ser a palavra de Deus, Jesus também foi rejeitado por desafiar estruturas de poder e denunciar hipocrisias. Entretanto, o capítulo também apresenta elementos próprios da mentalidade antiga, como a linguagem de conselhos celestiais que enviam espíritos enganadores ou a lógica da guerra como meio inevitável de resolver conflitos. À luz de Jesus, que ensinou amor aos inimigos, reconciliação e verdade vivida com misericórdia, essas representações precisam ser entendidas como expressões simbólicas e culturais da época. O critério absoluto para discernir o que é realmente revelação divina continua sendo a pessoa de Jesus: Seu amor, Sua verdade e Sua prática de vida. Tudo que está em harmonia com esse espírito revela o coração de Deus; o que contradiz esse espírito deve ser entendido como interpretação humana da experiência religiosa.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
CAMPBELL, Antony F. 1 Kings: A Commentary. 2003.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2018.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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Pr.Psi Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Moabe se rebelou contra Israel naquele tempo,
E Acazias caiu de seu terraço num tormento,
Doente em Samaria, mandou mensageiros correr,
“Consultai Baal-Zebube se voltarei a viver”.
Mas o anjo do Senhor falou ao profeta Elias:
“Vai ao encontro dos homens que seguem essas vias”,
“Por acaso não há Deus em Israel para consultar?”
Assim a palavra divina começou a ecoar.
(estrofe 2)
Elias encontrou os mensageiros no caminho,
Disse-lhes: “Voltai ao rei com este aviso sozinho:
Por buscar conselho em Baal, deus estranho e sem valor,
Não sairás do leito onde jaz teu temor”.
Voltaram então ao rei trazendo a palavra dura,
Ele perguntou: “Quem foi o homem de veste escura?”
Responderam: “Um homem com manto rude e cinturão”,
Acazias disse: “É Elias, o profeta da visão”.
(estrofe 3)
Então enviou capitão com cinquenta a procurar,
Subiu ao monte onde Elias estava a descansar,
Disse o capitão: “Homem de Deus, o rei manda descer”,
E Elias respondeu com palavras de poder:
“Se sou homem de Deus, fogo desça do céu agora”,
E fogo desceu consumindo soldados sem demora,
Outro capitão veio com igual determinação,
Mas o mesmo fogo caiu sobre sua guarnição.
(refrão)
Entre reis e profetas ecoa a antiga tensão,
Quando o poder não escuta a voz da compaixão,
Mas no meio da história surge a pergunta essencial:
Onde buscamos Deus quando chega o mal?
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Veio então terceiro capitão com passos de humildade,
Subiu ao monte com temor e sincera verdade,
Ajoelhou-se diante de Elias em sincera oração:
“Homem de Deus, poupa a vida desta minha guarnição”.
“Já caiu fogo do céu sobre dois batalhões,
Mas agora te peço misericórdia em nossas mãos”,
Então o anjo disse a Elias: “Desce sem receio”,
E ele foi ao rei levando a palavra em meio.
(estrofe 5)
Disse Elias ao rei: “Assim diz o Senhor soberano:
Por buscar conselho em deus estranho e pagão,
Não sairás do leito onde agora estás deitado,
Pois tua vida chegará ao fim decretado”.
E morreu Acazias conforme a palavra anunciada,
Pois não havia filho que herdasse sua jornada,
Então Jorão reinou em seu lugar naquele tempo,
E assim se cumpriu o relato do antigo documento.
(refrão)
Entre reis e profetas ecoa a antiga tensão,
Quando o poder não escuta a voz da compaixão,
Mas no meio da história surge a pergunta essencial:
Onde buscamos Deus quando chega o mal?
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Ao analisar este capítulo à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus, é possível perceber alguns elementos que se harmonizam com o Evangelho e outros que refletem a mentalidade religiosa da época. Está em sintonia com Jesus a crítica à arrogância do poder e à busca de respostas espirituais em sistemas que exploram ou manipulam a fé. Também é coerente com o espírito profético a coragem de confrontar a idolatria e a falsa confiança em poderes humanos ou religiosos. Entretanto, a narrativa do fogo que destrói soldados e a ideia de punição divina direta sobre pessoas refletem uma compreensão antiga de Deus associada à violência e ao castigo. Nos Evangelhos, Jesus revela um Deus que ama a todos, que prefere misericórdia à condenação e que rejeita a violência em nome da religião — como quando repreende os discípulos que quiseram fazer descer fogo do céu sobre uma cidade. Portanto, o critério absoluto para discernir o que é verdadeiramente revelação divina é a própria pessoa de Jesus: Sua vida, Seu amor e Seus ensinamentos. Tudo que corresponde a esse espírito pode ser compreendido como expressão da vontade de Deus; o que diverge desse caminho deve ser interpretado como construção humana dentro da tradição religiosa.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
CAMPBELL, Antony F.; O’BRIEN, Mark. Unfolding the Deuteronomistic History. 2000.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2018.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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(estrofe 1)
Quando o Senhor quis levar Elias ao alto do céu,
Ele partiu de Gilgal com Eliseu, servo fiel,
Disse-lhe: “Fica aqui, pois o Senhor me envia adiante”,
Mas Eliseu respondeu firme e perseverante:
“Tão certo como vive o Senhor que não te deixarei”,
E seguiram juntos pela estrada da antiga lei,
Os filhos dos profetas disseram com voz contida:
“Sabes que hoje teu mestre será levado da vida?”
(estrofe 2)
Passaram por Betel e depois rumo a Jericó,
Elias repetiu: “Fica aqui”, mas o discípulo não só
Continuou firme dizendo: “Jamais te abandonarei”,
E os dois caminharam juntos como sempre foi.
Cinquenta homens dos profetas ficaram a observar,
Enquanto Elias e Eliseu foram ao Jordão chegar,
Elias tomou seu manto e com ele o rio tocou,
E as águas se abriram e o caminho se formou.
(estrofe 3)
Depois que atravessaram o rio em terra enxuta então,
Elias perguntou com sincera atenção:
“Pede-me o que queres antes que eu seja levado”,
E Eliseu respondeu com desejo declarado:
“Que sobre mim venha porção dobrada de teu espírito”,
Elias disse: “Difícil pediste neste caminho bendito,
Mas se me vires subir quando eu for separado”,
Então será contigo o que tens desejado.
(refrão)
Entre mestres e discípulos caminha a tradição,
Como chama que passa de mão em mão,
Quando o espírito da vida continua a soprar,
A história aprende que Deus continua a falar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Enquanto caminhavam conversando pela estrada,
Um carro de fogo surgiu em visão inesperada,
Cavalos de fogo os separaram naquele instante,
E Elias subiu num redemoinho brilhante.
Eliseu clamou: “Meu pai, meu pai, carro de Israel!”,
E rasgou suas vestes em gesto fiel,
Tomou então o manto que Elias deixou cair,
E voltou ao Jordão para novamente agir.
(estrofe 5)
Bateu nas águas do rio com o manto em sua mão,
E disse: “Onde está o Deus de Elias nesta ação?”
Então as águas se abriram como antes aconteceu,
E Eliseu atravessou mostrando o poder que recebeu.
Os filhos dos profetas disseram ao contemplar:
“O espírito de Elias em Eliseu veio morar”,
Mas alguns quiseram buscar o profeta que subira,
E voltaram sem achá-lo, pois o vento o levara.
(refrão)
Entre mestres e discípulos caminha a tradição,
Como chama que passa de mão em mão,
Quando o espírito da vida continua a soprar,
A história aprende que Deus continua a falar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
DISCERNIMENTO À LUZ DE JESUS
Neste capítulo aparecem elementos profundamente simbólicos da tradição profética de Israel. O que está em harmonia com o ensino e a vida de Jesus é a transmissão espiritual entre mestre e discípulo, representada pelo manto e pelo pedido de Eliseu por uma porção do espírito de Elias. Essa ideia de continuidade do Espírito também aparece no ministério de Jesus, quando Ele forma discípulos e transmite a eles a missão de continuar sua obra. Também é coerente com o Evangelho a purificação das águas de Jericó, gesto que aponta para restauração da vida e cuidado com a comunidade. Entretanto, o episódio final da narrativa, no qual jovens que zombam do profeta são mortos por ursos, expressa uma mentalidade religiosa antiga baseada em punição violenta contra quem desrespeita figuras sagradas. À luz de Jesus — que ensinou amor aos inimigos, misericórdia e perdão — esse tipo de narrativa não pode ser entendido como revelação direta do caráter de Deus, mas como interpretação cultural da época. O critério absoluto para discernir a verdadeira Palavra de Deus é a pessoa de Jesus: Sua vida, Seus ensinamentos e Sua prática de amor. Tudo o que está em sintonia com esse espírito pode ser compreendido como expressão autêntica da vontade divina; o que não estiver deve ser entendido como acréscimo humano presente na tradição bíblica.
BIBLIOGRAFIA
BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
ALTER, Robert. The Hebrew Bible: A Translation with Commentary. 2018.
HESCHEL, Abraham Joshua. Os Profetas. 2001.
FRIEDMAN, Richard Elliott. Who Wrote the Bible?. 1987.
WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
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(estrofe 1)
Jorão reinava em Israel, no trono de Samaria,
Fez menos mal que seus pais, mas manteve idolatria.
Removeu a pedra de Baal que seu pai havia erguido,
Mas no pecado antigo seguiu firme e decidido.
Mesa, rei de Moabe, criador de ovelhas no campo,
Pagava tributo a Israel com grande rebanho e encanto,
Mas quando Acabe morreu rompeu-se o antigo acordo,
Moabe se rebelou rompendo o pesado encargo.
(estrofe 2)
Jorão saiu de Samaria convocando seu exército,
Chamou Josafá de Judá para um acordo honesto.
“Marcharás comigo à guerra contra Moabe rebelde?”
O rei respondeu: “Sou contigo, como um irmão que se estende.”
Também o rei de Edom juntou-se à mesma jornada,
E pelo deserto seguiram em marcha prolongada.
Sete dias caminharam sem água para o gado e gente,
E o exército se angustiava diante da sede crescente.
(estrofe 3)
Disse o rei de Israel: “Ah! o Senhor nos entregou,
Três reis nas mãos de Moabe, para morte nos chamou.”
Mas Josafá perguntou: “Não há profeta do Senhor aqui,
Para consultarmos a Deus antes de tudo ruir?”
Um servo então respondeu lembrando com reverência:
“Há Eliseu, filho de Safate, homem de fé e consciência.”
E diante dele vieram os reis com respeito profundo,
Buscando ouvir do profeta a direção para o mundo.
(refrão)
No deserto da vida Deus pode fonte abrir,
Quando falta esperança Ele faz água surgir.
Entre reis e batalhas a graça vem socorrer,
Quem busca ouvir Sua voz novo caminho vai ver.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Eliseu disse ao rei: “Que tenho eu contigo agora?
Vai aos profetas de teu pai e busca auxílio lá fora.”
Mas o rei insistiu dizendo: “Foi Deus quem nos reuniu,
Para nas mãos de Moabe entregar quem aqui partiu.”
Então disse o profeta olhando Josafá presente:
“Por respeito ao rei de Judá falarei a esta gente.”
Chamaram um tocador, e ao som da música santa,
Veio a palavra de Deus como chuva que se levanta.
(estrofe 5)
“Fazei neste vale muitas covas”, disse a voz inspirada,
“Não vereis vento nem chuva, mas a terra será regada.
Este vale se encherá de água para todos beberem,
Vós, vossos servos e gado que convosco estiverem.”
E Moabe será ferido, cairão cidades fortes,
Árvores boas serão cortadas, cessarão seus suportes.
Pela manhã veio água do caminho de Edom,
E a terra se encheu de fontes como promessa em dom.
(refrão)
No deserto da vida Deus pode fonte abrir,
Quando falta esperança Ele faz água surgir.
Entre reis e batalhas a graça vem socorrer,
Quem busca ouvir Sua voz novo caminho vai ver.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Neste capítulo aparecem elementos que podem ser compreendidos à luz dos ensinamentos de Jesus e outros que refletem a mentalidade histórica e religiosa da época. A confiança em buscar a orientação divina antes das decisões importantes, a humildade de consultar o profeta e o cuidado providencial de Deus ao suprir água no deserto são aspectos coerentes com o espírito do Evangelho, pois lembram a confiança na providência e a abertura para ouvir a voz de Deus. Contudo, as narrativas de guerra, destruição de cidades, devastação de terras e sofrimento humano refletem práticas políticas e militares típicas das culturas antigas e não correspondem diretamente ao ensino central de Jesus sobre amar os inimigos, fazer o bem e promover a reconciliação. Assim, ao interpretar o texto bíblico, o critério mais seguro para reconhecer o que é verdadeiramente revelação do caráter de Deus é comparar tudo com a vida, os ensinos e a prática de Jesus. Aquilo que harmoniza com seu amor, misericórdia e cuidado pelos seres humanos pode ser compreendido como expressão autêntica da vontade divina. Já o que contradiz esse espírito deve ser visto como acréscimo humano, fruto de contextos históricos, culturais ou religiosos, ainda que registrado nas Escrituras.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2012.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. 2013.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. 2001.
- PIXLEY, Jorge. A História de Israel a partir dos Pobres. 1989.
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(estrofe 1)
Uma viúva clamava ao profeta em dor aflita,
“Meu marido, teu servo, morreu”, dizia a escrita.
“Um credor quer levar meus filhos para servidão”,
E Eliseu perguntou-lhe: “Que tens em tua mão?”
“Somente um vaso de azeite”, respondeu com humildade,
Então disse o profeta com firme autoridade:
“Pede vasos emprestados, muitos, não poucos, ao redor”,
E derrama o azeite em todos, que o Senhor fará melhor.
(estrofe 2)
Ela entrou com seus filhos e fechou a porta em silêncio,
E o azeite foi correndo como fonte em movimento.
Um a um os vasos cheios se alinhavam pelo chão,
Até não haver mais jarro para receber a unção.
Quando o último se encheu, cessou o azeite abundante,
Ela foi ao homem de Deus com relato emocionante.
“Vai vender”, disse Eliseu, “paga a dívida primeiro”,
E vive do que restar com teus filhos no celeiro.
(estrofe 3)
Em Suném morava uma mulher generosa e respeitada,
Que acolhia Eliseu quando a viagem ali passava.
Disse ao marido: “Este homem é santo, de Deus enviado,
Façamos-lhe um pequeno quarto, simples mas preparado.”
Puseram cama e mesa, cadeira e também candeeiro,
Para quando ali chegasse descansar o mensageiro.
E Eliseu perguntou: “Que posso fazer por ti?”
Mas ela disse contente: “Habito em paz por aqui.”
(refrão)
Nas casas e nos caminhos Deus faz graça florescer,
Onde há fé e esperança Seu cuidado vem trazer.
Do azeite que transborda ao pão que pode multiplicar,
Sua bondade se espalha como rio a transbordar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Geazi então respondeu: “Ela não tem filho algum”,
E Eliseu lhe prometeu: “No tempo certo virá um.”
Passado o tempo nasceu-lhe o menino tão querido,
Mas um dia no campo caiu fraco e dolorido.
Levaram-no à mãe que o tomou junto ao coração,
Mas o menino morreu trazendo grande aflição.
Ela correu ao profeta no monte do Carmelo,
Buscando em Deus esperança no momento mais singelo.
(estrofe 5)
Eliseu entrou no quarto onde o menino jazia,
Orou ao Senhor da vida que esperança irradia.
Deitou-se sobre a criança, rosto a rosto em calor,
E o corpo se aqueceu pelo sopro do Senhor.
O menino espirrou sete vezes despertando,
E abriu os olhos à vida novamente retornando.
Depois pão foi trazido ao profeta no caminho,
E cem homens comeram do pouco que havia no cesto sozinho.
(refrão)
Nas casas e nos caminhos Deus faz graça florescer,
Onde há fé e esperança Seu cuidado vem trazer.
Do azeite que transborda ao pão que pode multiplicar,
Sua bondade se espalha como rio a transbordar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo apresenta vários episódios que dialogam profundamente com o espírito do Evangelho. A ajuda à viúva endividada, libertando seus filhos da escravidão, expressa compaixão pelos vulneráveis, algo totalmente coerente com a prática de Jesus, que sempre se aproximou dos pobres e necessitados. A hospitalidade da mulher sunamita também reflete um valor que Jesus exaltou quando ensinou sobre acolher os enviados de Deus. A restauração da vida do menino e a multiplicação do pão lembram diretamente os gestos de cura, ressurreição e partilha realizados por Jesus em seu ministério. Esses elementos apontam para um Deus que cuida, restaura e sustenta a vida. Assim, quando interpretamos o texto à luz de Jesus, percebemos que tudo o que promove vida, libertação, compaixão e partilha está em harmonia com a revelação do amor divino. Esse critério — a vida e os ensinamentos de Jesus — torna-se a referência fundamental para discernir o que pode ser entendido como verdadeira Palavra de Deus. O que contradiz esse espírito deve ser visto como resultado das interpretações humanas e dos contextos culturais em que os textos foram escritos.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2012.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. 2013.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. 2001.
- CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. 1994.
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(estrofe 1)
Naamã era valente, comandante de grande valor,
Pela Síria respeitado como forte vencedor.
Por suas mãos o Senhor deu vitória àquela nação,
Mas havia em seu corpo a lepra da aflição.
Uma jovem cativa de Israel servia em sua casa,
E falou à sua senhora com esperança que abraça:
“Se meu senhor buscasse o profeta que mora em Samaria,
Ele o curaria da lepra que sua pele feria.”
(estrofe 2)
O rei da Síria ouviu e enviou carta e presentes,
Prata, ouro e vestes finas, riquezas reluzentes.
A carta dizia ao rei de Israel com autoridade:
“Cura Naamã da lepra, mostra tua habilidade.”
O rei rasgou suas vestes tomado de aflição:
“Sou eu Deus para curar ou trazer restauração?”
Mas Eliseu enviou palavra cheia de firmeza:
“Deixa-o vir até mim, e saberá da profecia e sua grandeza.”
(estrofe 3)
Naamã chegou com cavalos e carros diante da porta,
Esperando um gesto solene ou palavra muito forte.
Mas Eliseu mandou dizer sem sair de sua habitação:
“Vai e lava-te sete vezes nas águas do Jordão.”
Naamã irou-se dizendo: “Não são melhores rios lá?
Abana e Farfar de Damasco não me podem purificar?”
Partiu indignado pensando voltar ao seu lugar,
Sem entender a simplicidade do que devia aceitar.
(refrão)
Quem busca a graça divina precisa aprender humildade,
Pois Deus age no simples com poder e verdade.
Não é o ouro nem a honra que trazem libertação,
Mas ouvir com coração a voz que chama à transformação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Seus servos lhe disseram com respeito e mansidão:
“Se o profeta pedisse algo grande, não o faria então?
Quanto mais agora que te disse algo tão simples fazer,
Lava-te no rio Jordão para tua pele refazer.”
Naamã desceu ao Jordão com esperança renascida,
Mergulhou sete vezes nas águas da nova vida.
Sua carne ficou limpa como a de um menino ao nascer,
E voltou ao homem de Deus com gratidão a florescer.
(estrofe 5)
Disse Naamã: “Agora sei que não há Deus em toda terra,
Senão o Deus de Israel que a enfermidade encerra.”
Ofereceu presentes ao profeta com sincera intenção,
Mas Eliseu recusou qualquer recompensa em sua mão.
Geazi, servo do profeta, correu atrás com cobiça,
Mentiu pedindo riquezas movido por avareza.
Então Eliseu declarou com voz de triste pesar:
“A lepra de Naamã em ti e em teus filhos ficará.”
(refrão)
Quem busca a graça divina precisa aprender humildade,
Pois Deus age no simples com poder e verdade.
Não é o ouro nem a honra que trazem libertação,
Mas ouvir com coração a voz que chama à transformação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo apresenta elementos muito próximos da mensagem que mais tarde seria ensinada por Jesus. A cura de Naamã, um estrangeiro, revela que o cuidado de Deus não se limita a um único povo, mas alcança todos os seres humanos. Esse aspecto é profundamente coerente com o ministério de Jesus, que curou estrangeiros, dialogou com pessoas de outras culturas e ensinou que Deus faz nascer o sol sobre justos e injustos. A ênfase na humildade também se harmoniza com o Evangelho, pois Naamã só experimenta a cura quando abandona seu orgulho e aceita um gesto simples de fé. Da mesma forma, a recusa de Eliseu em receber pagamento pela cura lembra a gratuidade da graça divina. Por outro lado, o relato da punição de Geazi com lepra reflete uma forma de interpretar a justiça divina típica das narrativas antigas, nas quais a doença é apresentada como castigo direto. À luz dos ensinamentos de Jesus — que rejeitou a ideia de que enfermidades sejam punições divinas — esse elemento deve ser compreendido como parte da interpretação cultural da época. Assim, o critério fundamental para reconhecer o que é verdadeira revelação permanece sendo a vida e os ensinamentos de Jesus: tudo o que expressa compaixão, cura, inclusão e graça reflete a vontade de Deus; aquilo que contradiz esse espírito pode ser entendido como acréscimo humano, resultado da visão religiosa e histórica de quem escreveu o texto.
BIBLIOGRAFIA
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2012.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. 2013.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. 2001.
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007.
- CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. 1994.
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Os discípulos disseram: “O lugar já ficou pequeno,
Onde vivemos contigo tornou-se agora terreno.
Vamos ao Jordão cortar madeira para ampliar,
Cada um trará seu tronco para o abrigo levantar.”
Mas ao cair no rio o machado que era emprestado,
O homem gritou aflito por ter perdido o emprestado.
Eliseu cortou um galho e no rio o fez lançar,
E o ferro flutuou na água para o homem resgatar.
(estrofe 2)
O rei da Síria armava emboscadas pelo caminho,
Mas o profeta avisava ao rei de Israel sozinho.
Assim muitas vezes o livrou de ciladas e perigo,
Guardando seus passos contra o ataque inimigo.
O rei da Síria pensou haver traidor entre os seus,
Mas um servo respondeu com temor diante de Deus:
“Não há traidor aqui, ó rei, escuta esta razão,
Eliseu revela em Israel até o que dizes no quarto então.”
(estrofe 3)
Mandou então o rei cercar Dotã com cavalaria,
Carros e soldados fortes chegaram antes do dia.
O servo do profeta viu o exército ao redor,
E disse com medo: “Ai, meu senhor, estamos em dor.”
Eliseu respondeu com calma que a fé conhece bem:
“Mais são os que estão conosco que os que estão com eles também.”
Então pediu ao Senhor que abrisse os olhos do rapaz,
E ele viu montes de fogo guardando aquele lugar em paz.
(refrão)
Quando os olhos se abrem para o cuidado do Senhor,
Mesmo cercado o caminho se enche de luz e amor.
O invisível protege quem aprende a confiar,
E o medo se dissolve quando a fé pode enxergar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Quando os sírios desceram, Eliseu pediu então:
“Fere-os de cegueira agora”, em sincera oração.
Conduziu-os até Samaria sem saberem onde ir,
E ao abrirem seus olhos viram o perigo surgir.
O rei de Israel perguntou: “Devo feri-los agora?”
Mas o profeta respondeu: “Não levantes a espada afora.
Dá-lhes pão e água para que possam retornar”,
E após grande banquete voltaram sem mais guerrear.
(estrofe 5)
Depois veio o cerco duro sobre a cidade cercada,
E a fome foi tão grande que a esperança era quebrada.
Cabeça de jumento vendia-se por grande valor,
E esterco de pombas virava alimento em dor.
Duas mulheres clamaram ao rei com relato dolorido,
Falando do filho cozido em desespero sofrido.
O rei rasgou suas vestes diante do povo aflito,
E jurou contra Eliseu em seu coração contrito.
(refrão)
Quando os olhos se abrem para o cuidado do Senhor,
Mesmo cercado o caminho se enche de luz e amor.
O invisível protege quem aprende a confiar,
E o medo se dissolve quando a fé pode enxergar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo apresenta elementos que podem ser observados à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus. A atitude de Eliseu ao impedir que os soldados inimigos fossem mortos e, em vez disso, oferecer-lhes alimento e libertação, aproxima-se diretamente do ensino de Jesus sobre amar os inimigos e fazer o bem aos que nos perseguem. Esse gesto de misericórdia revela um aspecto profundamente coerente com o espírito do Evangelho. Também a confiança de Eliseu na proteção divina e sua serenidade diante do perigo lembram a confiança que Jesus ensinou aos discípulos em relação ao cuidado de Deus. Por outro lado, o cenário de guerra constante, as estratégias militares e o sofrimento extremo causado pelo cerco refletem o contexto político e social da época e não representam o ideal do Reino de Deus anunciado por Jesus. Assim, ao interpretar esse capítulo, o critério essencial continua sendo o próprio Jesus: tudo o que revela compaixão, cuidado com a vida e superação da violência está em sintonia com a verdadeira revelação divina. O que não corresponde a esse espírito deve ser compreendido como expressão da cultura humana e das circunstâncias históricas dos autores bíblicos, podendo ser entendido como acréscimo humano à narrativa religiosa.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2012.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. 2013.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. 2001.
- CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. 1994.
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Pr.Psi Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
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(estrofe 1)
Disse Eliseu ao povo: “Ouvi a palavra do Senhor,
Amanhã haverá fartura, cessará toda dor.
Farinha e cevada serão vendidas em abundância,
À porta de Samaria virá nova esperança.”
Mas um oficial do rei duvidou com desprezo:
“Ainda que Deus abrisse o céu, seria isso um começo?”
Eliseu respondeu firme com certeza na visão:
“Tu verás com teus olhos, mas não comerás então.”
(estrofe 2)
Quatro leprosos estavam junto à porta da cidade,
Disseram entre si: “Aqui só há fome e calamidade.
Se entrarmos na cidade morreremos na aflição,
Se ficarmos aqui também perecemos sem pão.
Vamos ao acampamento dos sírios, talvez haja favor,
Se nos matarem, morreremos; se vivermos, há valor.”
Ao cair da tarde foram com passos de decisão,
Buscando no desconhecido alguma libertação.
(estrofe 3)
Mas o Senhor fizera ouvir no arraial inimigo,
Ruído de carros e cavalos como um grande perigo.
Pensaram: “O rei de Israel trouxe contra nós auxílio”,
E fugiram deixando tudo em desvario e exílio.
Tendas, cavalos e jumentos ficaram abandonados,
E o acampamento vazio parecia desertado.
Quando os leprosos chegaram, encontraram provisão,
Comeram, beberam e levaram prata e ouro em suas mãos.
(refrão)
Quando Deus abre caminhos ninguém pode impedir,
O deserto se transforma e a vida volta a fluir.
A promessa se cumpre mesmo sem compreender,
Pois Sua palavra é firme e faz o impossível acontecer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Então disseram entre si: “Não fazemos bem assim,
Este é dia de boas novas, não guardemos só pra mim.
Se esperarmos até o amanhecer, culpa virá sobre nós,
Vamos anunciar ao palácio e levantar nossas vozes.”
Voltaram à cidade e contaram o que viram lá,
E os porteiros anunciaram ao povo que ali está.
O rei desconfiou dizendo: “É cilada contra nós”,
Mas mandou verificar o caminho após.
(estrofe 5)
Foram até o Jordão e viram vestes pelo chão,
Que os sírios lançaram fora na fuga em confusão.
Então o povo saiu e saqueou o acampamento,
E houve fartura como fora dito no momento.
Farinha e cevada vendidas conforme a profecia,
Mas o oficial que duvidou não entrou na alegria.
Foi pisado à porta pelo povo em agitação,
Viu com os olhos tudo, mas não teve participação.
(refrão)
Quando Deus abre caminhos ninguém pode impedir,
O deserto se transforma e a vida volta a fluir.
A promessa se cumpre mesmo sem compreender,
Pois Sua palavra é firme e faz o impossível acontecer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM OS ENSINOS DE JESUS
Este capítulo apresenta elementos que podem ser avaliados à luz da vida e dos ensinamentos de Jesus. A boa notícia compartilhada pelos leprosos — que não guardaram para si o alimento encontrado — reflete um princípio profundamente coerente com o Evangelho: aquilo que traz vida deve ser repartido, especialmente com os que sofrem. Também a inclusão dos marginalizados (leprosos) como instrumentos de esperança aponta para a lógica do Reino de Deus, onde os excluídos são frequentemente protagonistas. No entanto, a narrativa da morte do oficial que duvidou, sendo apresentada como consequência direta, reflete uma compreensão de justiça punitiva típica do contexto antigo. À luz de Jesus, que ensinou misericórdia, paciência e acolhimento até mesmo para os que duvidam, esse aspecto não expressa plenamente o caráter revelado de Deus. Assim, o critério permanece claro: tudo o que promove vida, partilha, inclusão e graça está em sintonia com Jesus e pode ser compreendido como verdadeira revelação. O que aponta para punição, exclusão ou destruição deve ser entendido como interpretação humana ligada ao tempo e à cultura dos autores bíblicos.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2012.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. 2013.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. 2001.
- CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. 1994.
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(estofe 1)
Falou o profeta à mulher que o filho reviveu,
Sai da terra com tua casa, pois fome já se acendeu,
Peregrinou entre estranhos, por sete anos passou,
E ao voltar à sua herança, o rei tudo restaurou,
Falava Geazi ao rei dos feitos que Deus mostrou,
Da vida que fora dada ao menino que voltou,
E eis que a mulher chegou, seu direito a reclamar,
E o rei ordena que tudo lhe tornem sem tardar
(estofe 2)
Depois foi Eliseu a Damasco, onde o rei enfermo está,
Ben-Hadade manda Hazael, para ao profeta consultar,
Leva presentes em grande peso, para resposta buscar,
Mas o homem de Deus declara o que há de se revelar,
“Certamente viverá”, diz, mas também anuncia dor,
Pois vê o mal que virá com cruel dominador,
Chora o profeta ao prever o que Hazael fará,
E este nega, mas o destino logo se cumprirá
(estofe 3)
No dia seguinte retorna, com resposta ao seu senhor,
Mas toma um pano molhado e tira-lhe o vigor,
Mata o rei na enfermidade e assume o trono então,
Cumpre-se assim a palavra, dura revelação,
Reina com força e violência sobre o povo em opressão,
E o que foi visto em lágrimas torna-se ação,
Assim se erguem reinos com sangue e ambição,
E a história segue marcada por dor e transgressão
(refrão)
Reinos se erguem, reinos caem sob a mesma condição,
Entre justiça e violência pulsa o coração,
Mas em meio aos acontecimentos e à instável direção,
Permanece a voz divina chamando à retidão
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estofe 4)
Jorão começa a reinar em Judá com triste herança,
Segue os caminhos de Israel, afastando a esperança,
Casa-se com filha de Acabe, em aliança corrompida,
E faz o que é mau diante de Deus em sua vida,
Mesmo assim Deus não destrói por amor a Davi,
Mantendo acesa a lâmpada que prometera ali,
Edom se rebela, Libna também se levanta,
Pois o reino se enfraquece quando a justiça se espanta
(estofe 5)
Após Jorão vem Acazias, reinando por breve tempo,
Anda nos mesmos caminhos, seguindo o mau intento,
Vai com Jorão contra Hazael lutar em Ramote-Gileade,
Mas volta ferido da guerra em dura realidade,
Desce a Jezreel para curar-se do dano sofrido,
Onde o destino dos reis já estava tecido,
Assim termina o relato de reinos em tensão,
Entre alianças, guerras e contínua corrupção
(refrão)
Reinos se erguem, reinos caem sob a mesma condição,
Entre justiça e violência pulsa o coração,
Mas em meio aos acontecimentos e à instável direção,
Permanece a voz divina chamando à retidão
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós também.
Na Bíblia ou fora dela, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM JESUS CRISTO
Neste capítulo, há elementos que se alinham com o ensino de Jesus, como a restituição da justiça à mulher (cuidado com o vulnerável) e a fidelidade de Deus às promessas feitas a Davi, demonstrando graça e misericórdia. No entanto, há também aspectos claramente incoerentes com a vida e os ensinamentos de Jesus, como assassinatos, traições, guerras e opressão política, que refletem práticas humanas marcadas por ambição e violência. À luz de Jesus, que ensinou amor ao próximo, perdão e não violência, tudo que promove destruição, dominação e morte não pode ser entendido como vontade direta de Deus, mas como expressão humana dentro da narrativa bíblica. Assim, o único critério absoluto para discernir o que é verdadeira Revelação, Palavra e Vontade de Deus é aquilo que está em plena coerência com a vida, os ensinos e o caráter de Jesus. Tudo o que diverge disso deve ser compreendido como acréscimo humano, seja por limitação cultural, interpretação histórica ou intenções diversas.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Teologia do Antigo Testamento. 2007
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2003
- CROSSAN, John Dominic. O Jesus Histórico. 1994
- PAGELS, Elaine. Além da Crença. 2003
- BORG, Marcus J. O Coração do Cristianismo. 2003
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(estofe 1)
Chamou Eliseu um dos filhos da profecia em missão,
Disse: leva o azeite e corre, cumpre logo a unção,
Vai a Ramote-Gileade, busca a Jeú sem tardar,
E sobre sua cabeça o óleo santo derramar,
“Tu ferirás a casa de Acabe”, assim foi declarado,
E vingarás o sangue justo, outrora derramado,
Após falar, abre a porta e foge sem esperar,
Pois o que foi ordenado não deve se prolongar
(estofe 2)
Jeú recebe o mensageiro e entra em secreto lugar,
O azeite desce em sua fronte, palavra a ecoar,
Logo sai o jovem profeta, sem tempo de se explicar,
Mas os homens perguntam: “Que veio este louco falar?”,
Jeú então revela tudo, e os homens o proclamam rei,
Tocam trombetas dizendo: “Jeú reina, assim é a lei!”,
Sobre mantos improvisados firmam sua posição,
E começa ali a trama de mudança e transição
(estofe 3)
Jeú segue em sua marcha contra Jorão em Israel,
O vigia avista ao longe o movimento cruel,
Mensageiros são enviados, mas não retornam mais,
Pois se juntam ao caminho do novo rei eficaz,
Jorão sai ao encontro, em Nabote, o jezreelita,
E pergunta: “Há paz, Jeú?” — mas a resposta é aflita,
“Que paz pode haver com tanta prostituição?”
E então Jeú o fere, cumprindo a sentença em ação
(refrão)
A justiça se mistura com vingança em execução,
E o sangue corre livre na dura decisão,
Mas Jesus ensinaria outro caminho ao coração,
De amar o inimigo e viver em compaixão,
Onde há espada erguida, Ele propõe reconciliação,
Onde há ódio e violência, Ele oferece o perdão,
Nem toda ação narrada reflete a luz do Senhor,
Pois Seu Reino é de graça, verdade, paz e amor
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Na Bíblia e em tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estofe 4)
Acazias foge ferido, mas também não escapará,
Jeú ordena sua morte, e o golpe se cumprirá,
Assim caem dois reis juntos sob a mesma condenação,
Enquanto se fecha um ciclo de guerra e destruição,
Jezabel então se pinta, olha altiva da janela,
Desafia o novo rei com palavras vindas dela,
Mas Jeú ordena aos servos: “Lançai-a sem temor!”,
E seu corpo é lançado, selando o seu terror
(estofe 5)
Seu sangue salpica o muro, e os cavalos pisam mais,
Cumprindo antigas palavras ditas tempos atrás,
Ao buscar seu sepultamento, pouco dela restou,
Pois cães comeram seu corpo, como o Senhor falou,
Nada ficou para dizer: “Aqui jaz a rainha”,
A sentença se cumpriu em forma dura e sozinha,
Assim termina o relato de juízo e execução,
Marcado por força, queda e severa decisão
(refrão)
A justiça se mistura com vingança em execução,
E o sangue corre livre na dura decisão,
Mas Jesus ensinaria outro caminho ao coração,
De amar o inimigo e viver em compaixão,
Onde há espada erguida, Ele propõe reconciliação,
Onde há ódio e violência, Ele oferece o perdão,
Nem toda ação narrada reflete a luz do Senhor,
Pois Seu Reino é de graça, verdade, paz e amor
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Na Bíblia e em tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM JESUS CRISTO
Neste capítulo, há coerência com Jesus na denúncia da injustiça, na lembrança do sangue inocente derramado e na ideia de que Deus se importa com os oprimidos e injustiçados. No entanto, a forma como essa “justiça” é executada — por meio de violência extrema, assassinatos e vingança — entra em conflito direto com os ensinamentos e a prática de Jesus, que rejeitou a lógica da retribuição violenta e ensinou amor aos inimigos, perdão e reconciliação. Portanto, à luz de Jesus, o princípio da justiça e da defesa do oprimido pode ser entendido como Revelação divina, mas os meios violentos utilizados devem ser compreendidos como expressão humana dentro de um contexto histórico específico. Assim, somente aquilo que é coerente com a vida, os ensinos e o caráter de Jesus pode ser reconhecido como verdadeira Palavra e Vontade de Deus; todo o restante deve ser discernido como acréscimo humano, ainda que presente no texto bíblico.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Primeiro e Segundo Reis. 2000
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2003
- GIRARD, René. A Violência e o Sagrado. 1972
- BORG, Marcus J. O Coração do Cristianismo. 2003
- HAYS, Richard B. A Visão Moral do Novo Testamento. 1996
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(estofe 1)
Jeú escreve cartas fortes aos chefes de Samaria,
Aos guardiões dos filhos do rei, com firme ousadia,
“Escolhei o melhor herdeiro, e lutai por seu lugar”,
Mas temem responder, não ousam se levantar,
Então manda outra ordem: “Cortai-lhes a cabeça”,
Setenta filhos tombam, num ato sem defesa,
E são postos em montões à porta da cidade,
Sinal de cumprimento de severa autoridade
(estofe 2)
Jeú então declara ao povo reunido em visão,
“Vede como se cumpre toda palavra em ação”,
Diz que nada caiu daquilo que foi falado,
Sobre a casa de Acabe, tudo foi executado,
Fere também os que restam, sem deixar sobrevivente,
Desfaz toda linhagem, de forma contundente,
E assim segue o caminho de juízo proclamado,
Com zelo que se mostra duro e ensanguentado
(estofe 3)
No caminho encontra irmãos de Acazias a chegar,
Perguntam pelos príncipes, sem saber o que esperar,
Jeú ordena que sejam presos e mortos no lugar,
Quarenta e dois ali caem, sem chance de escapar,
Mais adiante encontra Jonadabe em devoção,
E o chama para ver seu zelo em ação,
Juntos seguem adiante, firmados na missão,
De cumprir o que entendem como justa execução
(refrão)
O zelo sem misericórdia se veste de devoção,
Mas Jesus revela outro caminho ao coração,
Onde não há lugar para morte em nome da fé,
Mas sim para o amor que levanta quem está de pé,
Nem todo “cumprir palavra” revela o querer divino,
Se fere o semelhante, já perdeu o caminho,
Cristo ensina graça acima de condenação,
E vida acima de toda execução
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estofe 4)
Jeú reúne o povo e declara com intenção,
“Acabe serviu pouco a Baal, eu servirei com devoção”,
Mas era estratégia oculta para os reunir,
Convoca sacerdotes, sem ninguém fugir,
Enchem o templo de Baal, com vestes e atenção,
E ao sinal ordena morte, sem qualquer compaixão,
Derrubam colunas, queimam tudo até o chão,
E transformam o lugar em completa destruição
(estofe 5)
Assim Jeú elimina Baal da terra de Israel,
Mas mantém os bezerros, caminho ainda infiel,
Não se afasta por completo do erro anterior,
E segue parcialmente o temor do Senhor,
Deus lhe promete ainda firme continuidade,
Até quarta geração no trono da cidade,
Mas Israel se enfraquece sob ataques ao redor,
E o reino perde forças, em declínio maior
(refrão)
O zelo sem misericórdia se veste de devoção,
Mas Jesus revela outro caminho ao coração,
Onde não há lugar para morte em nome da fé,
Mas sim para o amor que levanta quem está de pé,
Nem todo “cumprir palavra” revela o querer divino,
Se fere o semelhante, já perdeu o caminho,
Cristo ensina graça acima de condenação,
E vida acima de toda execução
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM JESUS CRISTO
Neste capítulo, pode-se perceber alguma coerência com Jesus na rejeição à idolatria e na busca por fidelidade a Deus, ainda que de forma incompleta. No entanto, a maior parte das ações descritas — assassinatos em massa, execuções estratégicas, engano religioso para eliminar pessoas e ausência de misericórdia — contraria diretamente o ensino e a prática de Jesus, que nunca promoveu violência, nem justificou matar em nome de Deus, mas ensinou amor aos inimigos, perdão e restauração. Assim, à luz de Jesus, a intenção de buscar fidelidade pode ser considerada um eco da Revelação, mas os meios utilizados são claramente incompatíveis com a verdadeira vontade de Deus. Portanto, somente aquilo que reflete o caráter de Jesus — amor, graça, justiça restauradora — deve ser entendido como Palavra divina, enquanto o restante deve ser reconhecido como acréscimo humano, condicionado por contextos históricos e limitações espirituais.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Primeiro e Segundo Reis. 2000
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2003
- GIRARD, René. A Violência e o Sagrado. 1972
- BORG, Marcus J. O Coração do Cristianismo. 2003
- HAYS, Richard B. A Visão Moral do Novo Testamento. 1996
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(estofe 1)
Vendo Atalia que o filho já não mais viverá,
Levanta-se contra a casa real, querendo tudo tomar,
Destrói toda descendência que pudesse reinar,
Num ato frio e violento para o trono assegurar,
Mas Joseba toma o menino, filho do rei em temor,
E o esconde no templo santo, guardado com amor,
Seis anos fica oculto, longe da destruição,
Enquanto Atalia domina firme sobre a nação
(estofe 2)
No sétimo ano Joiada decide então agir,
Chama chefes e guardas para o plano conduzir,
Mostra o filho do rei, preservado em segredo,
E firma com eles aliança, vencendo o medo,
Distribui armas do templo, prepara proteção,
Ordena vigilância forte em cada posição,
Guardam o jovem rei com zelo e atenção,
Para cumprir no tempo certo a restauração
(estofe 3)
Trazem então o menino, põem nele a coroa real,
Entregam-lhe o testemunho, com unção oficial,
Todo o povo se alegra e começa a aclamar,
“Viva o rei!”, ecoa forte sem cessar,
Atalia ouve o som e corre para ver,
Ao ver o rei coroado, começa a se perder,
Clama: “Traição! Traição!”, em desespero e temor,
Mas já não pode impedir o novo resplendor
(refrão)
Deus preserva a vida mesmo em meio à opressão,
Mas Jesus não pisaria no caminho da destruição,
Ele não vence pelo sangue nem por imposição,
Mas pela entrega da vida e pela compaixão,
Onde há conspiração, Ele ensina verdade,
Onde há morte, Ele traz nova realidade,
O Reino que Ele anuncia não se firma na dor,
Mas cresce silencioso no poder do amor
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estofe 4)
Joiada ordena aos guardas: “Tirai-a deste lugar,
Quem a seguir, que morra, não deixem escapar”,
Levam-na fora do templo, onde não pode ficar,
E ali mesmo é ferida, sem mais se levantar,
Assim termina Atalia, no fim de seu reinado,
Marcado por violência e poder usurpado,
E o trono é restaurado à linhagem prometida,
Com o menino que foi guardado para a vida
(estofe 5)
Joiada faz aliança entre Deus, o rei e a nação,
E todo o povo se levanta em renovação,
Derrubam o templo de Baal, quebram seus altares,
E matam seus sacerdotes diante dos olhares,
O povo se alegra, a cidade encontra paz,
E o rei assume o trono, como a promessa traz,
Joás começa a reinar ainda em tenra idade,
E o povo segue unido em nova realidade
(refrão)
Deus preserva a vida mesmo em meio à opressão,
Mas Jesus não pisaria no caminho da destruição,
Ele não vence pelo sangue nem por imposição,
Mas pela entrega da vida e pela compaixão,
Onde há conspiração, Ele ensina verdade,
Onde há morte, Ele traz nova realidade,
O Reino que Ele anuncia não se firma na dor,
Mas cresce silencioso no poder do amor
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
COERÊNCIA COM JESUS CRISTO
Neste capítulo, há elementos coerentes com Jesus, como a preservação da vida do menino Joás, a proteção do vulnerável e a renovação de uma aliança que busca reconectar o povo com Deus. Contudo, há também práticas claramente incoerentes com o ensino e a vida de Jesus, como assassinatos, conspirações políticas e violência religiosa na destruição e morte de opositores. Jesus nunca estabeleceu Seu Reino por meio da força ou da eliminação de inimigos, mas pela entrega, pelo amor e pela transformação interior. Assim, à luz de Jesus, a preservação da vida e a busca por fidelidade a Deus podem ser entendidas como expressões da Revelação divina, enquanto os atos de violência devem ser compreendidos como acréscimos humanos, marcados por contextos históricos e limitações espirituais. O único critério absoluto para discernir a verdadeira Palavra e Vontade de Deus é aquilo que reflete plenamente a vida, os ensinos e o caráter de Jesus; todo o restante deve ser reinterpretado à luz desse princípio.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Primeiro e Segundo Reis. 2000
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 2003
- GIRARD, René. A Violência e o Sagrado. 1972
- BORG, Marcus J. O Coração do Cristianismo. 2003
- HAYS, Richard B. A Visão Moral do Novo Testamento. 1996
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Joás começou a reinar em Judá,
no sétimo ano de Jeú a governar,
em Jerusalém ele passou a morar,
quarenta anos ele veio a reinar.
Fez o que era reto diante do Senhor,
enquanto viveu o sacerdote orientador,
Jeoiada guiava seu caminho em amor,
e a casa de Deus guardava seu valor.
(estrofe 2)
Mas os altos não foram destruídos,
o povo ainda seguia caminhos perdidos,
sacrifícios e costumes não removidos,
corações em partes não rendidos.
Joás chamou os sacerdotes então,
“reparem a casa com devoção”,
mas o tempo passou sem execução,
e o templo pedia restauração.
(estrofe 3)
Foi feita então uma nova decisão,
uma caixa aberta à contribuição,
o povo trazia sua doação,
para a obra de reconstrução.
E o dinheiro era fielmente contado,
para o templo ser restaurado,
com zelo santo administrado,
e o culto ao Senhor reafirmado.
(REFRÃO)
A casa de Deus precisa ser cuidada,
a fé verdadeira não fica esquecida,
o coração volta à aliança firmada,
quando a obra é de novo reconstruída.
(REFRÃO ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Na Bíblia e em tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
(estrofe 4)
Hazael veio com força contra Israel,
ameaçando o povo com ferro e papel,
e Joás enfrentou o perigo cruel,
enquanto o reino se tornava infiel.
No fim conspiraram contra o rei,
em Bet-Milo o ataque eu sei,
e Joás caiu fora da lei,
ferido na casa onde andei.
(estrofe 5)
A conspiração trouxe o seu fim,
e o trono passou a outro jardim,
a história seguiu seu caminho assim,
com juízo e dor até o fim.
As crônicas dos reis registraram,
os atos que ali se passaram,
e os dias que ali se encerraram,
na memória que os povos guardaram.
(REFRÃO)
Reis passam, mas Deus permanece,
o templo pode ser restaurado,
mas o coração só floresce,
quando ao Senhor está voltado.
(REFRÃO FINAL – ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Na Bíblia e em tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
COERÊNCIA COM JESUS EM 2 REIS 12
Neste capítulo, há elementos que dialogam com o ensino e a vida de Jesus, como o zelo pela restauração do templo e a valorização da administração honesta dos recursos, o que se aproxima da ideia de cuidado com o que é sagrado e de responsabilidade comunitária. Contudo, a narrativa também reflete estruturas políticas e religiosas de poder monárquico e violência histórica, incluindo conflitos e assassinato do rei Joás, aspectos que não correspondem ao modelo de amor ao próximo, perdão e não violência ensinados por Jesus nos Evangelhos. Assim, apenas o que expressa justiça, fidelidade e cuidado com a casa de Deus pode ser compreendido como convergente com a vida de Cristo; o restante deve ser lido como expressão histórica e cultural do povo, não como norma divina absoluta. O critério definitivo para discernir a inspiração e a vontade de Deus é sempre a coerência com Jesus: tudo o que nele se alinha revela o caráter de Deus; tudo o que se afasta disso deve ser entendido como acréscimo humano, situado em seu tempo e contexto.
BIBLIOGRAFIA
- Bright, John – A History of Israel, 1981
- De Vaux, Roland – Ancient Israel, 1997
- Noth, Martin – The Deuteronomistic History, 1981
- Fretheim, Terence – First and Second Kings, 1999
- Brueggemann, Walter – 1 & 2 Kings, 2000
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teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Jeoacaz reinou e fez o que era mau,
seguindo Jeroboão em erro habitual,
e o Senhor os entregou ao poder rival,
da Síria forte em domínio brutal.
Mas ele clamou em dor e aflição,
e Deus ouviu sua súplica em oração,
levantando um libertador à nação,
trazendo alívio à opressão.
(estrofe 2)
Mas não se afastaram do antigo pecado,
o bezerro de ouro ainda era honrado,
o povo insistia no caminho errado,
mesmo sendo por Deus sustentado.
Restaram poucos cavaleiros na guerra,
e o exército quase sumiu da terra,
a Síria esmagava como quem encerra,
um povo que à verdade se emperra.
(estrofe 3)
Jeoás reinou após seu pai partir,
também fez o mal sem se corrigir,
os caminhos antigos decidiu seguir,
sem o coração ao Senhor dirigir.
Eliseu, doente, já perto do fim,
recebe o rei com olhar sem fim,
“Meu pai, meu pai”, disse ele assim,
“carros de Israel estão em mim”.
(REFRÃO)
Deus vê o clamor mesmo em erro insistente,
Jesus chamaria ao amor plenamente,
não à repetição de um culto inconsequente,
mas a um coração novo e consciente.
Entre juízo e graça o texto caminha,
Jesus revelaria a face mais terninha,
Deus é amor que restaura e alinha,
não força que destrói ou aniquila a vinha.
(REFRÃO ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
(estrofe 4)
O profeta manda o arco tomar,
e flechas ao oriente disparar,
“flecha da vitória”, veio declarar,
sobre a Síria a se quebrar.
Mas ao ferir o chão com a mão,
o rei parou sem convicção,
três vezes só fez a ação,
perdendo plena libertação.
(estrofe 5)
Eliseu morreu e foi sepultado,
mas um morto ali foi lançado,
tocou seus ossos e foi levantado,
pela vida de Deus restaurado.
E o Senhor teve misericórdia enfim,
por Abraão, Isaque e Jacó assim,
três vezes Jeoás venceu no fim,
recuperando o que era ruim.
(REFRÃO)
Entre erros humanos e graça insistente,
Jesus aponta o amor como norte evidente,
não violência ou domínio imponente,
mas vida que vence até sobre a morte presente.
A flecha maior é o amor que restaura,
não guerra que fere nem força que instaura,
em Cristo a verdade jamais se apavora,
é vida que brota e nunca se evapora.
(REFRÃO FINAL – ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
COERÊNCIA COM JESUS EM 2 REIS 13
Neste capítulo, percebe-se uma tensão entre juízo, guerra e misericórdia. O aspecto mais coerente com Jesus está no fato de Deus ouvir o clamor do povo mesmo quando este está em erro, revelando graça, paciência e fidelidade à aliança — algo que se harmoniza com o ensino de Jesus sobre um Pai que acolhe, escuta e responde com amor. Também há coerência na ideia de restauração da vida, simbolizada no milagre associado a Eliseu, apontando para o Deus que gera vida. Por outro lado, os elementos de guerra, destruição de inimigos e a lógica de vitória militar não correspondem ao caminho revelado por Jesus, que rejeita a violência e ensina o amor aos inimigos. Assim, tudo o que expressa misericórdia, escuta e restauração pode ser compreendido como revelação divina; já o que envolve violência, punição e lógica de dominação deve ser entendido como acréscimo humano, condicionado ao contexto histórico. O critério absoluto para discernir a verdadeira Palavra e Vontade de Deus é Jesus: sua vida, seus ensinos e sua prática de amor universal.
BIBLIOGRAFIA
- Brueggemann, Walter – 1 & 2 Kings, 2000
- Fretheim, Terence – First and Second Kings, 1999
- Noth, Martin – The Deuteronomistic History, 1981
- Bright, John – A History of Israel, 1981
- Cogan, Mordechai – 1 Kings: A New Translation with Introduction and Commentary, 2001
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(estrofe 1)
Amazias reinou em Jerusalém,
fez o que era reto, mas não totalmente bem,
seguiu caminhos de Davi também,
mas os altos ficaram além.
Matou servos do rei que mataram seu pai,
mas os filhos poupou conforme a lei vai,
“Morrerá cada um por seu próprio mal”,
assim estava escrito no livro legal.
(estrofe 2)
No vale do Sal venceu Edom em guerra,
dez mil caíram diante daquela terra,
Selá conquistou com força que encerra,
e Jocteel chamou a serra.
Mandou mensagem ao rei de Israel,
“Vem, olhemos um ao outro”, num duelo cruel,
mas veio resposta em figura e cordel,
dum espinho afrontando o cedro fiel.
(estrofe 3)
Jeoás falou: “Fica em tua casa,
por que provocar tamanha brasa?
A vitória te encheu de falsa asa,
e teu orgulho o perigo atrasa.”
Mas Amazias não quis escutar,
e em Bete-Semes veio lutar,
Judá caiu sem poder suportar,
e Jerusalém viu seus muros quebrar.
(REFRÃO)
O orgulho levanta muralhas ao vento,
Jesus ensinou humildade e acolhimento,
não a disputa movida por armamento,
mas o amor vencendo o ressentimento.
Entre reis que batalham por vaidade,
Cristo revela o caminho da verdade,
não pela espada ou superioridade,
mas pela paz, justiça e fraternidade.
(REFRÃO ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
(estrofe 4)
O ouro do templo foi carregado,
os tesouros do reino levados,
reféns ficaram aprisionados,
e os palácios foram saqueados.
Depois Jeoás dormiu com seus pais,
e Amazias viveu anos mais,
mas contra ele surgiram sinais,
de conspirações e caminhos fatais.
(estrofe 5)
Em Laquis o rei foi assassinado,
e ao povo voltou já sepultado,
Uzias então foi levantado,
para o reino seguir restaurado.
Jeroboão reinou em Israel,
restaurou fronteiras sob o céu,
segundo a palavra do profeta fiel,
que falou do Senhor de Israel.
(REFRÃO)
Reinos crescem e tornam a cair,
Jesus chama o homem a repartir,
não a dominar, ferir ou destruir,
mas a amar, servir e construir.
A glória humana passa ligeira,
como poeira solta na fronteira,
mas o amor permanece a vida inteira,
como luz eterna e verdadeira.
(REFRÃO FINAL – ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
COERÊNCIA COM JESUS EM 2 REIS 14
Neste capítulo, há elementos coerentes com Jesus, especialmente quando Amazias respeita a responsabilidade individual ao não matar os filhos dos culpados, atitude que dialoga com justiça mais humana e menos vingativa. Também existe coerência na crítica implícita ao orgulho dos reis, já que Jesus ensinou humildade, serviço e rejeição da vaidade do poder. Contudo, as guerras, ameaças, disputas territoriais e mortes políticas não correspondem ao espírito do Evangelho, pois Jesus rejeitou a violência como caminho de Deus e ensinou o amor aos inimigos. Assim, o que promove justiça, humildade e responsabilidade pessoal pode ser entendido como reflexo da revelação divina; já aquilo que envolve dominação, guerra e destruição deve ser compreendido como expressão histórica humana, marcada pelas limitações culturais daquele tempo. O único critério absoluto para discernir a verdadeira Palavra e Vontade de Deus é Jesus Cristo — sua vida, seus ensinos e sua prática de amor universal.
BIBLIOGRAFIA
- Brueggemann, Walter – 1 & 2 Kings, 2000
- Bright, John – A History of Israel, 1981
- Fretheim, Terence – First and Second Kings, 1999
- Cogan, Mordechai – II Kings: A New Translation with Introduction and Commentary, 2008
- Noth, Martin – The Deuteronomistic History, 1981
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(estrofe 1)
Azarias começou a reinar,
em Jerusalém veio governar,
fez o que era reto ao caminhar,
mas os altos ficaram sem mudar.
O rei ficou leproso até morrer,
numa casa isolada a viver,
e Jotão passou então a exercer,
o governo do reino a manter.
(estrofe 2)
Zacarias reinou pouco em Israel,
fez o mal diante do eterno céu,
seguindo o pecado cruel,
de Jeroboão e seu papel.
Salum veio e o golpe tramou,
diante do povo o assassinou,
e assim a palavra se confirmou,
que Jeú até a quarta geração reinou.
(estrofe 3)
Mas Salum também pouco ficou,
pois Menaém contra ele marchou,
em Samaria o derrubou,
e o trono de sangue se encheu.
Tifsa ferida pela violência brutal,
mulheres grávidas sofreram o mal,
o reino seguia num caminho fatal,
de orgulho político e guerra mortal.
(REFRÃO)
Reis se levantam buscando poder,
Jesus ensinou o próximo a defender,
não a ferir, destruir ou vencer,
mas amar, servir e compreender.
O trono humano passa ligeiro,
como fumaça no vento passageiro,
Cristo mostrou um Reino verdadeiro,
feito de graça e amor duradouro inteiro.
(REFRÃO ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
(estrofe 4)
Menaém pagou tributo ao invasor,
Pul da Assíria veio com furor,
o dinheiro sustentou seu favor,
e o reino viveu sob temor.
Pecaías reinou em sucessão,
mas Peca fez conspiração,
matando o rei em rebelião,
e tomou para si a nação.
(estrofe 5)
Nos dias de Peca veio aflição,
a Assíria tomou parte da região,
levando o povo em deportação,
como sombra sobre a multidão.
Jotão em Judá também reinou,
fez o que era reto e governou,
mas os altos o povo conservou,
e o tempo de guerra se aproximou.
(REFRÃO)
Entre conspirações e ambição vazia,
Jesus pregou amor e harmonia,
não o domínio pela tirania,
mas a verdade unida à misericórdia e alegria.
Os reinos da terra vivem a cair,
mas o amor continua a florir,
Cristo chamou o homem a repartir,
e não pela espada o outro ferir.
(REFRÃO FINAL – ESPECIAL)
“Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”
COERÊNCIA COM JESUS EM 2 REIS 15
Este capítulo apresenta uma sequência de reis, conspirações e violências políticas, refletindo a instabilidade dos reinos de Israel e Judá. Há coerência com Jesus apenas nos aspectos em que alguns reis procuram agir com certa retidão e responsabilidade diante do povo, ainda que de forma incompleta. Contudo, os assassinatos, guerras, crueldades contra cidades e populações vulneráveis, especialmente os atos violentos cometidos por Menaém, são totalmente incompatíveis com a vida e os ensinos de Jesus, que anunciou misericórdia, compaixão e amor aos inimigos. Assim, aquilo que promove justiça, responsabilidade e busca sincera pelo bem pode ser entendido como reflexo da revelação divina; já os relatos de brutalidade, opressão e sede de poder devem ser compreendidos como acréscimos humanos ligados ao contexto histórico e político da época. O critério absoluto para discernir o que é verdadeira Palavra e Vontade de Deus continua sendo Jesus Cristo: sua prática de amor, acolhimento, paz e dignidade para todas as pessoas.
BIBLIOGRAFIA
- Brueggemann, Walter – 1 & 2 Kings, 2000
- Cogan, Mordechai – II Kings: A New Translation with Introduction and Commentary, 2008
- Bright, John – A History of Israel, 1981
- Fretheim, Terence – First and Second Kings, 1999
- Sweeney, Marvin A. – I & II Kings: A Commentary, 2007
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(estrofe 1)
No ano dezessete de Peca, Acaz subiu ao trono real,
Com vinte anos governava, mas seu caminho foi fatal.
Não andou como Davi, que buscou a luz do Senhor,
Seguiu reis de Israel, sem reverência e sem amor.
Fez seu filho passar no fogo, em terrível devoção,
Imitando as nações antigas em sua superstição.
Nos altos e nos montes verdes queimava oferta e incenso,
E o templo se entristecia sob tão sombrio consenso.
(estrofe 2)
Rezim da Síria e Peca vieram Jerusalém cercar,
Mas não puderam na cidade o seu domínio firmar.
Edom retomou Elate, fazendo Judá perder,
E Acaz, em sua angústia, buscou outro poder.
Mandou prata e ouro ao rei da Assíria, em submissão,
“Sou teu servo e teu filho”, dizia em humilhação.
Tiglate-Pileser subiu e a Damasco destruiu,
Matou Rezim, e a cidade ao império submeteu.
(estrofe 3)
Então Acaz foi a Damasco para o aliado encontrar,
E viu um altar imenso que desejou imitar.
Mandou a Urias o modelo com perfeita dimensão,
E o sacerdote o construiu conforme a descrição.
Ao voltar, o rei se aproximou e sobre ele ofertou,
Holocaustos e libações diante do povo apresentou.
O altar de bronze do templo foi para o lado levado,
E o novo altar estrangeiro no centro foi colocado.
(refrão)
Quando o poder nos seduz, trocamos Deus por proteção,
E a fé vira arquitetura moldada pela ambição.
Jesus jamais trocaria o amor por ostentação,
Nem venderia a verdade por medo ou convenção.
O templo é o coração, não pedra de exibição,
Nem altar copiado para agradar outra nação.
Só permanece de Deus o que produz compaixão,
E o resto é voz humana vestida de religião.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Urias fez exatamente tudo como o rei ordenou,
E o culto foi adaptado ao que Acaz determinou.
Separou as bases de bronze e o mar do lugar tirou,
Sobre pedras o colocou e a estrutura alterou.
Mudou o caminho coberto por respeito ao rei da Assíria,
Curvando a casa santa à política da Síria.
O templo foi remodelado conforme a conveniência,
E a fé perdeu silêncio, pureza e reverência.
(estrofe 5)
Os demais atos de Acaz nos livros ficaram escritos,
Com seus acordos e escolhas e seus caminhos aflitos.
Dormiu com seus pais em Davi, na cidade sepultado,
Ezequias, seu filho, foi em seu lugar colocado.
Passou o rei, ficou a história de altares e submissão,
De um coração dividido entre Deus e outra nação.
O ouro pode comprar exércitos, mas não paz interior,
Só a fidelidade sincera conduz ao verdadeiro amor.
(refrão)
Quando o poder nos seduz, trocamos Deus por proteção,
E a fé vira arquitetura moldada pela ambição.
Jesus jamais trocaria o amor por ostentação,
Nem venderia a verdade por medo ou convenção.
O templo é o coração, não pedra de exibição,
Nem altar copiado para agradar outra nação.
Só permanece de Deus o que produz compaixão,
E o resto é voz humana vestida de religião.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2Reis 16, é coerente com Jesus a percepção de que alianças políticas, medo e fascínio pelo poder podem desviar o coração da simplicidade da confiança em Deus. Também é coerente a ideia de que a fé pode ser corrompida quando o sagrado é subordinado a interesses humanos. Não é coerente com Jesus o sacrifício de filhos, a submissão da espiritualidade ao poder imperial, nem a transformação do templo em instrumento de vaidade e conveniência. À luz da vida e dos ensinos de Jesus de Nazaré, somente aquilo que promove amor a Deus e ao próximo, misericórdia, humildade e verdade pode ser reconhecido como autêntica Revelação e Palavra de Deus. Tudo o que contradiz esse padrão supremo deve ser entendido como “Acréscimo Humano”, fruto de limitações culturais, políticas ou religiosas daqueles que registraram a experiência bíblica.
BIBLIOGRAFIA
- A Religião de Jesus, o Judeu — Geza Vermes, 1993.
- Jesus Before Christianity — Albert Nolan, 1976.
- The Hebrew Bible: A Critical Companion — John J. Collins, 2016.
- Introdução ao Antigo Testamento — Walter Brueggemann, 2003.
- O Evangelho Maltrapilho — Brennan Manning, 1990.
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(estrofe 1)
No ano do rei Acaz, Oseias começou a reinar,
Nove anos em Samaria viu Israel vacilar.
Fez o que era mau aos olhos do Senhor,
Mas menos que outros reis em seu desamor.
Salmaneser subiu e o fez servo tributário,
Recebendo prata e ouro em gesto necessário.
Mas Oseias buscou no Egito outro aliado,
E o rei da Assíria o deixou aprisionado.
(estrofe 2)
Três anos Samaria resistiu sob aflição,
Até que caiu cativa pela força da invasão.
Israel foi levado para Hala e para Habor,
Junto ao rio Gozã, em exílio e dor.
Também às cidades dos medos foi espalhado,
Como folhas secas pelo vento carregado.
A cidade ficou vazia, sem canto e sem lar,
E a história mudou de lugar.
(estrofe 3)
Porque temeram outros deuses e deixaram o Senhor,
Seguiram costumes estranhos, longe do primeiro amor.
Levantaram altos e colunas em toda habitação,
Debaixo de árvores verdes acenderam devoção.
Queimaram filhos no fogo e buscaram adivinhação,
Rejeitando profetas e sua exortação.
Por isso o narrador diz que Israel foi removido,
E o reino do norte ficou abatido.
(refrão)
A história vê castigo onde houve desolação,
Mas Jesus revela o Pai como pura compaixão.
Ele não destrói cidades para ensinar correção,
Antes chora sobre elas com amor no coração.
Permanece verdadeiro o chamado à conversão,
À justiça, à humildade e à misericórdia em ação.
O que produz amor ao próximo é divina inspiração,
E o que semeia medo é leitura da tradição.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Vieram povos de Babel, de Cuta e de Hamate,
E habitaram Samaria em novo combate.
Leões surgiram no campo, segundo a narração,
E pediram um sacerdote para ensinar religião.
Cada povo fez seus deuses e os pôs em seu lugar,
Mas também aprendeu o nome do Senhor a honrar.
Temiam e serviam, em dupla devoção,
Misturando memórias na mesma oração.
(estrofe 5)
Até aquele tempo seguiam tal costume plural,
Temendo ao Senhor e ao deus local.
Não guardavam plenamente estatuto ou mandamento,
Segundo o relato e seu discernimento.
Mas os filhos de Jacó tinham antiga vocação,
De ouvir e amar a Deus com todo o coração.
E assim termina o capítulo, entre exílio e memória,
Com povos diversos compondo outra história.
(refrão)
A história vê castigo onde houve desolação,
Mas Jesus revela o Pai como pura compaixão.
Ele não destrói cidades para ensinar correção,
Antes chora sobre elas com amor no coração.
Permanece verdadeiro o chamado à conversão,
À justiça, à humildade e à misericórdia em ação.
O que produz amor ao próximo é divina inspiração,
E o que semeia medo é leitura da tradição.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2Reis 17, é coerente com a vida e os ensinos de Jesus de Nazaré o chamado à fidelidade, à rejeição da idolatria entendida como tudo aquilo que ocupa o lugar do amor, e a insistência profética em ouvir a voz de Deus por meio da justiça e da misericórdia. Também é coerente o reconhecimento de que povos diferentes buscam compreender Deus segundo suas culturas e histórias. Não é coerente com Jesus a interpretação de que Deus promove destruições, exílios ou ataques de leões para castigar pessoas, pois Jesus revelou um Pai que ama indistintamente, faz nascer o sol sobre justos e injustos e chora sobre as cidades em vez de destruí-las. Assim, somente o que está em harmonia com Jesus pode ser reconhecido como verdadeira Revelação, Vontade e Palavra de Deus; todo conteúdo que contradiz Seu amor universal deve ser entendido como “Acréscimo Humano”, expressão das limitações históricas e religiosas dos autores bíblicos.
BIBLIOGRAFIA
- Jesus Before Christianity — Albert Nolan, 1976.
- A Religião de Jesus, o Judeu — Geza Vermes, 1993.
- The Prophetic Imagination — Walter Brueggemann, 1978.
- Introduction to the Hebrew Bible — John J. Collins, 2014.
- Cristianismo Puro e Simples — C. S. Lewis, 1952.
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Pr.Psi Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
No terceiro ano de Oseias, Ezequias começou,
Filho de Acaz em Judá, mas outro rumo tomou.
Fez o que era reto aos olhos do Senhor,
Como Davi, seu ancestral de fé e de amor.
Quebrou as colunas, destruiu a serpente de metal,
Pois até o símbolo santo pode tornar-se ritual.
No Senhor pôs sua esperança com sincera devoção,
E prosperava em seus caminhos pela força da convicção.
(estrofe 2)
Rebelou-se contra a Assíria, recusando servidão,
Feriu os filisteus e ampliou sua região.
No quarto ano de seu reino, Samaria sucumbiu,
E o povo do norte ao exílio partiu.
Hala, Habor e as cidades dos medos receberam Israel,
Como pássaros dispersos além do próprio céu.
Segundo o relato, isso veio por não obedecer,
Nem ouvir a voz divina nem ao amor permanecer.
(estrofe 3)
No décimo quarto ano, Senaqueribe avançou,
Tomou cidades fortificadas e Judá pressionou.
Ezequias enviou prata e ouro para aplacar,
Até as portas do templo mandou desmontar.
Mas o rei da Assíria mandou seus oficiais falar,
Ao pé do aqueduto vieram Jerusalém afrontar.
Com palavras de arrogância tentaram intimidar,
E no idioma do povo buscaram desanimar.
(refrão)
Confiar em Deus é belo, e Jesus nisso concordou,
Pois quem vive sem arrogância no amor se firmou.
Mas Ele não chamou nações ao medo ou opressão,
Antes fortaleceu os fracos com ternura e compaixão.
Ídolos são substitutos do amor e da verdade,
Quebrá-los é libertar a alma da vaidade.
Só é Palavra de Deus o que gera reconciliação,
E o que produz terror reflete humana interpretação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
“Não vos engane Ezequias”, disse o mensageiro audaz,
“Nem o Senhor poderá livrar-vos em tempos tais.”
Comparou o Deus de Judá aos de madeira e metal,
Como se o Amor Eterno fosse um poder tribal.
O povo, em silêncio, guardou no peito a aflição,
Pois o rei ordenara prudência e contenção.
Eliakim e Sebna rasgaram suas vestes ao voltar,
Levando ao rei as palavras que ouviram ecoar.
(estrofe 5)
Assim termina o capítulo com ameaça e tensão,
Entre a confiança e o medo no mesmo coração.
De um lado a arrogância do império dominador,
Do outro a esperança humilde no Deus libertador.
Quando os poderosos zombam e tentam humilhar,
A fé aprende em silêncio a resistir e esperar.
Ezequias permanece como exemplo de oração,
De quem troca a força bruta pela confiança e reflexão.
(refrão)
Confiar em Deus é belo, e Jesus nisso concordou,
Pois quem vive sem arrogância no amor se firmou.
Mas Ele não chamou nações ao medo ou opressão,
Antes fortaleceu os fracos com ternura e compaixão.
Ídolos são substitutos do amor e da verdade,
Quebrá-los é libertar a alma da vaidade.
Só é Palavra de Deus o que gera reconciliação,
E o que produz terror reflete humana interpretação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2Reis 18, é plenamente coerente com os ensinos de Jesus de Nazaré a confiança em Deus, a rejeição dos ídolos e a coragem serena diante das ameaças do poder político e militar. Jesus também ensinou a não viver dominado pelo medo, mas a descansar no cuidado do Pai. Não é coerente com Jesus a lógica imperial da intimidação, da guerra e da humilhação dos povos, nem a interpretação de que desastres históricos sejam necessariamente castigos divinos. À luz de Jesus, somente aquilo que promove amor, humildade, justiça, misericórdia e reconciliação pode ser reconhecido como verdadeira Revelação, Vontade e Palavra de Deus. Tudo o que contradiz esse padrão supremo de amor deve ser compreendido como “Acréscimo Humano”, condicionado pelas limitações culturais, políticas e religiosas de seu tempo.
BIBLIOGRAFIA
- Jesus Before Christianity — Albert Nolan, 1976.
- A Religião de Jesus, o Judeu — Geza Vermes, 1993.
- The Prophetic Imagination — Walter Brueggemann, 1978.
- Introduction to the Hebrew Bible — John J. Collins, 2014.
- O Deus Crucificado — Jürgen Moltmann, 1972.
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(estrofe 1)
Ezequias ouviu o insulto cruel,
Rasgou suas vestes num pranto fiel,
Cobriu-se de pano, buscou o Senhor,
No santo templo derramou sua dor.
Mandou mensageiros com voz e temor,
“Hoje é angústia, vergonha e clamor;”
Isaías ouviu o pedido do rei,
E disse: “Não temas, contigo estarei.”
(estrofe 2)
Rabsaqué voltou sem poder avançar,
Mas Senaqueribe tornou a bradar;
Mandou uma carta de escárnio e terror,
Desafiando o Deus do rei sofredor.
“Os deuses das terras não puderam salvar,
Também teu Deus não te há de livrar.”
Palavras de ferro, de orgulho e furor,
Como nuvens escuras cobrindo a flor.
(estrofe 3)
Ezequias tomou a mensagem na mão,
Subiu ao templo em sincera oração;
Abriu diante de Deus o papel,
E ergueu sua voz ao supremo céu.
“Só Tu és Deus sobre toda nação,
Criaste a terra, o céu e o chão;
Livra-nos hoje por teu grande amor,
Que saibam os povos quem é o Senhor.”
(refrão)
Quando o poder humano se veste em soberba,
Jesus ensina a humildade que observa.
Quando a ameaça parece vencer,
O amor e a fé ajudam a permanecer.
Deus não precisa ferir para agir,
Nem destruir para o bem construir.
No silêncio da alma e na oração,
Nasce a esperança e a libertação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Então Isaías ao rei anunciou:
“Ouvi tua prece, Deus te escutou.
A virgem Sião dele há de zombar,
Jerusalém o verá recuar.
Não lançará flecha nem escudo aqui,
Nem muro levantará contra ti.
Pelo caminho por onde subiu,
Pelo mesmo caminho ele desistiu.”
(estrofe 5)
Naquela noite houve grande temor,
Caiu o exército do opressor.
Cento e oitenta e cinco mil no chão,
Silêncio cobriu todo o batalhão.
Senaqueribe voltou para Nínive enfim,
Levando consigo seu projeto ruim.
No templo de Nisroque, seu deus sem poder,
Seus próprios filhos o fizeram morrer.
(refrão)
Impérios se erguem com força e opressão,
Jesus ergue o Reino do perdão.
Cartas de ameaça passam ao vento,
Mas a oração renova o alento.
O amor de Deus não humilha ninguém,
Seu cuidado alcança o mundo também.
Quando tudo parece desabar,
O silêncio de Deus começa a falar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2 Reis 19, está profundamente coerente com Jesus a atitude de Ezequias ao rasgar suas vestes, reconhecer sua fragilidade, buscar ajuda profética e orar com humildade diante de Deus. Também é coerente com Cristo a confiança de que o orgulho dos impérios não prevalece para sempre e de que a oração fortalece o coração humano em tempos de medo. Por outro lado, a narrativa que descreve a morte de cento e oitenta e cinco mil soldados e o assassinato de Senaqueribe não corresponde ao ensino de Jesus, que revelou um Deus que ama a todos, inclusive inimigos, e que faz nascer o sol sobre justos e injustos (Mateus 5:44-45). Assim, à luz de Jesus, o núcleo inspirador do capítulo é a confiança, a humildade e a oração; já os elementos de destruição devem ser compreendidos como acréscimos humanos decorrentes da maneira antiga de interpretar a ação divina. Jesus é o critério definitivo para discernir o que, na Bíblia, expressa autenticamente a Palavra e a Vontade de Deus.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 2000.
- CROATTO, José Severino. História da Salvação. São Paulo: Paulinas, 2002.
- CROSSAN, John Dominic. Como Ler a Bíblia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. São Paulo: Novo Século, 2007.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2010.
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(estrofe 1)
Naqueles dias o rei adoeceu,
Isaías chegou e assim lhe escreveu:
“Põe tua casa em boa ordem, ó rei,
Porque morrerás, assim falarei.”
Voltado ao muro, chorou com fervor,
Lembrou sua vida diante do Senhor.
“Com coração íntegro procurei andar”,
E suas lágrimas começaram a falar.
(estrofe 2)
Antes que Isaías deixasse o pátio,
Veio a resposta do Deus sempre grato:
“Ouvi tua prece, teu pranto senti,
E em teus caminhos de novo investi.
Ao terceiro dia ao templo subirás,
Quinze anos de vida ainda terás.
Da Assíria também hei de te guardar,
E esta cidade continuarei a cercar.”
(estrofe 3)
Trouxeram figos em forma de unção,
Puseram-nos sobre a inflamação.
Ezequias pediu um sinal do céu,
Para saber se era fiel o anel.
A sombra podia avançar ou voltar,
No relógio de Acaz a recuar.
Dez graus retrocedeu, como a tarde a ceder,
E o tempo pareceu obedecer.
(refrão)
Quando a doença visita o coração,
Jesus acolhe a sincera oração.
Quando o tempo parece fugir,
O amor de Deus faz a esperança florir.
Não é castigo, mas cuidado e luz,
Como se revela na vida de Jesus.
Entre lágrimas, sinais e clamor,
A graça transforma a dor em vigor.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
(estrofe 4)
Da Babilônia vieram com atenção,
Cartas e presentes ao rei da nação.
Ezequias mostrou prata e ouro sem fim,
Armas e tesouros do reino enfim.
Nada ocultou em seu vasto salão,
Abriu cada porta de sua mansão.
O brilho do reino falou por si só,
Como quem se esquece do pó.
(estrofe 5)
Isaías perguntou: “Que vieram ver?”
“O que tenho em casa puderam conhecer.”
Então anunciou com severa visão:
“Tudo irá um dia para outra nação.
Teus próprios filhos serão levados também,
Servirão em palácios de um rei além.”
Ezequias aceitou com serena voz,
E dormiu com seus pais depois de nós.
(refrão)
A vida é dom que não se pode comprar,
Jesus nos ensina a compartilhar.
O tempo recua, mas torna a correr,
E todo tesouro pode se perder.
Só permanece o amor que conduz,
O mesmo caminho vivido por Jesus.
Quem confia na graça e renuncia ao orgulho,
Descobre no eterno seu verdadeiro refúgio.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus,
Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém,
Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2 Reis 20, está em harmonia com Jesus a oração sincera de Ezequias, suas lágrimas, a experiência de cura e a compreensão de que a vida é um dom precioso. Também é coerente com Cristo o uso de recursos concretos, como a pasta de figos, mostrando que fé e meios humanos podem caminhar juntos. O que não está plenamente coerente com Jesus é a ideia de que a tragédia futura atingiria descendentes como consequência dos atos presentes, pois Jesus enfatizou que Deus não pune filhos pelos pecados dos pais e revelou um Pai misericordioso que ama sem retaliar. Assim, o conteúdo verdadeiramente revelacional deste capítulo é a confiança, a oração, o cuidado divino e o alerta contra o orgulho. Todo elemento incompatível com o amor e com a prática de Jesus deve ser compreendido como acréscimo humano, condicionado pela cultura e pela teologia de seu tempo. Jesus é o critério definitivo para discernir a autêntica Palavra e Vontade de Deus.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 2000.
- COGGINS, Richard. 1 and 2 Kings. Sheffield: JSOT Press, 2001.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. São Paulo: Novo Século, 2007.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2010.
- CROSSAN, John Dominic. Como Ler a Bíblia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
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(estrofe 1)
Manassés tinha doze anos ao reinar,
E por longos anos pôde governar.
Levantou altares no monte e no chão,
Ergueu a Baal sua devoção.
Curvou-se aos astros no céu sem fim,
Pôs imagem no templo do querubim.
Fez seu filho pelo fogo passar,
E muitos sinais buscou consultar.
(estrofe 2)
Seduziu Judá a se desviar,
Mais que as nações que Deus fez passar.
Jerusalém, cidade de santo clamor,
Encheu-se de ídolos, medo e terror.
Dos inocentes correu muito sangue,
Como rio vermelho em seu mangue.
De uma extremidade à outra da cidade,
A dor se espalhou sem piedade.
(estrofe 3)
Pelos profetas veio a advertência:
“Trarei sobre todos dura consequência.
Como um prato se limpa e se vira,
Assim cairá Jerusalém sob ira.
O remanescente será entregue,
E aos inimigos o medo os carregue.
Porque fizeram o mal diante do Senhor,
Desde o Egito até este amargor.”
(refrão)
Quando a religião se afasta do amor,
Jesus denuncia seu falso esplendor.
Quando inocentes são feitos sofrer,
Cristo ensina a proteger e acolher.
Nenhum altar justifica a opressão,
Nem o sangue derramado no chão.
Só o amor ao próximo revela a luz,
E este é o caminho vivido por Jesus.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar somente alguns, é contrário a Jesus,
O que não for de Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada lugar O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra se saber o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
(estrofe 4)
Manassés dormiu em seu próprio jardim,
No lugar de Uzá teve seu fim.
Amom, seu filho, passou a reinar,
Mas nos mesmos caminhos tornou a andar.
Serviu aos ídolos que o pai serviu,
E diante deles também se curvou.
Fez o que era mau em sua geração,
Sem ouvir qualquer correção.
(estrofe 5)
Seus servos tramaram contra o senhor,
E no palácio o feriram com furor.
Mas o povo da terra se levantou,
E os conspiradores exterminou.
Josias então começou a reinar,
Como nova aurora a despontar.
E a história guardou, em silencioso véu,
Que sempre há esperança debaixo do céu.
(refrão)
O templo sem amor é sombra sem luz,
E nada disso se harmoniza com Jesus.
A verdadeira fé protege o inocente,
E faz do coração um jardim vivente.
Toda violência contradiz o Senhor,
Que revelou em Cristo seu eterno amor.
Onde a escuridão parece prevalecer,
A esperança ainda pode renascer.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar somente alguns, é contrário a Jesus,
O que não for de Seus ensinos, não nos serve como luz.
Todo mundo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada lugar O entende diferente, como entre nós acontece também.
Para a Bíblia e tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu,
Pra se saber o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO ABSOLUTO
Em 2 Reis 21, está em plena coerência com Jesus a denúncia contra a idolatria que produz injustiça, a condenação do derramamento de sangue inocente e a esperança de renovação representada pelo surgimento de Josias. Esses elementos refletem o ensino de Cristo, que colocou a dignidade humana acima de qualquer ritual e ensinou que a verdadeira religião se manifesta no amor e na proteção dos mais vulneráveis. Não está coerente com Jesus a linguagem de destruição e castigo atribuída diretamente a Deus, pois Jesus revelou um Pai que não maltrata ninguém e que busca restaurar, e não punir. Assim, o que neste capítulo expressa cuidado com a vida, denúncia da violência e expectativa de mudança pode ser reconhecido como Revelação divina. O que contradiz o amor universal manifestado em Jesus deve ser entendido como acréscimo humano, fruto das limitações culturais e teológicas de seu tempo. Jesus é o critério supremo para discernir a verdadeira Palavra e Vontade de Deus.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 2000.
- PROVAN, Iain. 1 and 2 Kings. Peabody: Hendrickson, 1995.
- BORG, Marcus J. Lendo a Bíblia Novamente Pela Primeira Vez. São Paulo: Novo Século, 2007.
- PAGOLA, José Antonio. Jesus: Aproximação Histórica. Petrópolis: Vozes, 2010.
- CROSSAN, John Dominic. Como Ler a Bíblia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.
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(estrofe 1)
Josias tinha oito anos quando começou a reinar,
E por trinta e um anos pôde Judá governar.
Fez o que era reto, sem do caminho se desviar,
Como Davi, seu pai, decidiu sempre andar.
Mandou ao sumo sacerdote a prata ajuntar,
Para que o santo templo se pudesse restaurar.
Aos trabalhadores fiéis ordenou confiar,
E a casa do Senhor voltou a se renovar.
(estrofe 2)
Hilquias disse ao escriba: “Achei o Livro da Lei”,
No templo esquecido, guardado como um rei.
Safã o leu com zelo, com respeito e com fé,
E diante de Josias ficou de pé.
Primeiro relatou o dinheiro a contar,
Depois fez as palavras sagradas ressoar.
Ao ouvir aquele texto, o rei pôs-se a chorar,
E as vestes, em temor, começou a rasgar.
(estrofe 3)
“Grande é o furor”, disse o rei a consultar,
“Pois nossos pais deixaram de ao Livro escutar.”
Hilquias e os servos foram então caminhar,
Até Hulda, profetisa, para a voz do céu buscar.
Ela morava em Jerusalém, pronta a orientar,
E com sabedoria começou a profetizar.
Ao rei e à nação fez a verdade anunciar,
Que cada escolha humana pode frutos gerar.
(refrão)
Quando a Palavra esquecida volta ao coração,
Desperta consciência, arrependimento e atenção.
Jesus confirma o valor de ouvir e praticar,
Mas rejeita toda ameaça para amedrontar.
O amor é a verdadeira forma de corrigir,
E a graça é o caminho para reconstruir.
Toda Escritura deve em Cristo se iluminar,
E só o que parece com Jesus pode nos guiar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar alguns, é contrário ao divino Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
Toda nação é amada de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
(estrofe 4)
“Trarei sobre este lugar tudo quanto foi lido,
Porque me abandonaram e seguiram outro sentido.
Queimaram incenso e fizeram o mal decidido,
Por isso colherão o que houverem construído.”
Mas a Josias foi um consolo prometido:
“Teu coração se humilhou e foi sensibilizado.
Porque choraste e soubeste ouvir com sentido,
Em paz serás recolhido.”
(estrofe 5)
“Teus olhos não verão todo o mal anunciado,
Pois teu espírito diante de Deus foi inclinado.”
Os mensageiros voltaram ao rei emocionado,
Levando cada oráculo cuidadosamente relatado.
O Livro encontrado reacendeu o passado,
E o templo restaurado renovou o sagrado.
Quando a verdade toca o coração quebrantado,
Nasce um tempo novo, humilde e transformado.
(refrão)
Quando a Palavra esquecida volta ao coração,
Desperta consciência, arrependimento e atenção.
Jesus confirma o valor de ouvir e praticar,
Mas rejeita toda ameaça para amedrontar.
O amor é a verdadeira forma de corrigir,
E a graça é o caminho para reconstruir.
Toda Escritura deve em Cristo se iluminar,
E só o que parece com Jesus pode nos guiar.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar alguns, é contrário ao divino Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
Toda nação é amada de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
JESUS COMO CHAVE INTERPRETATIVA ABSOLUTA
Em 2Reis 22, há elementos profundamente coerentes com a vida e os ensinos de Jesus: a humildade de Josias, sua sensibilidade diante do texto sagrado, o desejo de restaurar o templo e a disposição de corrigir os próprios caminhos. Jesus também ensinou que os bem-aventurados são os humildes, os que têm fome de justiça e os que ouvem a Palavra e a praticam (Mateus 5–7). O que não está plenamente coerente com Jesus é a interpretação de Deus como fonte de ira destrutiva e de castigos coletivos. Em Jesus, Deus é revelado como Pai amoroso que faz nascer o sol sobre justos e injustos, que busca restaurar e não condenar (Mateus 5:45; João 3:17). Assim, o único critério absoluto para discernir o que é de fato Revelação, Palavra e Vontade de Deus é a pessoa de Jesus Cristo. Tudo o que estiver em harmonia com Seu amor, Sua compaixão, Seu perdão e Sua inclusão pode ser recebido como expressão autêntica da inspiração divina. Tudo o que contradisser esse padrão deve ser compreendido como acréscimo humano, fruto das limitações históricas, culturais e teológicas de seus autores, ainda que bem-intencionados.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 2000.
- FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. Louisville: Westminster John Knox Press, 1999.
- CROSSAN, John Dominic. Jesus: A Revolutionary Biography. San Francisco: HarperCollins, 1994.
- BORG, Marcus J. Meeting Jesus Again for the First Time. New York: HarperCollins, 1994.
- WRIGHT, N. T. Jesus and the Victory of God. Minneapolis: Fortress Press, 1996.
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(estrofe 1)
O rei reuniu o povo na cidade de Sião,
Sacerdotes e anciãos ouviram a leitura então.
Do Livro reencontrado nasceu nova decisão,
De seguir ao Senhor com toda dedicação.
Firmou-se uma aliança diante da multidão,
Com alma, força e vida em plena consagração.
E todo o povo entrou na mesma direção,
Como rio que reencontra sua nascente e canção.
(estrofe 2)
Do templo retiraram imagens sem razão,
Cinzas foram levadas ao campo de Cedrom.
Os altares pagãos perderam sua ilusão,
E os montes foram limpos de antiga devoção.
Betel também ouviu severa correção,
Cumprindo-se a palavra dita em geração.
Sepulcros foram abertos em solene ação,
E o altar foi desfeito em completa demolição.
(estrofe 3)
Nas cidades do norte houve igual purificação,
Sacerdotes dos altos caíram na execução.
Toda prática oculta sofreu extirpação,
Médiuns e ídolos perderam veneração.
Então o rei ordenou a santa celebração,
Da Páscoa esquecida por longa omissão.
Nunca houve outra igual em tanta exaltação,
Desde os juízes antigos até aquela geração.
(refrão)
Josias ouviu a Palavra e quis o povo renovar,
E Jesus também convida cada vida a transformar.
Cristo aprova a justiça, a verdade e o coração,
Mas não confirma a violência como forma de conversão.
O amor não destrói pessoas para a fé estabelecer,
Antes serve, perdoa e ensina um novo viver.
Só o que combina com Jesus é divina revelação,
O restante é leitura humana buscando compreensão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
(estrofe 4)
Com todo o coração o rei buscou devoção,
Segundo a Lei de Moisés em sincera conversão.
Antes dele não houve tão plena dedicação,
Nem depois surgiu outro com tal disposição.
Mas Judá ainda guardava antiga corrupção,
E sobre Jerusalém pairava dura previsão.
O texto fala em ira e em rejeição,
Como nuvem pesada sobre a mesma nação.
(estrofe 5)
Josias partiu ao encontro do faraó em Megido,
Ali foi ferido e por seus servos conduzido.
Em Jerusalém foi com honra sepultado e chorado,
Como cedro tombado, porém sempre lembrado.
Jeoacaz reinou breve e depois foi levado,
Jeoaquim por outro rei foi então colocado.
E novamente Judá seguiu pelo caminho errado,
Encerrando o capítulo com um coração dividido e cansado.
(refrão)
Josias ouviu a Palavra e quis o povo renovar,
E Jesus também convida cada vida a transformar.
Cristo aprova a justiça, a verdade e o coração,
Mas não confirma a violência como forma de conversão.
O amor não destrói pessoas para a fé estabelecer,
Antes serve, perdoa e ensina um novo viver.
Só o que combina com Jesus é divina revelação,
O restante é leitura humana buscando compreensão.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO SUPREMO DA REVELAÇÃO
Em 2Reis 23, vemos aspectos profundamente coerentes com Jesus: a redescoberta da Palavra, o compromisso sincero com Deus, a renovação da aliança e a celebração da Páscoa como memória libertadora. Jesus também chamou as pessoas ao arrependimento, à fidelidade do coração e à centralidade do amor a Deus e ao próximo. Contudo, as destruições, profanações de túmulos e execuções de sacerdotes não refletem o espírito de Cristo, que repreendeu a violência e ensinou a amar até os inimigos. Portanto, somente o que estiver em harmonia com a vida, os ensinos e a prática de Jesus pode ser reconhecido como Revelação plena da vontade de Deus. Tudo o que contradiz Seu amor universal, Sua compaixão e Seu perdão deve ser entendido como acréscimo humano, condicionado por seu contexto histórico e religioso. Jesus é a medida definitiva para discernir, na Bíblia e em toda experiência espiritual, o que verdadeiramente expressa a Palavra de Deus.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
- FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. 1999.
- CROSSAN, John Dominic. Jesus: A Revolutionary Biography. 1994.
- BORG, Marcus J. Meeting Jesus Again for the First Time. 1994.
- N. T. Wright. Jesus and the Victory of God. 1996.
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Pr.Psi Jônatas David Brandão Mota... pastorado4
teologia, direito, psicologia, jornalismo (serviço social)
(estrofe 1)
Nos dias de Jeoaquim veio o rei da Babilônia,
Como mar que avança e cobre toda a colônia.
Três anos serviu-lhe Judá sob dura cerimônia,
Depois se rebelou em silenciosa insônia.
Bandos vieram da Caldeia em som de agonia,
Da Síria, Moabe e Amom em sombria harmonia.
Contra Judá marcharam noite, tarde e dia,
E a terra foi colhendo o fruto do que fazia.
(estrofe 2)
Segundo o relato, por Manassés sucedia,
Pelo sangue inocente que Jerusalém vertia.
Jeoaquim dormiu, e sua história findaria,
Enquanto o livro antigo seus atos reunia.
O rei do Egito já não mais se movia,
Pois Babilônia dominava o que antes lhe pertencia.
Do ribeiro do Egito ao Eufrates se estendia,
O poder que sobre as nações se erguia.
(estrofe 3)
Joaquim tinha dezoito anos quando reinaria,
E por três meses apenas o trono ocuparia.
Nabucodonosor cercou a cidade que resistia,
E o jovem rei se entregou com sua companhia.
Levou os tesouros do templo em melancolia,
Como folhas levadas pelo vento ao fim do dia.
Príncipes, artesãos e guerreiros em romaria,
Partiram para o exílio em triste travessia.
(refrão)
Impérios passam como nuvens sobre o chão,
E colhem-se na história sementes em profusão.
Jesus concorda com a justiça e a compaixão,
Mas não com a ideia de castigo e destruição.
Deus, em Cristo, não deseja condenar,
Mas restaurar, curar e reconciliar.
Só o amor revelado em Jesus é a perfeita explicação,
Do que é Palavra divina e do que é interpretação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
(estrofe 4)
Matanias foi chamado Zedequias no reinado,
Por ordem do império que o havia instalado.
Tinha vinte e um anos quando foi coroado,
E onze anos em Jerusalém foi contado.
Fez o que era mau, segundo o texto sagrado,
Como reis anteriores no caminho trilhado.
Seu coração inquieto e o reino abalado,
Seguiam para o fim já determinado.
(estrofe 5)
Zedequias também ousou rebelar-se um dia,
Contra o rei da Babilônia e sua soberania.
O capítulo termina em grave profecia,
Como crepúsculo escuro no fim da monarquia.
Jerusalém tremia em silenciosa agonia,
Enquanto o exílio no horizonte surgia.
E o povo descobria, em tardia vigília,
Que toda nação colhe o que semeia na trilha.
(refrão)
Impérios passam como nuvens sobre o chão,
E colhem-se na história sementes em profusão.
Jesus concorda com a justiça e a compaixão,
Mas não com a ideia de castigo e destruição.
Deus, em Cristo, não deseja condenar,
Mas restaurar, curar e reconciliar.
Só o amor revelado em Jesus é a perfeita explicação,
Do que é Palavra divina e do que é interpretação.
(refrão especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO DEFINITIVO DA REVELAÇÃO
Em 2Reis 24, são coerentes com Jesus a denúncia do derramamento de sangue inocente, a consciência de que escolhas injustas produzem sofrimento coletivo e a necessidade de conversão histórica. Jesus também condenou a violência, valorizou a justiça e chorou sobre Jerusalém ao prever suas consequências. O que não está coerente com Seus ensinos é a interpretação de que Deus envia exércitos e destruições como castigo direto. Em Jesus, Deus é revelado como Pai amoroso que busca salvar e não destruir. Assim, somente aquilo que estiver em harmonia com a vida, os ensinos e a prática de Jesus pode ser reconhecido como Revelação plena, Palavra e Vontade de Deus. Tudo o que contradiz Seu amor universal, Sua misericórdia e Sua compaixão deve ser entendido como acréscimo humano, condicionado pelas limitações históricas e teológicas de seus autores.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. First and Second Kings. 2000.
- FRETHEIM, Terence E. First and Second Kings. 1999.
- CROSSAN, John Dominic. Jesus: A Revolutionary Biography. 1994.
- BORG, Marcus J. Meeting Jesus Again for the First Time. 1994.
- N. T. Wright. Jesus and the Victory of God. 1996.
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(Estrofe 1)
No nono ano veio o rei da Babilônia ao chão,
Cercou Jerusalém com trincheira e opressão.
A fome cresceu como noite sem clarão,
E faltou ao povo pão, força e provisão.
No quarto mês rompeu-se o muro da aflição,
Zedequias fugiu na sombra da escuridão.
Mas foi alcançado nos campos de Jericó,
E viu seus filhos morrerem, ficando mais só.
(Estrofe 2)
Vazaram-lhe os olhos, prenderam-no em prisão,
Levado a Babel em pesada humilhação.
Nebuzaradã veio com ordem de destruição,
Queimou o templo santo e toda construção.
O palácio do rei virou cinza no chão,
E os muros caíram sem qualquer proteção.
As colunas de bronze foram feitas em pedaços,
E os vasos sagrados levados em cansaços.
(Estrofe 3)
O restante do povo seguiu para outra nação,
Cativos e ferreiros na longa deportação.
Sacerdotes e oficiais sofreram condenação,
Executados em Ribla por determinação.
Assim Judá partiu para longe do seu chão,
Carregando na memória tristeza e solidão.
Mas alguns pobres ficaram para lavrar,
Na terra desolada, tentando recomeçar.
(Refrão)
Reinos se erguem e caem na história e na amplidão,
Jerusalém chorou sua perda e dispersão.
Jesus jamais apoiaria violência ou punição,
Mas ensinaria perdão, esperança e compaixão.
O amor é mais forte que toda devastação,
E a graça floresce mesmo na deportação.
Quando tudo parece ruína e escuridão,
Deus ainda sustenta o coração.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
(Estrofe 4)
Gedalias foi posto para o povo orientar,
Chamando os remanescentes para a terra cultivar.
“Sirvam ao rei de Babel e podereis descansar”,
Foi seu conselho prudente para a vida continuar.
Mas Ismael o matou sem tempo para falar,
E muitos, por medo, decidiram ao Egito escapar.
A terra ficou mais vazia em sua extensão,
Coberta de silêncio, luto e desolação.
(Estrofe 5)
No trigésimo sétimo ano da prisão,
Evil-Merodaque levantou Joaquim da humilhação.
Tirou-o do cárcere e deu-lhe distinção,
Mesa diária e contínua sustentação.
Mudou suas vestes e sua condição,
Concedendo-lhe honra no fim da provação.
Depois de tanta queda, dor e exílio cruel,
Restou uma centelha de esperança em Israel.
(Refrão)
Reinos se erguem e caem na história e na amplidão,
Jerusalém chorou sua perda e dispersão.
Jesus jamais apoiaria violência ou punição,
Mas ensinaria perdão, esperança e compaixão.
O amor é mais forte que toda devastação,
E a graça floresce mesmo na deportação.
Quando tudo parece ruína e escuridão,
Deus ainda sustenta o coração.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO SUPREMO DA REVELAÇÃO
Em 2Reis 25, é plenamente coerente com Jesus a esperança que permanece mesmo após a tragédia, o cuidado com os pobres deixados na terra, o conselho de Gedalias para buscar paz e estabilidade, e a libertação final de Joaquim, sinal de que a graça pode surgir após longos anos de sofrimento. Não é coerente com Jesus a cegueira imposta a Zedequias, a execução de seus filhos, o massacre de autoridades, a destruição violenta da cidade e o sofrimento coletivo interpretado como vontade direta de Deus. Nos Evangelhos, especialmente em Sermão da Montanha e na vida de Jesus de Nazaré, Deus é revelado como Pai que ama a todos, faz nascer o sol sobre justos e injustos e responde ao mal com misericórdia. Assim, somente o que estiver em harmonia com Jesus, Seus ensinos e Sua prática de amor pode ser considerado Revelação autêntica, Palavra e Vontade de Deus. Tudo o que retrata Deus como agente de destruição, exclusão ou crueldade deve ser entendido como “Acréscimo Humano”, fruto da interpretação histórica de autores antigos, sinceros ou não, mas limitados por sua cultura e por sua compreensão parcial do divino.
BIBLIOGRAFIA
- FINKELSTEIN, Israel; SILBERMAN, Neil Asher. A Bíblia Desenterrada: A Nova Visão Arqueológica do Antigo Israel e das Origens de seus Textos Sagrados. 2001.
- BRUEGGEMANN, Walter. Introdução ao Antigo Testamento: O Cânon e a Imaginação Cristã. 2003.
- VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. 1957.
- LADD, George Eldon. Jesus e o Reino de Deus. 1964.
- MOLTMANN, Jürgen. O Deus Crucificado. 1972.
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(Estrofe 1)
Adão, Sete e Enos surgiram na geração,
Cainã e Maalaleel seguiram na sucessão.
Jarede e Enoque caminharam em oração,
Matusalém e Lameque guardaram tradição.
Veio Noé com seus filhos na imensidão,
Sem, Cam e Jafé após a inundação.
Dos povos antigos nasceu vasta multidão,
Espalhando-se pela terra em continuação.
(Estrofe 2)
Filhos de Jafé cruzaram montes e além-mar,
Gômer e Magogue começaram a habitar.
Dos filhos de Cam muitos povos vieram brotar,
Cuxe e Mizraim fizeram reinos se formar.
Ninrode poderoso começou a guerrear,
E Babel entre cidades começou a se elevar.
Sem gerou linhagens em grande expansão,
Até Héber surgir na antiga geração.
(Estrofe 3)
Pelegue recebeu esse nome em divisão,
Joctã teve filhos em longa relação.
De Sem veio Abraão em nova direção,
Pai de muitas gentes pela antiga narração.
Isaque nasceu como filho da promessa então,
E Esaú e Israel seguiram na continuação.
Filhos de Quetura também vêm desfilar,
Como rios numerosos a se multiplicar.
(Refrão)
Nomes atravessam séculos na recordação,
Povos e famílias seguem em conexão.
Jesus concordaria com amor e inclusão,
Pois todos têm valor diante da criação.
Não há povo esquecido nem sem compaixão,
Toda vida carrega divina dignidade e razão.
Genealogias revelam memória e união,
Jamais motivo de orgulho ou separação.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
(Estrofe 4)
Esaú teve filhos nas terras de Edom,
Chefes e tribos cresceram em vasto tom.
Temã e Omar surgiram ao som
Das antigas memórias guardadas no dom.
Antes de Israel ter rei na condução,
Edom já possuía tronos em sucessão.
Belá e Jobabe vieram governar,
Em cidades antigas perto do deserto e mar.
(Estrofe 5)
Hadade e Samlá seguiram na linhagem real,
Chefes e príncipes em registro memorial.
Cada nome guardado no texto ancestral,
Como estrelas marcando o caminho tribal.
Assim termina a antiga enumeração,
De povos e reis em longa descrição.
Memórias preservadas pela tradição,
Como raízes profundas em antiga canção.
(Refrão)
Nomes atravessam séculos na recordação,
Povos e famílias seguem em conexão.
Jesus concordaria com amor e inclusão,
Pois todos têm valor diante da criação.
Não há povo esquecido nem sem compaixão,
Toda vida carrega divina dignidade e razão.
Genealogias revelam memória e união,
Jamais motivo de orgulho ou separação.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO DA REVELAÇÃO DIVINA
O capítulo 1 de 1Crônicas está coerente com Jesus quando apresenta toda a humanidade ligada por uma origem comum, mostrando povos, famílias e nações compartilhando a mesma história humana. Isso combina com o ensino de Jesus de Nazaré sobre amar o próximo sem distinção e reconhecer dignidade em todas as pessoas. Também é coerente a preservação da memória coletiva, das gerações e das histórias dos povos. Porém, interpretações que usem genealogias para justificar superioridade espiritual, racial ou nacional não estão coerentes com Jesus, que acolheu samaritanos, estrangeiros, pobres e excluídos. Assim, só pode ser entendido como Revelação, Palavra e Vontade de Deus aquilo que estiver em harmonia com a vida, os ensinos e a prática amorosa de Jesus. Tudo o que contrariar Seu amor universal deve ser visto como “Acréscimo Humano”, fruto das limitações culturais e históricas de quem escreveu ou interpretou os textos antigos.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Introdução ao Antigo Testamento. 2003.
- VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. 1957.
- WALTON, John H. Antigo Testamento em Contexto. 2018.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
- PAGELS, Elaine. As Origens de Satanás. 1995.
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(Estrofe 1)
Rúben, Simeão, Levi em sucessão,
Judá e Issacar na mesma geração.
Zebulom, Dã e José em união,
Benjamim, Naftali, Gade em procissão.
Aser completa a santa enumeração,
Doze irmãos formando uma nação.
De Judá vieram Er, Onã e Selá,
Mas Er foi mau, e não permaneceu cá.
(Estrofe 2)
Tamar gerou Perez e Zerá na amplidão,
Hezrom e Hamul seguiram na continuação.
Vieram Ram, Aminadabe em sucessão,
Naassom, príncipe em sua geração.
Salmom gerou Boaz em doce conexão,
Boaz gerou Obede com fiel devoção.
Obede gerou Jessé em preparação,
E Davi surgiu como fruto da linhagem e unção.
(Estrofe 3)
Jessé teve filhos em bela formação,
Eliabe e Abinadabe na enumeração.
Simeia e Natanael em composição,
Radai, Ozém e Davi na conclusão.
Suas irmãs Zeruia e Abigail em menção,
Joabe e Amasa aparecem na narração.
Hezrom teve filhos em multiplicação,
E Calebe também deixou sua geração.
(Refrão)
Nomes se entrelaçam qual rios em direção,
Cada vida carrega memória e vocação.
Jesus concorda com toda inclusão,
Pois ninguém é esquecido na criação.
Não há linhagem maior por distinção,
Mas seres amados com igual condição.
Genealogias são sementes de união,
Nunca instrumentos de separação.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
(Estrofe 4)
Jerameel teve filhos em vasta relação,
Rão, Buna e Orem na enumeração.
Atara, mãe de Onã, em recordação,
Mulheres também entram na composição.
Calebe gerou filhos em nova expansão,
Mesa e Zife em antiga tradição.
Maressa, Hebrom e Corá em sucessão,
Cada nome gravado na preservação.
(Estrofe 5)
De Hur vieram povos em consolidação,
Belém e Quiriate-Jearim na formação.
Netofatitas e escribas em dedicação,
Habitando tendas com labor e instrução.
Tiratitas e Simateus em associação,
Famílias de queneus em sua ocupação.
Assim termina a longa enumeração,
De Judá brotando história e continuação.
(Refrão)
Nomes se entrelaçam qual rios em direção,
Cada vida carrega memória e vocação.
Jesus concorda com toda inclusão,
Pois ninguém é esquecido na criação.
Não há linhagem maior por distinção,
Mas seres amados com igual condição.
Genealogias são sementes de união,
Nunca instrumentos de separação.
(Refrão Especial)
Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção:
O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação.
O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus,
Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz.
O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém,
Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também.
Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu,
Pra sabermos o que é Palavra, ou acréscimos de quem descreveu.
JESUS COMO CRITÉRIO DA REVELAÇÃO DIVINA
O capítulo 2 de 1Crônicas está coerente com a vida e os ensinos de Jesus de Nazaré ao preservar a memória de pessoas e famílias, mostrando que cada existência possui valor na construção da história humana. A inclusão de mulheres como Tamar, Abigail e outras também aponta para a participação de pessoas muitas vezes esquecidas, o que se harmoniza com o modo como Jesus valorizou os marginalizados. Não está coerente com Jesus qualquer interpretação que utilize genealogias para justificar superioridade espiritual, nacional ou étnica, pois Ele ensinou que todos são irmãos e igualmente amados por Deus. Portanto, somente o que estiver em sintonia com Jesus, Seus ensinos e Seu amor universal pode ser reconhecido como Revelação autêntica, Palavra e Vontade de Deus. Tudo o que promover exclusão, orgulho ou privilégios deve ser entendido como “Acréscimo Humano”, resultado das limitações culturais e históricas dos autores e intérpretes bíblicos.
BIBLIOGRAFIA
- BRUEGGEMANN, Walter. Introdução ao Antigo Testamento. 2003.
- VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. 1957.
- WALTON, John H. Antigo Testamento em Contexto. 2018.
- WRIGHT, N. T. Jesus e a Vitória de Deus. 1996.
- BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. 1997.
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