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COMPOSIÇÕES MUSICAIS COM IA - GERAL






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PESQUISA BIBLIOGRÁFICA CIENTÍFICA (com IAC)
investigação realizada pelo Pr. Psi. Jor Jônatas David Brandão Mota
uma das atuações do seu Pastorado4



GERAL
COMPOSIÇÕES MUSICAIS COM IA
dou o poema e ela faz e canta a música

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França ameaça bloquear ferramenta do Google por envio de dados à inteligência dos EUA

 PESQUISA BIBLIOGRÁFICA CIENTÍFICA (com IAC)

investigação realizada pelo Pr. Psi. Jor Jônatas David Brandão Mota
no programa de Graduação e Especialização em Estudos e Pesquisas 
uma das atuações do seu Pastorado4 




Comissão de Informática e Liberdade considerou ilegal a transferência de dados de usuários de Internet coletados por meio do Google Analytics para os EUA

www.brasil247.com -
(Foto: Reuters/Arnd Wiegmann)

Sputnik - Nesta quinta-feira (10), a Comissão Nacional Francesa de Informática e Liberdade (CNIL) considerou ilegal a transferência de dados de usuários de Internet coletados por meio do Google Analytics para os Estados Unidos.

Diante da constatação, o órgão regulador francês alertou para um possível encerramento das operações do serviço no país em comunicado oficial no site da organização.

"A CNIL aponta que os dados dos usuários da Internet são transferidos para os EUA em violação do artigo 44 do GDPR [Regulamento Geral de Proteção de Dados]. A CNIL ordenou que o administrador do site adeque o processamento ao GDPR, se necessário, deixando de usar a funcionalidade do Google Analytics (nas condições atuais) ou usando uma ferramenta que não envolva transferência para fora da UE [União Europeia", disse o órgão francês.

A CNIL salientou que, embora a empresa tenha adotado determinadas medidas para regular a transferência de dados, as mudanças não foram suficientes para impedir que os serviços de inteligência dos EUA tivessem acesso às informações."A CNIL conclui que as transferências aos EUA não são suficientemente reguladas. Certamente, na ausência de uma decisão adequada (que estabeleça que este país oferece um nível suficiente de proteção de dados conforme o GDPR) sobre transferências para os EUA, a transferência de dados só pode ocorrer se forem fornecidas garantias apropriadas para esse fluxo em particular", acrescentou.

A CNIL deu ao Google um mês para cumprir os requisitos.

Em janeiro deste ano, a CNIL multou o Google em 150 milhões de euros (cerca de R$ 900 milhões) e o Facebook em 60 milhões de euros (cerca de R$ 360 milhões) por não conformidade com a legislação que regulamenta o uso de cookies e, portanto, violação das regras de privacidade da União Europeia (UE).

fonte
https://www.brasil247.com/midia/franca-ameaca-bloquear-ferramenta-do-google-por-envio-de-dados-a-inteligencia-dos-eua?fbclid=IwAR3pAmgck1eWzoenQnuZKfpi0QD5JEDM25DpvfloeyhPfiNJfuuxmatw9IU

Nos testes Facebook usa seus dados

 

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Como os testes de Facebook usam seus dados pessoais - e como empresas ganham dinheiro com isso

  • Renata Mendonça
  • Da BBC Brasil em São Paulo
Teste 'como você seria se fosse do gênero oposto'
Legenda da foto,

'Como você seria se fosse do gênero oposto?' foi o último teste que viralizou no Facebook - quem o fez cedeu acesso aos dados pessoais para empresas com fins comerciais | Imagem: Facebook Kueez/Reprodução

Eles são tentadores, muito curiosos e quase irresistíveis. "Com qual celebridade você se parece?" ou "Como você seria se fosse do gênero oposto?" - são as perguntas que vêm junto com testes aparentemente inofensivos e que acabam super compartilhados no Facebook.

No entanto, o perigo deles está justamente nos dados que você concorda em ceder para que o aplicativo te devolva o resultado.

"O principal gatilho da rede social é o efeito de comunidade. Todo mundo começa a fazer o teste, aí vem o efeito da curiosidade, do divertido, ele começa a viralizar", pontuou Camila Porto, especialista em marketing digital e Facebook Ads, em entrevista à BBC Brasil.

"Existem várias empresas que usam os testes como ferramenta de coleta de dados de pessoas que estão interessadas em determinada coisa. A partir do momento que eu tenho pessoas que se interessam por esse tema, eu vendo essa base de dados", explicou.

"Muitas vezes essa ferramenta de coleta de dados pode não ser para uma coisa positiva. E há um risco que as pessoas correm quando começam a liberar dados, fotos delas, sem saber para quem esses dados estão indo e o que pode ser feito depois."

No caso do último teste que viralizou no Facebook, para fazê-lo, o usuário concordava em dar acesso a seu nome, foto de perfil, idade e data de nascimento, endereço de e-mail e todas as suas fotos (as que ele próprio postou e as outras em que foi marcado).

Informações como essas são valiosas para empresas direcionarem melhor seus anúncios e obterem mais resultados. Há algumas, inclusive, que vivem de vender dados para outras. Testes como esses que viralizam no Facebook, em geral, têm a ver com alguma ação desse tipo por parte delas - uma forma de engajar os usuários e, ao mesmo tempo, conseguir acesso a dados deles, que autorizam isso muitas vezes sem ler os chamados "termos de uso".

teste da celebridade
Legenda da foto,

Outro teste que foi muito compartilhado é 'Com qual celebridade você se parece?' | Imagem: Teste Vonvon/Reprodução

"As pessoas embarcam em jogos ou desafios sem ter noção de quem está promovendo aquilo. Então eu diria que a principal recomendação é conter aquela vontade súbita de fazer esses jogos e testes", alertou Thiago Tavares, presidente da Safernet, ONG dedicada a questões sobre segurança na internet.

"Eu me lembro de uma pesquisa em que veicularam um anúncio 'clique aqui pra infectar seu computador' e teve gente que clicava. Então é importante ver até que ponto a curiosidade faz o usuário tomar atitudes sem prever consequências", acrescenta.

Para Tavares, isso tudo faz parte do "amadurecimento do usuário". Assim como, no passado, as pessoas clicavam para abrir quaisquer e-mails que recebiam - e, muitas vezes, acabavam tendo o computador infectado por um vírus nessa simples ação - e hoje já têm mais cuidado quanto a isso, no caso das redes sociais o processo será o mesmo.

"Antigamente, todo mundo saía comprando em qualquer site. Hoje, o usuário tem mais cautela, pra não ter seu cartão clonado. O vírus em e-mails também, a maioria dos usuários reconhece e não clica. No entanto, nas redes sociais, as pessoas ainda não reconhecem esses 'golpes' que são aplicados explorando a curiosidade, as relações humanas, para gerar engajamento. Esses dados são coletados para gerar lucros pra quem coleta ou até para agências de inteligência em caso de campanhas eleitorais, etc", explicou.

Como funciona a monetização do Facebook?

Reunindo mais de 2 bilhões de usuários ao redor do mundo, o Facebook possibilita às empresas fazerem anúncios na plataforma oferecendo a elas um público mais segmentado e a um custo relativamente baixo, conforme explica a especialista Camila Porto.

"A chegada das redes sociais foi, em primeiro lugar, uma oportunidade dos pequenos negócios de falar com os clientes de forma gratuita ou com custo muito baixo. Ele investe uma pequena quantia de dinheiro pra falar exatamente com as pessoas que quer falar. Outro ponto é a capacidade de mensuração de resultado. Em outros casos, você faz o investimento e não consegue ter uma métrica que te diga quantas pessoas vieram pro seu negócio a partir dele. No Facebook é possível fazer essa análise em tempo real", afirmou.

"O Facebook te dá a possibilidade de falar com o mundo todo ou então com um público bem segmentado, como por exemplo 'mulheres de 25 a 35 anos que estao a um quilômetro do seu estabelecimento'."

Facebook

CRÉDITO,REUTERS

Legenda da foto,

Possibilidade de falar com públicos específicos é um dos fatores que atrai empresas para o Facebook

Por meio desses dados "preciosos" sobre os usuários, o Facebook tem atraído cada vez mais empresas que patrocinam conteúdos na rede social. Segundo dados oficiais de abril do ano passado, a plataforma já soma 5 milhões de anunciantes publicitários.

"Tem uma frase que diz: 'se você está usando um produto gratuito, o produto é você'. Então a lógica é mais ou menos essa, você usa o Facebook de forma gratuita e, de certa forma, você é o produto. As informações que ele coleta, ele fornece para as empresas em forma de anúncios", diz Camila Porto.

O Facebook, por sua vez, afirma que tudo o que faz é "para as pessoas" e que deixa claro e público todos os dados que usa. Para uma empresa veicular um anúncio na plataforma, ele precisa ser "bom para as pessoas, proporcionar boas experiências e tem que ser seguro".

"A privacidade das pessoas no Facebook é nossa prioridade. Qualquer aplicativo compatível com o Facebook precisa seguir nossas políticas da plataforma, que estabelecem uma série de regras para garantir que as pessoas tenham controle da experiência", afirmou um porta-voz do Facebook em nota.

Legislação e proteção

Quem fez o teste do gênero oposto ainda pode "proteger" seus dados negando o acesso do aplicativo a eles - mesmo que você já tenha dado essa autorização ao concordar com os termos de uso, é possível voltar atrás.

Basta ir na seção de "Aplicativos" nas configurações do Facebook e remover o acesso ao "Kueez", que era o responsável pelo teste tão viralizado.

No entanto, essa ainda é uma questão sinuosa, conforme explica o presidente da Safernet. Isso porque, mesmo que você retire a autorização dos seus dados para a empresa, caso ela venha a utilizá-los contra a sua vontade, ainda não há uma lei que o proteja contra isso.

mulher mexe no facebook

CRÉDITO,GETTY IMAGES

Legenda da foto,

Segundo presidente da Safernet, é importante controlar os impulsos e a curiosidade para não ceder dados para empresas desconhecidas

"No Brasil, hoje a pessoa não tem mais controle sobre o que farão com seus dados, nem há uma lei que a ampare. Na Europa, por exemplo, existem agências de proteção de dados, tem penas e multas aplicadas. Quem usar dados sem consentimento e sem seguir regras vai pagar multas altíssimas. E lá o usuário vai ter a quem recorrer", explicou Thiago Tavares.

Segundo ele, há três projetos de lei em tramitação no Congresso a respeito desse tema, mas que estão parados. O especialista compara a importância dessa regulamentação ao código de defesa do consumidor, que foi criado em 1990 para proteger o consumidor de possíveis abusos cometidos por empresas.

"Precisamos de uma lei geral de proteção de dados. Ela representaria hoje o que o código de defesa do consumidor representou na década de 1990. É preciso proteger os dados do usuários das empresas de internet ou de qualquer empresa que colete dados", reforçou.

Por enquanto, a maior proteção para as pessoas nesses casos envolvendo as redes sociais é "controlar a curiosidade".

"É preciso resistir à tentação do primeiro clique, não aceitar fornecer dados para quem você não conhece ou para quem você não tem certeza sobre a destinação que será dada para esses dados", finalizou.


fonte

https://www.bbc.com/portuguese/salasocial-43106323


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Europa

A lua fluorescente de Júpiter

Europa, um dos satélites do planeta Júpiter, tem características fascinantes. Ele é na verdade uma imensa bola de água, contida no interior de uma crosta de gelo muito espessa. A simulação por computador das interações possíveis de campos de energia entre Júpiter e essa sua lua revela que o panorama de Europa pode ser permanentemente iluminado por luzes e cores fluorescentes. Na ilustração de abertura, alguns dos gêiseres na superfície de Europa. Ao fundo, o gigantesco planeta Júpiter.

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Por: Equipe Oásis

Fotos e ilustrações: Nasa

O quarto maior satélite de Júpiter, Europa, é um mistério intrigante do Sistema Solar. Para começar, existe a possibilidade de que ele seja um mundo de água envolto por uma espessa crosta de gelo. Nos últimos dias, duas novas pesquisas trouxeram esse curioso corpo celeste de volta ao noticiário científico: um primeiro estudo diz respeito ao seu gelo, que seria bombardeado por uma radiação tão intensa emitida por Júpiter a ponto de fazê-lo brilhar com luz verde/azulada.

Simulação de computador: a crosta fluorescente verde de Europa


A simulação computadorizada das interações possíveis de campos energéticos entre Júpiter e o seu satélite revela que o panorama de Europa poderia ser iluminado por cores fluorescentes. NASA/JPL-Caltech

O segundo estudo focou em seus gêiseres gigantes, descobertos anos atrás graças ao Telescópio Espacial Hubble. De acordo com especialistas da astrobiologia (ciência que se ocupa da possível vida existente fora da Terra), esses gêiseres poderiam lançar água do oceano abaixo da crosta de gelo para o espaço. Como se pensa que esse mar poderia conter e sustentar vida, existe também a hipótese de que, nas lufadas de água emitidas em direção ao espaço, podem existir testemunhos dessa vida.

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Por enquanto, a lua de Júpiter brilha no gelo produzido pelos pesquisadores em seus laboratórios, levado a -173 ° C (temperatura semelhante à encontrada em Europa), inundado pelas mesmas moléculas presentes nos gêiseres (cuja natureza é estudada graças à espectroscopia) e finalmente bombardeado com elétrons altamente carregados. É, em suma, um ambiente simulado, e em laboratório vimos flashes cuja intensidade depende do tipo de produtos químicos pulverizados no gelo. “Descobrimos, por exemplo, que a presença de cloreto de sódio e carbonato limita o brilho”, diz Gudipati, “enquanto a hepsomita – um mineral composto de sulfato de magnésio – o aumenta”.

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Agora é praticamente certo que sob a crosta de gelo de Europa – crosta muito espessa, com algumas dezenas de quilômetros de espessura -, existe um oceano que contém mais água do que todos os oceanos da Terra: ali, as condições poderiam ser tais que sustentassem formas de vida simples. Já que os gêiseres emergem a partir de fraturas da crosta congelada, foi levantada a hipótese de que essa água vem diretamente do oceano interno existente no satélite, e que poderia conter alguns traços da vida que possivelmente existe nele. A missão Europa Clipper também foi projetada para estudar a composição da água emitida pelos gêiseres.

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Europa. A lua fluorescente de Júpiter - Brasil 247